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SUPERINTENDENTE DO CRUZEIRO INCENTIVA PANCADARIA NA DECISÃO!

O desespero cruzeirense está atingindo as raias do absurdo.

O superintendente das categorias de base do cruzeiro, sr. Bruno Vicintin, publicou em seu twitter nesta segunda-feira, 13/05, a clara intenção de, no próximo duelo entre seu clube  e o Atlético, se não der na bola, que o time azulino parta para a pancadaria.

Ele foi bastante explícito. Vejam:

amensagem

O sr. Vicintin apagou o tweet, depois de censurado pelos próprios cruzeirenses.

Destempero, desespero, irresponsabilidade e falta de caráter se juntam numa mesma pessoa. Pessoa esta que deveria, devido ao cargo que ocupa, ter um comportamento exemplar e não o de um bandido.

E O REPRESENTANTE DO CRUZEIRO NA BAND SEGUE A ONDA DE  INVESTIR NA VIOLÊNCIA.

Seguindo a mesma linha de incitamento à violência, o sr. P.C. Almeida, representante do cruzeiro no programa Os Donos da Bola, da Tv Bandeirantes, tuitou hoje aquilo que ele imagina ser a melhor tatica para enfrentar o Atlético:

apcalmeida

1 – Irresponsailidade insana vinda de uma pessoa que trabalha (até quando?) em um veículo de comunicação tão importante quanto a TV Bandeirantes.

2 – O incentivo à pancadaria dentro de campo extrapola as 4 linhas e se alastra para as arquibancadas.  Principalmente quando sabemos que as duas torcidas se encontrarão no próximo domingo, no Mineirão. É como acender um estopim no pior momento.

3 – A PMMG tem a obrigação de inquirir severamente os srs. Bruno Vicintin e P. C. Almeida. E até o MP deve ser acionado (ação esta que será tomada).

Em tempos de extremada violência, com perdas de vidas só porque vestem uma camisa do time rival, é monstruoso que duas pessoas formadoras de opinião incitem explicitamente a pancadaria.

Nota: Ambos apagaram os tweets sob a justificativa de que se expressaram mal. Segundo eles, pediam apenas uma maior pegada do time em campo. As desculpas dos dois foram idênticas. Sinal de que, além de irresponsáveis, são também pouco criativos… ou não estudaram o que significa “sinônimo” em português.

Print screen feito pelo @RafaelOrsini, criador do blog paixaopretoebranca

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O SECRETO SIGNIFICADO DE UMA VITÓRIA ROUBADA

É simples assim. Você acorda e a realidade te joga na cara o que você não quer lembrar. O pensamento que vem como uma pedrada é uma dessas verdades de Galvão Bueno: eu sabia!

Sim, eu sabia, você sabia, todos já sabíamos. Podem inventar até a décima-sexta pessoa do singular e do plural para conjugar, todo mundo já sabia: em algum momento, nós iríamos passar raiva, muita raiva, com a arbitragem. Eu não podia imaginar que viria com a agravante de ser no clássico, que iam cometer o pecado de nos roubar uma vitória de virada histórica, que ia ser um erro tão primário, estúpido mesmo, desses que nos faz pensar que vai mudar, se a gente assistir o VT algumas vezes.

Mas, que ia acontecer, isso era de conhecimento até do mundo mineral.

Então, caro amigo atleticano, o que fazer? Eu já assisti o VT e garanto: não mudou nada, lá só tem a burrice e a covardia vestidas de amarelo, a sorte e a safadeza vestidas de azul, e a garra e o talento em preto-e-branco.

Só me ocorreu uma coisa: tentar esquecer o crime perpetrado pelo mordomo, digo, o juiz, e me colocar nas chuteiras de quem pode resolver: os jogadores.

Nunca fui jogador de futebol. Na melhor das hipóteses, na infância, poderia ser tido como um “zagueiro-viril-mirim”, uma miniatura de Kanapkis. Isso e mais uma dose de juízo, e eu optei pela natação. Mas a gente aprende muito vivendo.

E, vivendo, eu consigo entender que os jogadores, depois que colocarem a cabeça no lugar, o que deve acontecer não antes de terça-feira, talvez quarta, vão perceber o que todos deveríamos estar gritando a plenos pulmões: QUE TIME SENSACIONAL!

As arbitragens vêm e vão, mas Ronaldinho fica. O VT não muda o golpe de tae-kwon-do do cavalinho azul, nem dá mais neurônios ou sinapses nervosas para o árbitro, mas os dois golaços, do nosso zagueiraço e do (ainda, ou de novo) maior craque que joga no Brasil, isso também continua gravado lá. No VT, nosso time continua se jogando em cada bola. As imagens da torcida, amputada no seu direito de ver o Galo fazer história, carregando o time na saída do CT, isso não se perde mais.

Que torcida é essa? E o cara do lado de lá? Tá jogando aquele tanto, outra vez? E o time deles? E o banco deles? Esses caras não param de correr? Essas vão ser as perguntas que TODOS os outros times vão se fazer, quando vierem jogar conosco ou nos receberem em seus estádios. O Galo bota medo, tem atitude de campeão, e não há juiz no mundo que nos tire isso. Se o time não perder isso, amigo atleticano, cada jogo começa com meia vitória. Hoje é preciso nos tirar três jogadores, mais a torcida e o árbitro dar mais doze minutos de lambuja, para empatar roubado.

No domingo, fui dormir líder, mas, antes de tudo, puto. Na segunda, acordei puto, mas, mais do que nunca, líder.

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O CLÁSSICO, A TORCIDA E O FUTURO.

Não existe clássico em que, no final, as partes concordem: “Foi um jogo ruim, os times jogaram mal”. Atlético e Cruzeiro param Belo Horizonte, mexem com as duas maiores agremiações da cidade, além de uma torcida (do Galo) e um aglomerado de purpurina. E domingo não foi diferente. Mais um jogaço, típico da tradição que ele carrega, que terminou com um empate, péssimo para o melhor time e comemorado como um título pelos acostumados a celebrar o fato de nos tirar pontos. Aliás, eles já podem festejar a Tríplice Coroa esse ano. Uma Superliga de Vôlei e dois empates “heroicos e mortais” quando tudo parecia perdido. A nossa chateação vale mais do que uma goleada para eles. Nem o Bahia comemorou tanto assim o empate no Independência.

A mediocridade do lado de lá foi provada mais uma vez nesse clássico. Dois times que estavam jogando futebol (feio, mas futebol) e, quando a torcida viu que o cerco estava fechando, apelaram e começaram a jogar coisas no gramado. O que, inclusive, deve prejudicá-los bastante para a sequência do Brasileiro. É bem provável que veremos o time do Roth jogando algumas partidas no Sapatão, em Uberlândia, ou no raio que os parta, não interessa. Quem gosta de falar do rival são eles. Vamos focar no Galo. O time arrumado que estamos acostumados a ver, mas um pouco diferente do habitual, com Bernard, a princípio, centralizado, e o Ronaldinho na esquerda, talvez querendo aproveitar o lado direito desfalcado deles. Não deu certo. Tomamos um gol bobo do Wallyson, mas empatamos no final. Um golaço do Léo Silva. Mais um golaço do Léo Silva, diga-se de passagem.

Tirando o piti proveniente das arquibancadas vaidosas, não aconteceu nada durante quase todo o segundo tempo. Até que apareceu o Ronaldinho, que deu uma de Ronaldinho. Humilhou a zaga dos caras e fez um gol que vai entrar para a história do Independência, do clássico e do futebol mineiro. Merece placa! Viramos, festejamos e vimos os descontos do juiz, provenientes do showzinho das arquibancadas. Oito minutos além dos acréscimos, que somaram mais quatro. Ou seja, um jogo de 45 minutos que durou 56. Uma zona generalizada. No final, eles foram descabelados para o ataque e conseguiram um gol, que quase destruiu nosso estádio, tamanha a felicidade em não perder. A lamentar, a falta que não foi marcada no lance em cima do Guilherme, e a perda dos pontos, já que o Flu encostou, ao vencer o morto time do Vasco.

Vamos às imparcialidades. Semana passada, o Corinthians perdeu para o Santos com um gol irregular do André, e o juiz do jogo foi execrado pela mídia, o que resultou uma revolução e demissões na comissão de arbitragem. Hoje, em um clássico disputadíssimo, os dois saíram reclamando dos caras de amarelo. Eles reclamam de faltinhas do Jô na fraca zaga deles, que não aguentava dar combate no nosso tanque, e um pênalti não marcado em um lance. Nós reclamamos dos acréscimos exageradíssimos, do espetáculo ridículo dado pelos adeptos do time ciano, e a falta no nosso atacante quando do gol de empate, no último lance. Aliás, juizão, na próxima levante uma placa “Até o Cruzeiro empatar”, ao invés de 12 minutos de acréscimos. Vamos ver o que mídia e chefes dessas comissões farão. Em um bolão comigo mesmo, eu aposto: nada.

E a torcida do Galo, hein? Até quando o clássico é de só com a torcida do Cruzeiro, a gente dá show. Milhares de torcedores foram até Vespasiano empurrar o time, mostrar, mais uma vez, que estamos juntos nessa caminhada vitoriosa. Quando a fase era ruim, a gente já apoiava incondicionalmente. Agora que estamos nessa maré de surrar todo mundo, o show da nossa parte tende só a aumentar. Preparem-se, adversários. O Independência continuará sendo um terror para quem vier aqui ousar algo contra nosso Galo.

Os torcedores azuis de ocasião voltarão essa semana. Vamos aguentar, mais uma vez, aquele papo chato deles de taças conquistadas há 15 anos, falando que não podemos falar de futebol, e tudo mais. Estamos acostumados com isso. Faz parte do desespero dos caras, que sabem que o time está entrando em um abismo do qual estamos começando a sair. Deixem eles se apegarem a esse passado e focar apenas em empurrar nosso Galo a essa conquista, que há tanto tempo sonhamos. Continuando nessa toada, o final da história tem tudo para ser feliz para nós, que tanto sofremos nos últimos anos.

Para o futuro, nada de desespero. Apesar de termos empatado três contra times medíocres e retranqueiros (Bahia, Atlético-GO e Smurfs), vamos com calma. Mas isso já pode parar, tá, Galo? Vamos tirar pontos de times que estão mais em cima. Chega de empatar com gente que não tem pretensão no campeonato. A torcida vai continuar fazendo sua parte. O atleticano sempre foi movido pelo amor ao time e pela fé em dias melhores. Parece que esse ano é o ano de acabar essa botafoguisse de nunca ganhar nada. Ou, pelo menos, o indício de um futuro bom para nós.

Ponte Preta, sinto muito. É um time simpaticozinho que até goza de certo prestígio conosco, já que deram uma lenhada dos vaidosos na nossa casa. Mas sabe como é, né? Perdemos dois pontos, isso é muita coisa. Precisamos continuar atropelando e aproveitar que o Fluminense vai pegar uma pedreira sem tamanho (Corinthians, lá em SP). Então, vai sobrar para vocês. Com a massa do lado, vai ficar feia a coisa. Vamos seguir fortes e com fé. Assim, no final, seremos premiados.

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CRUZEIRO 2 X 2 ATLÉTICO – PITIS SELVAGENS.

Um clássico jogado sob as vistas de uma torcida que protagonizou cenas da mais animalesca selvageria.

Ônibus do Galo apedrejado, policial ferido, brigas entre facções, tiros de copos d’água ao alvo (neste caso, o juiz), etc etc.

Enfim, um clima de guerra civil no Independência e fora dele. As boas regras de civilidade foram rasgadas e jogadas no lixo em nome do desespero suicida que a campanha do Atlético lhes provoca.

Estão em 8º lugar na tabela quando deveriam, com o time que possuem, estar na zona de rebaixamento. E, ao invés de comemorarem, se unham e se imolam em praça pública. Freud estudou profundamente a histeria e certamente teria a explicação na ponta da língua, se vivo fosse. Porém, como analisar pitis e rasgações de camisolas não é o nosso papel, vamos ao jogo:

Desde o primeiro toque na bola, via-se claramente que ambos os times estavam pilhados em campo. O Galo tentando suplantar o rival na técnica e o cruzeiro compensando suas limitações com muita correria.

Mesmo após o gol do cruzeiro, a sensação do atleticano era de que o gol de empate surgiria a qualquer momento, pois a equipe em campo não se abalou. A cada minuto que passava, o time melhorava.

Quando o intervalo veio com o empate assegurado, a virada era apenas uma questão de tempo. Só não sabíamos que teríamos 2 jogadores expulsos antes de acontecer. Bernard, se fosse mais experiente, não teria entrado na provocação. Em contrapartida, as faltas de Pierre foram necessárias.

E aí, com nove em campo, Ronaldinho Gaucho arrancou do meio de campo e fez um dos gols mais bonitos de sua carreira já recheada de gols antológicos. Naquele momento, a virada era fato!

Os 3 pontos estariam na sacolinha, não fosse um erro crasso do juiz, ao não marcar falta claríssima de Montillo em Guilherme. No prosseguimento da jogada, o cruzeiro empatou quando tínhamos apenas 8 jogadores no gramado. Júnior César estava sendo atendido fora de campo.

Um empate com gosto amargo de ressaca, pois era um jogo ganho com direito a firulas, mesmo com um jogador a menos.

Num ambiente hostil, com tudo contra, o Galo mostrou personalidade e atitude. Em termos físicos, deu tudo o que tinha pra dar. Foi em cada bola com apetite de forte candidato ao título e perdeu 2 pontos por uma fatalidade.

Fatalidade esta provocada por um juiz fraco, que se omitiu em lance importante e influiu diretamente no placar. Mas não seja por isso, seguiremos na jornada como líderes e donos do terreiro.

E quanto às constrangedoras cenas que fariam corar até o capeta, espero que o cruzeiro seja punido com uns 10 jogos sem torcida ou sem mando de campo. Nesse caso, terá valido a pena perdermos os 2 pontos em troca de uma ida segura da barquinha azul para a segundona.

Uma troca razoável!

(As fotos do post de hoje são uma homenagem à iniciativa da torcida atleticana em levar seu apoio ao time na porta do CT da Cidade do Galo, já que não podia entrar no Independência. São atitudes de extremado amor que nos emocionam e nos estufam o peito de orgulho. Esta é a nossa torcida, companheiro!)

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SALTO ALTO NÃO NOS PERTENCE! PRA CIMA DELES, GALO!

Era madrugada de terça pra quarta quando acordei com um sorriso no rosto. Sonhei que o Galo havia ganhado o clássico por 2×0, com 70% de posse de bola. Requinte de crueldade. Os gols saíram dos pés de R49 e Leonardo Silva. Outro requinte do ex-vaidoso.

No gol, Victor passava a tranquilidade para a monstruosa dupla de zaga, a melhor do Brasil. Os laterais avançavam com qualidade e prudência. Com a garra de sempre, Pierre e Donizete, loucos como sempre, incansáveis como nunca. Bernard personalizava o inferno alvinegro na defesa felpuda, e, R49, um gênio adestrador de raposa, deixava Jô em condições de marcar.

Acordei achando que era segunda-feira, dia 27, tamanha realidade do sonho. E percebi que todo o sonho era fruto do futebol vibrante, raçudo e bonito que o Galo vem mostrando. Um Galo de espora afiada, peito estufado. Forte e vingador.

A expectativa para o clássico das alterosas é grande, mas nossos pés se mantêm no chão, já que o salto não nos pertence. É o melhor Galo dos últimos 10 anos, mas o Galo de sempre, carregado por nós. E mesmo de longe, vamos juntos!

Cuca, faça a melhor preleção de sua vida e coloque o time em campo com a mesma gana que nos garante hoje a liderança. Joguem e vençam por nós.

Disse o técnico adversário que não estamos acostumados a disputar títulos. Então se clássico é campeonato à parte, quero ser campeã mais três vezes esse ano.

Que o sonho vire realidade. Se possível, com os mesmos requintes de crueldade.

Pra cima dos sensíveis, Galo!

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ALGUMAS HIPÓTESES E UMA SAÍDA

Agora você procura uma explicação. Seu time perdeu um clássico por 6 a 1. Nas semanas que antecederam o confronto, era apontado como favorito. O outro time havia vencido apenas 2 das últimas 18 partidas. Seu time estava invicto em casa no segundo turno do campeonato.

A primeira hipótese é dolorosa demais para aceitar: os atletas que você aplaudiu de pé nos últimos jogos eram muito ruins e você foi enganado. Eles são péssimos e você não percebeu. A vergonha é sua.

Melhor ir para a segunda hipótese: os caras entregaram o jogo. Se eles quisessem, teriam vencido. Mas não quiseram. Essa teoria preserva seu faro de técnico, mas leva a um novo impasse. Não quiseram ganhar porque se venderam ou foi por descaso, por preguiça?

Se foram comprados, você pode reagir de várias formas. Indignar-se como faz com relação a toda corrupção do país, pedir a punição dos crápulas, denunciar e fazer seu papel de cidadão.

Ou então você poderá, de certa forma, sentir-se aliviado porque, no fim das contas, o seu time era bom como você pensou que fosse, mas o cara ama dinheiro mais do que tudo (vergonha pra ele) e, uma vez descoberto e punido, tudo se resolve e a vida segue.

Mas, e se tinham condições de ganhar o jogo, se ninguém pagou dinheiro algum e mesmo assim o resultado foi esse? O que fazer com uma constatação dessas? Então os jogadores simplesmente desprezaram o seu escudo por nada?

Não, impossível. Impossível pensar que os jogadores manchariam uma história que você ama tanto sem receber, hipoteticamente, alguns milhões em troca. Nesse caso, a revolta de alguns se tornaria maior, ao ver sua paixão desprezada a troco de nada.

Independentemente de qual dessas hipóteses o torcedor acredita, é preciso tomar providências.

Qualquer que tenha sido o motivo da derrota por 6 a 1 para um time que não ganhava de ninguém, torna-se claro que o trabalho precisa ser repensado e ganhar novo rumo. E, para começar a rever esses caminhos, o jornalista Mário Marra faz alguns apontamentos:

“Entendo que Alexandre Kalil simplifica muito a conversa quando fala em atuar diretamente e apenas no bolso dos jogadores.
 Em algum lugar da caminhada, em algum ponto da relação com os jogadores, é necessário que eles saibam da grandeza e do passado do clube.
 É necessário pontuar com cada um o que representa um clássico da dimensão de um Atlético x Cruzeiro.
 Não deve ser só em “dinheirês” a conversa. 
É preciso criar nos jogadores alguma identificação com a instituição. (…) Para entender que é necessário voltar a crescer é preciso não se iludir.” (fonte: blogdomarra)

Investigue-se o que tiver que ser investigado. Mas que isso não sirva para desviar o olhar de tudo aquilo que precisa ser consertado há muito tempo e que não tem nada (ou talvez tenha tudo) a ver com o clássico de 04/12/2011.

NOTA DO BLOGUEIRO: Todas as possibilidades que a autora citou se restringem ao terreno das hipóteses, retratando aqui as dúvidas que já estão nas ruas. Não há nenhuma acusação a quem quer que seja. Todos os envolvidos são inocentes até que se prove o contrário.

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O ATLETICANO HOJE É UM ZUMBI SEM RUMO!

Levar de 6 faz parte do futebol. O que não faz parte do jogo é a apatia e a IRRESPONSABILIDADE com que foi jogado.

Poucas vezes na vida me senti tão envergonhado como ontem. Que sejamos goleados por outros adversários, mas por cruzeiro e Flamengo não dá pra engolir. Para a nação atleticana, isso é inadmissível!

Afora o fato de que, ali em campo, tínhamos a melhor defesa do returno contra o pior ataque. O ataque do cruzeiro, até então, era de riso ou de raiva. Não fazia nem cosquinhas.

Tínhamos todas as ferramentas para alcançar uma vitória ansiada pela torcida e despachar o cruzeiro para a segunda divisão, porém, a garra, a raça e a vergonha na cara foram esquecidas em casa.

É extremamente simples encontrar o motivo da mais vexamosa derrota do Atlético na história desse clássico:

O CRUZEIRO ENTROU E JOGOU, ENQUANTO O GALO JÁ ESTAVA DE FÉRIAS!

Os jogadores do Atlético não deram a menor bola para a torcida, que esperava deles algo parecido com hombridade e amor à camisa.

Para eles, que formam o plantel mais caro da história alvinegra, a meta já tinha sido alcançada na vitória contra o Botafogo. E só isso já bastava!

Tento compreender esse posicionamento, pois o jogador não é torcedor. Mas, por outro lado, não entendo porque, como profissional, não tenha defendido com honra a camisa que é PAGO PARA DEFENDER em todas as circunstâncias, valendo pontos ou não.

E muito bem pago, por sinal.

A de ontem não valia nada, mas mesmo assim, deveria ter sido encarada, no mínimo, com ética e profissionalismo.

O que não ocorreu. Uma decepção gigantesca que nos envergonha a todos.

E que nos faz encarar o Atlético de uma forma mais amarga daqui para a frente.

Nós somos o amor que oxigena o clube, mas talvez sejamos os únicos. Talvez sejamos um Dom Quixote da vida, lutando uma batalha sem glória e sem honra.

Temo que, tal e qual Dom Quixote, tenhamos fechado os olhos para a realidade porque a realidade é dolorosa demais para nós!

O atleticano, nesta segunda-feira, é um zumbi sem rumo!

E o pior: HUMILHADO!

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A seguir, a entrevista do Kalil concedida hoje, na sede do Atlético.

O PALHAÇO DA HORA É O CRUZEIRO.

Em seus dois anos de existência, o L&N nunca teve como tema principal o clube do lado afrescalhado da lagoa.

Talvez porque, para nós, ele é tão insignificante que não vale a pena citá-lo.

Ou porque aqueles que vestem azul sejam tão arrogantes dentro de sua pequenez, que causa uma certa náusea falar deles.

Mas qual o motivo que me leva a transformá-los, de repente, no assunto central de uma crônica escrita em um dos latifúndios mais atleticanos da globosfera ?

A resposta é: nesta semana, não somos nós o alvo na berlinda. Não somos mais a bola da vez.

O palhaço da hora é o cruzeiro (peço perdão se já mudaram de nome e eu não fui comunicado!).

O mesmo clube que só cresceu às custas de Tostão, Dirceu Lopes, Natal, Wilson Piazza, Evaldo, etc, lá nos idos longínquos dos anos 1960.

Uma geração vencedora (é verdade) fez crescer uma torcida que até então, era menor que a do América.

Mas cresceu errado. Cresceu tão somente escorada em títulos. Quanto mais títulos, maior a torcida.

A grande maioria formada por simpatizantes oportunistas, que escolhem o clube que está vencendo, ou que gostam mais do azul do que do preto e branco ou do verde e preto. Na verdade, uma escolha mais estética do que de sangue, de amor, de paixão.

Enfim, uma torcida que migrou da turma de indecisos. E indecisos permanecem na sua essência até hoje.

Estou dizendo tudo isso porque se aproxima a hora de o cruzeiro experimentar o inferno da segunda divisão.

E quero ver se, tal qual o glorioso Galo das Alterosas, a sua torcida permanecerá presente, irmanada até na medula espinhal em prol da equipe. Será? Será mesmo que conseguirão?

De 2005 a 2010, o Atlético, mesmo passando cagaços em cima de cagaços, foi o terceiro clube que mais cresceu em número de torcedores no Brasil (mais de 1 milhão e 200 mil torcedores). Acima dele, só Corinthians e São Paulo.

O cruzeiro cresceu, apesar de todas as suas propaladas conquistas, inclusive o “título” de Barcelona das Américas, pouco mais do que cem mil torcedores. Repito: POUCO MAIS DE CEM MIL TORCEDORES!

Isso diz alguma coisa? Na minha modesta opinião, significa que a torcida do Galo é autêntica, de RAIZ, composta por torcedores que, independente das merdas que o time faz, é atleticana até na hora da chamada inevitável de Deus.

Se o atleticano tiver uma bandeira do Galo sobre o seu caixão, ele irá em paz e morrendo de rir dos que ficam! E, ao lado de Deus, ele dará um jeito de, sutilmente, influir naquelas bolas tortas que pegam na perna do zagueiro e acabam entrando. Vocês não viram o gol do Leonardo Silva contra o Coritiba?

Superamos a segunda divisão com mais torcedores do que antes porque os pais são tão atleticanos, mas tão atleticanos, que incutem nos filhos o amor ao Galo desde os primeiros dentes, desde os primeiros passinhos que mais parecem uma pipa dando buscadas. Alguns forçam a natureza e querem ANTES! O grito de Galoooooooo é sagrado, é imortal!

Um pai atleticano se emocionará às lágrimas, se o seu bebê gritar GALO antes de falar PAPAI. Loucura? Pode até ser, mas corre no sangue e não tem cura.

Se o cruzeiro _ o time que em seu hino valoriza mais a vaidade do que o amor verdadeiro _ cair para a segunda divisão, e se permanecer nela, não duvido que, daqui há poucos anos, o América supere novamente a torcida de ocasião.

Não tendo títulos, não tem torcida! É esta a filosofia azul.

Não há nela riqueza de espírito suficiente para segurar a onda!

Não há RAIZ! Não há BERÇO!

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HISTÓRICO PRA QUEM?

Domingo dia 04 de dezembro, última rodada do Campeonato Brasileiro, pode ser uma data que ficará marcada por muito tempo. Atlético x Cruzeiro se enfrentam na Arena do Jacaré decidindo a permanência ou não do clube celeste para a Série A do ano que vem. Uma partida histórica.

Histórica pra quem?

Obviamente que todo (repito: TODO, sem exceção, generalizadamente) torcedor do Atlético quer uma vitória e a queda do rival. Mas para a instituição Clube Atlético Mineiro este jogo não vale absolutamente nada. Vale para a torcida. Não para o clube.

Vamos entender: O Atlético não decide título neste jogo. Não decide a permanência para a Série A de 2012. Não decide vaga em Copa Sul Americana (que apesar de importante, todo mundo sabe que é sempre deixada de lado na hora H). O Atlético não tem nada a perder com este jogo. Absolutamente NADA. A não ser a chance de decretar o rebaixamento do maior rival. Mas repito: isso não é título. Isso não entra para as páginas de 103 anos de glórias do Atlético. Entra para as da torcida, que caso isso aconteça, será um fato que daqui a 60 anos ainda se ouvirão comentários acerca do fato. Mas encaro isso como absolutamente natural e não como um jogo decisivo.

E mais: esse jogo só entra para a história no caso de derrota e queda do Cruzeiro. Sob qualquer outro aspecto, será só mais um Atlético x Cruzeiro para a galeria das centenas desde 1921.

Em caso de vitória do Cruzeiro, logicamente veremos carreata, queima de fogos, carnaval, por parte da torcida que diz que nunca, jamais, em hipótese alguma, comemoraria permanência na primeira divisão, mas é coisa de torcedor, perfeitamente entendível.

Em caso de vitória do Atlético e queda do Cruzeiro, o torcedor comemorará pela RIVALIDADE que sempre existiu (e que deve ser comemorada, pois é disso que vive o futebol), mas não como uma conquista pessoal do Atlético. Não vale nada. Não é troféu. Não é glória para o Clube como instituição. É unicamente festa pra torcida. É unicamente, lenha na fogueira da eterna rivalidade Alvinegra x Azul. Só isso.

Logo, conclui-se que o jogo vale infinitamente mais para os rivais do que para o Atlético. O Galo já fez a parte dele neste campeonato. Parte essa, ridícula por sinal. Portanto, vejo o jogo de domingo apenas como mais um jogo. Que deve ser encarado com a seriedade e o profissionalismo que um clássico mor de Minas Gerais exige.

O Atlético tem que vencer. Mas não por quem quer que seja. Tem que vencer, pois essa é a obrigação do Clube Atlético Mineiro registrada em seu hino. E porque é um clássico.

Que vença o Galo!

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UM AEROPORTO, UMA LIVRARIA E… DIEGO SOUZA.

Texto de Jurandir Júnior, amigo do Coruja, leitor assíduo do L&N e atleticano exilado no Rio de Janeiro.

Sábado, 24/09, Aeroporto Santos Dumont, Rio, 08:00hs, véspera de cruzeiro X Vasco, na Arena do Jacaré.

Estava eu na livraria da sala de embarque quase vazia, quando vi uns “elementos” com camisas do Vasco. Olhando direito, vi meu xará, Juninho (chamado por aqui de “Reizinho da Colina”) pagando no caixa.

Continuei lendo o livro que eu estava “filando” sem querer gastar.

Aí, entraram mais três com uniformes do Vasco. Um jogador, que não sei o nome, um auxiliar de alguma coisa e… o Diego Souza.

Os três brincavam com uma revista _ acho que a Placar _ que tinha o Dedé, zagueiro deles e da seleção (bom zagueiro) na capa, quando o Diego Souza falou: “Olha, eu trabalho com outro tipo de revista.”

E foi pegando umas duas tipo Playboy, Sexy. O outro boleiro falou: “Pô, Diego, vai levar estas revistas pro quarto? Amanhã, precisamos de você, veja lá…”

E o Diego Souza: “Então, me deixa solto, pô!”

Fiquei ali ouvindo… não mais que ouvindo. Quando vejo esses caras, por uns minutos, fico é querendo ser um deles. Querendo muito. Às vezes, ainda acho que vim a este mundo pra jogar bola. O resto é só o que faço pra esquecer…

Então, fui falar com o Diego Souza: “Diego, parabéns pela convocação. Eu, como atleticano, preferia que você tivesse ficado no Galo”. Ele: “Pô, valeu, obrigado. Pois é, também queria que tivesse dado certo lá. O Clube é muito bom, muita gente boa lá. Mas nem sempre acontece como a gente quer…”

No dia seguinte… vocês sabem… estava lá o próprio, destruindo os smurffs e fazendo aquela linda comemoração em homenagem ao Galo.

Na verdade, fiquei puto da vida com o Diego Souza quando ele custou a entrar em forma (e nunca entrou) no Galo. Mas lembro-me de bons jogos dele (por exemplo, uma vitória sobre o Goiás, no Serra Dourada), e realmente não gostei quando ele saiu.

Acho que faltou inteligência ao Sr. Quem-Vai-Armar-Dorival (uma lástima de “treineiro”!), porque estou cada vez mais convencido de que o único benefício que um treinador pode fazer a um time é incutir vontade nos sujeitos.

E, pra isso, é preciso dominar a arte que pendula entre o prender e o “deixar solto”.

Abraços e saudações alvinegras,

Jurandir Júnior

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JOÃO 2 X 1 MARIA. E NÃO É QUE ESTAMOS EVOLUINDO DE VERDADE?

A segurança dos jogadores do Galo foi tão consistente, que eu achei, sinceramente, que o resultado seria uma goleada.

E tivemos oportunidades para fechar o caixão hoje, pois quase todos os ataques do Atlético foram incisivos e perigosíssimos para a meta de Fábio.

Eu gostei do que vi. Não vou dizer agora que é o melhor time do Brasil, porque isso seria uma sandice digna de internação no Galba Velloso.

Mas garanto que a equipe, parafraseando Mancini, daqui para frente venderá caro qualquer eventual derrota.

Desde a saída de Zé Luis e Ricardinho, poucas vezes eu vi, nos últimos anos, um time com tanta gana de vencer.

A equipe está compensando flagrantes falhas de qualidade com uma garra impressionante.

Os caras estão disputando cada dividida com o coração na mão, com a alma na ponta da chuteira. Os atletas do Galo estão tirando bola rasteira de cabeça!

Esse é o verdadeiro Galo, esse é o espírito que sempre norteou as nossas jornadas! É esse amor dentro de campo que sonhamos rever!

Hoje, depois do espetacular gol do Mancini _ digo espetacular porque eu sei o quão difícil é marcar um gol daqueles _ o Atlético se resguardou na defesa até sofrer o empate, numa bobeira de Patric no ataque.

Após o gol de empate, o Atlético partiu outra vez para cima do cruzeiro.

Passes rápidos, triangulações, 2-1, lançamentos enfiados entre os zagueiros, tranquilidade na saída de jogo, poucos passes errados…

Enfim, uma equipe de operários, sem grandes nomes, mas que se doaram em cada palmo do gramado, em cada pulsação de suas veias.

A verdade é que o Galo, amparado e aquecido pelo coração preto e branco de seus garotos da base, se agigantou nas quatro linhas. E jogou sem medo e sem respeito.

E demonstrou ser um time muitíssimo bem treinado. Não pelo resultado, mas pelo contexto.

Ninguém mais levanta a cabeça (e atrasa a jogada) para ver quem está ao lado para receber o passe. O movimento é automático. Toma lá, dá cá.

Vi lançamentos no vazio que o Guilherme Santos sequer olhou para quem estava lançando. E a bola chegou ao seu destino, quer seja nos pés do Magno Alves, quer seja nos pés de Mancini. E outros mais.

Entretanto, quando Daniel Carvalho entrou em campo, foi como se o tempo parasse. Lento e omisso, contribuiu para a perda do meio de campo no segundo tempo. Não tem o perfil para fazer parte de um time veloz.

Aos que diziam que não jogamos contra ninguém até agora, hoje medimos força contra o Barcelona das Américas, considerado pela mídia transloucada e imbecil como o melhor time da América do Sul.

E pra ser absolutamente sincero, o América deu muito mais pressão!

É duro destacar os melhores jogadores do Galo hoje sem cometer injustiças.

Mas eu, na minha modesta opinião, diria que Mancini (um primoroso primeiro tempo), Serginho e principalmente Giovanni, foram os donos da partida.

Mancini talvez tenha feito a sua melhor partida pelo Atlético. O cara, contagiado pela garra da garotada, correu como um menino. Além de meter um golaço e de distribuir o jogo no ataque. Nota 9.

Serginho novamente se desdobrou. Num determinado momento, eu o vi na área do cruzeiro e segundos depois, tomando uma bola do Ortigoza na nossa linha de fundo. Inacreditável! E não errou passes. Em futebol, treinamento é tudo! Nota 9,5.

Giovanni marcou com competência, tomou porrada, foi pra dentro dos caras,  lançou bolas preciosas para os atacantes, jogou perto da área adversária, cobriu a zaga e a lateral esquerda e ainda, para coroar o seu show particular, provocou a expulsão de Montillo. Este foi nota 10!

Faço uma menção honrosa em defesa de um jogador que a torcida vaia com a maior facilidade do mundo: Patric. Jogou muito o garoto! Errou? Sim, no lance do gol do cruzeiro.

Mas qual outro jogador dentro de campo deu mais sangue que ele? E meteu o gol da vitória, ainda por cima. E quase fez o terceiro! Ora, vamos estragar mais um? Deixa o cara jogar, pô!

Eu era contra a sua manutenção. Não sou mais. Não sou burro de defender idéias só para dizer que estou certo.

Enfim, foi um jogo bem jogado. Em alguns momentos, o Galo me deu a impressão de um time super experiente.

Porque isso? É a força do vestiário, minha gente!! É o técnico que incute na mente da equipe o que ela será dentro de campo.

E isso é para poucos! Salve Dorival Júnior!

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A SAGA DOS INFILTRADOS NO PARQUE DO SABIÁ.

Kaique (à esquerda) e William, infiltrados no Parque do Sabiá.

Eu (Kaique) e meu pai chegamos ao Estádio Parque do Sabiá para não deixarmos o nosso Galo sozinho.

Seguimos para os portões 11 e 12, arquibancadas especiais onde se encontram o maior número de cruzeirenses.

É uma situação inusitada para mim. Estar em meio a tantas camisas azuis não combina com o meu gene, nem com a minha personalidade e muito menos com paixão alvinegra que carrego no peito.

É algo frio e distante, muito diferente do calor acolhedor de milhares de camisas atleticanas ao meu redor. Por isso, estou nervoso e deslocado aqui. Olho para cima e vejo o William (sósia do Tardelli)  perto das cabines de rádio.  Ligo para ele e o aviso da nossa posição.

Imediatamente, ele desce até nós e sussurra: _ “Vou tirar vocês do meio desses cruzeirenses. Voltem para o portão de entrada”. Seguimos as instruções do amigo. Ajudados por uma mulher no portão, vamos agora para as cadeiras numeradas.

Estou me sentindo como um espião infiltrado em território inimigo. Tenho de cuidar de meu sotaque para não ser descoberto. Será que atleticano tem sotaque diferente de cruzeirense? Se tiver, tô ferrado!

Muitos azuis desconfiam que o William é o Tardelli. Alguns mais incomodados soltam alguns palavrões à sua passagem. Policiais oferecem proteção, caso algum insano _ e burro _ decida agredi-lo. Mas um boné e um par de óculos escuros resolvem o problema. De repente, William já não é mais o Tardelli.

O pai do Kaique, o locutor Caixa e Kaique.

Finalmente, a bola rola. Faço o sinal da cruz em busca de proteção divina. Sei que Deus é Pai de todos, dos cruzeirenses também, mas não custa nada tentar obter uma ajudinha. Vai que os azuis esqueceram de se benzer e eu, com a minha fé, passo o meu Galo à frente na preferência divina, uai!

E não é que deu certo? Logo aos sete minutos, no cruzamento de Leandro , Obina cabeceia e é GOOOOOOOOL do GALO!

Emoção, alegria e adrenalina no pico e sem poder extravasar. Comemoro por dentro, porém, sou incapaz de dissimular a cara de felicidade. Olho de soslaio as expressões frustradas ao meu lado e me pergunto se elas viram o meu largo sorriso.

À nossa frente, mais ou menos umas três fileiras, um infiltrado não agüenta e manda o disfarce pras cucuias.  Levanta-se, bate no peito e grita um GALOOO de todo tamanho. Cruzeirenses o xingam alucinadamente, mas ele é retirado com rapidez pela polícia.

E logo vem o segundo gol de Obina. A minha alegria gigantesca contrasta radicalmente com o silêncio que se segue no estádio. Sinto que vou explodir ou então meu coração saltará pela boca. É uma tortura chinesa perversamente criada nas masmorras medievais, não é possível!

E eis que o juiz resolve dar o serviço e marca um pênalti inexistente de Werley. Custo a crer que seremos roubados de novo. Mas Montillo inventa uma cavadinha e bate para fora!

É como um verdadeiro gol do GALO ver a tristeza nos rostos da torcida do Palestra. Sei agora que tornei-me um sádico.

Olho para o meu pai e ele me devolve um sorriso cúmplice. Meu pai está feliz demais! E lá vem o terceiro gol! Jesus! Como faço para aprisionar tanta alegria dentro de mim?

Estamos no segundo tempo. Escanteio a favor do Atlético, Rever sobe e cabeceia para dentro. É o quarto gol! Ver o meu GALO goleando o cruzeiro enche meus olhos de lágrimas. Já não consigo disfarçar a emoção. Fecho os olhos, respiro fundo e seguro firme na cadeira para não soltar o nosso grito de guerra!

Após os dois gols da reação cruzeirense, a torcida azul enlouquece. A enorme apreensão me deixa nervoso. Vai que esses caras empatam. Toda a felicidade minha e do meu pai pode escapar por entre os dedos.

Mas não. Hoje é o nosso dia. Agora temos Renan Ribeiro e dez guerreiros que honram o manto sagrado que vestem. Ufa! Acaba o jogo. E lá fora, em território livre, eu e meu pai nos abraçamos emocionados. Agora as lágrimas já podem vir a vontade.

Em toda a minha vida, nunca esquecerei este dia. Os infiltrados apaixonados venceram!

TEXTO ESCRITO POR MIM, BASEADO NA HISTÓRIA QUE O KAIQUE ME CONTOU POR EMAIL. ESPERO TER CAPTADO _ E TRANSMITIDO _ TODAS AS EMOÇÕES QUE OS INFILTRADOS SENTIRAM NO PARQUE DO SABIÁ.

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CRUZEIRO 3 X 4 ATLÉTICO. E TODA ARROGÂNCIA FOI CASTIGADA!

Sabem aquele vizinho que se acha o gostosão do pedaço e é arrogante até não mais poder?

Sabem aquele colega de trabalho que arrota as maiores besteiras como se fossem a mais pura expressão da genialidade?

Eu tenho certeza de que vocês sabem, pois já passaram por isso. E quem não teve de tolerar uma pessoa assim em algum momento da vida?

Pois foi exatamente o que suportamos antes do clássico: um vizinho destilando arrogância e um colega de trabalho com a empáfia transbordando pelo ladrão.

Mas a certeza que eles tinham da vitória foi pro ralo com a rapidez de um Fórmula 1.

E não foi uma derrota de 1 ou 2 não!

Foi de 4, atendendo aos insistentes pedidos dos próprios cruzeirenses, porque, sei lá por quais motivos, é essa a posição preferida deles.

Não estou tripudiando sobre os derrotados, mas não existe nada melhor nesse mundo do que saborear uma vitória sobre o mauricinho da rua G, quando o mauricinho da rua G canta vitória antes da hora.

Ganhar do cruzeiro é o supremo prazer da vida de quem tem o sangue preto e branco.

Ah, meus amigos, é como fazer amor com a Cameron Diaz. E se isso é tripudiar, então estou tripudiando mesmo e pronto!

Mas vamos à história do jogo:

O Galo entrou em campo concentrado. Congestionou o meio de campo e não permitiu que os moços azuis, principalmente Montillo, o tal cabalero azul (é cada apelido delicado que vou te contar!), fizessem algo de produtivo.

E quando o Atlético já metia 2 a 0, o juiz marcou um penalti que só ele, em sua criativa imaginação, viu.

Ainda bem que a arrogância traiu Montillo, que tentou uma cavadinha para humilhar Renan Ribeiro. E o tiro saiu pela culatra.

O castigo veio a jato, logo a seguir, com Obina dividindo uma bola cruzada por Serginho e botando a terceira bolinha na caçapa.

O primeiro tempo foi do Galo até os 30, 35 minutos. Compacto no meio, forte nas pegadas e com todos os atletas se ajudando, não se incomodou em jogar feio na defesa ou em qualquer lugar aonde a bola fosse objeto de disputa.

Se a equipe tivesse ido para o intervalo sem levar aquele gol do Gilberto, a história do segundo tempo teria sido outra.

Mas levou. E isso fez com que o cruzeiro se motivasse e se apegasse a uma centelha de esperança.

Esperança esta muito reforçada pela atuação do trio de árbitros, que vestiu a camisa do clube do lado assoreado da lagoa desde o início do jogo.

Faltas inventadas, cartões amarelos em profusão só para os jogadores alvinegros, vistas grossas para as faltas do cruzeiro, 5 marcações de impedimentos inexistentes, etc, etc, etc.

Isso significa dizer que o Galo, além de enfrentar uma boa equipe (que, sem dúvida, o cruzeiro é) também enfrentou quem tinha a obrigação de ser imparcial e não foi.

Nós temos ainda vários problemas de conjunto e de postura. Se não os tivéssemos, o resultado teria sido uma sonora goleada.

No mínimo, 4 a 1. Pois a partir do quarto gol, desceu aquela névoa costumeira na cabeça dos jogadores, que se distanciaram uns dos outros e não persistiram na pegada que imprimiam antes, além de se retraírem ainda mais.

A verdade é que houve uma certa acomodação.

Deram espaço novamente e o cruzeiro aproveitou o cochilo para marcar mais dois.

O incrível é que, ao encostar no placar, a equipe azul se cansou. E não incomodou da forma como vinha fazendo desde o apito inicial da segunda etapa.

E o Galo pôde respirar novamente. Dos 35 minutos até o fim do jogo, foi o único momento em que o Galo não levou sufoco, por mais curioso que possa parecer.

E quase marcou o quinto gol em um contra-ataque rápido com Daniel Carvalho, que só não converteu porque não tem o pé direito.

Não vou ressaltar os destaques do Galo, porque a vitória foi de todos e posso cometer injustiças. Louvem-se a luta e a raça demonstradas pelo time.

Contudo, não falar das atuações de Réver e de Obina  também seria injusto.

Réver foi o melhor jogador da partida. O capitão alvinegro se multiplicou em campo. Tanto pelo alto quanto por baixo, foi um monstro. E gritou com todos o tempo inteiro. Posso dizer que é o zagueiro dos sonhos atleticanos. Uma verdadeira muralha ali atrás.

E a presença de Obina na área foi fundamental para o resultado. Ao marcar 3 gols em uma partida tão importante, Obina se consolidou como um verdadeiro ídolo da Massa.

Enfim, espero que o Galo aproveite este resultado espetacular para se fortalecer mentalmente.

Agora fora da zona de rebaixamento, tem tudo para se distanciar e consolidar uma firme recuperação sob o comando inteligente de um técnico de verdade.

O manto sagrado está sendo respeitado novamente, depois de quase ter sido rasgado por um moleque irresponsável.

É a hora da retomada. É a hora de partir para as cabeças, meu Galo!

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VERGONHA: A MINORIA AINDA GANHA POR UNANIMIDADE!

Desde que o L&N existe, eu nunca comentei jogo do cruzeiro. E seguirá sendo assim.

Mesmo hoje, após a raposinha felpuda e perfumada ter sido estuprada, sem carinho e sem beijinho na nuca, em pleno Mineirão, não se fará aqui nenhuma menção aos lances do jogo, a não ser aqueles que escandalizaram o Brasil inteiro.

Porque foi uma vergonha divulgada do Oiapoque ao Chuí, não só em Minas.

Ontem, um árbitro e dois bandeirinhas, da forma mais desavergonhada, operaram o Ipatinga sem anestesia, principalmente no primeiro tempo.

Um gol legítimo de Alessandro anulado, um penalti claríssimo de fábio sobre Danilo Dias (e neste caso, o goleiro seria expulso) e outra penalidade máxima sobre Alessandro, em cima da linha da grande área (que faz parte da área). O penalti dado ao cruzeiro foi infinitamente menos claro do que os a favor do Ipatinga, não assinalados.

Afora lances que Ricardo Marques Ribeiro, o pseudo-juiz, interpretou sob a luz tendenciosa de um fanático torcedor crucru.

O placar de 3 X 1 não reflete, em absoluto, o que aconteceu em campo, pois no segundo tempo, foram marcados, de forma irregular, mais dois impedimentos de Alessandro na cara do fábio.

Ontem, o time do Vale do Aço merecia vencer de 7 ou 8, no mínimo. Só não o fez por causa da atuação mais ridícula e mais mal intencionada que eu já vi de um árbitro, depois da roubalheira protagonizada por José Roberto Wrigth, no Serra Dourada em 1981. Esta não será superada jamais.

Se o trio de árbitros pudesse, eles teriam enfiado a equipe do Ipatinga dentro de um tanque cheio d’água e soldado a tampa.

Mas não podem… por enquanto. Porque, a permanecer essa vergonha, não duvidem que surrealismo pode virar realidade no futebol mineiro.

Quando o presidente da FMF seguiu junto à delegação do cru para o Chile, ali já se divisava que algo de podre poderia ocorrer na volta.

Mas se esperava uma discrição maior, uma atuação sorrateira e disfarçada. Digamos, uma garfada mais bem elaborada e ladina.

Mas não. O que aconteceu foi às vistas de todo o Brasil, da forma mais despudorada possível.

Como se zombassem da capacidade punitiva dos órgãos esportivos, principalmente da FMF. Mas de que forma uma punição pode vir da FMF, se esta também é suspeita de chafurdar nesse lamaçal?

Isto vem de muito tempo, não é coisa de agora. Só que extrapolaram todas os limites da decência esportiva.

Para ganhar o jogo ontem, o Ipatinga teve de derrotar 14 elementos em campo. E mesmo assim, acabou o jogo com 2 expulsos. E se houvessem mais uns minutinhos, mais uns 2 seriam colocados na rua.

O tempo dos coronéis já se foi há muitos anos. Os votos de cabresto hoje só existem nos rincões mais remotos deste país. Naqueles tempos, a minoria ganhava por unanimidade!!!

Será que, nestes tempos modernos, quando a tecnologia televisiva escancara os atos de um juiz para milhões de telespectadores, ainda haverá espaço para manipulação de resultados?

Após o jogo de ontem, só posso deduzir que a cara de pau é tanta, que voltamos aos tempos dos coronéis e até a tecnologia de última geração está sendo solenemente desdenhada.

Mandaram uma banana para todos os valores de ética e correção. Esta é que é a verdade!!

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A FMF MERECE UM PÉ NA BUNDA! QUE OS JUNIORES JOGUEM O RESTANTE DO CAMPEONATO!

Depois de mais uma palhaçada de um juiz do quadro da FMF, que expulsou o Leandro, do Galo, numa jogada que nem falta foi;

Depois de constatar que o árbitro usou novamente de critérios distintos para a condução do jogo, uma vez que qualquer faltinha do Galo virava faltona e as do América/TO nem interrompiam a jogada;

Após verificar que só uma pessoa insana, dessas que comem sanduíche de patê de vidro moído, poderia ter a desfaçatez de  dar prosseguimento ao jogo em um campo mais alagado que a lagoa da Pampulha;

NÓS CHEGAMOS À SEGUINTE CONCLUSÃO:

Nós estamos sendo roubados em conta-gotas, minados minuto a minuto, dentro de um campeonato caipira que não traz benefício nenhum ao Galo se conquistá-lo ou não.

Neste momento, o campeonato mineiro só serve para desgastar os jogadores e tirar o foco da Copa do Brasil e mais para a frente, da Sul-Americana.

O cruzeiro tomou conta da FMF e apita os jogos do Atlético por telefone!!!

O apitador em campo não passa de um boneco de ventríloquo, um pau mandado a serviço da enseada das garças.

Então, se é assim, que botemos os juniores para jogar e um ou outro profissional que tenha de pegar ritmo de jogo atue de vez em quando.

Ou até mesmo, para não deixar de treinar o time de cima para a Copa do Brasil, que este só jogue contra equipes menores. Que os clássicos sejam disputados pelos juniores, sem a presença da torcida alvinegra.

Pois a FMF recebe percentual das rendas. E percentual de zero é zero.

Que a Federação Mineira passe a depender somente das rendas da torcida cor de rosa para ver o que é bom pra tosse!  Se depender só deles, até quando a FMF vai continuar funcionando? Não dou um ano! Percentual de mixaria é mixaria!

O Leandro foi expulso e terá de cumprir a automática? Ué, mas o Wellington Paulista também o foi e não teve de cumprir nada disso.

Que o Atlético entre com uma liminar devidamente assinada por um juiz atleticano (já que virou bagunça, vamos participar dela!) e transforme a suspensão automática em 5 cestas básicas!

Porque vale para eles e não vale para nós? Afinal, a absolvição do cruzeiro no caso Wellington Paulista agora virou jurisprudência!!

Nós podemos sim, dar um fim nessa festa corrupta e desavergonhada que tomou de roldão os bastidores do Mineiro. Afinal, somos o clube que sustenta a FMF com rendas altas.

Nós podemos acabar com esta mesada em dois tempos. Basta querermos!

Como um verme parasita, a FMF está chupando o nosso sangue de canudinho.

Se o Kalil decidir jogar com juniores, este blog estará ao lado de nosso presidente.

Disputar um campeonato sem credibilidade nenhuma, e que nem o título nos renderá algo de bom, só serve para desestabilizar o Galo e matar todo mundo de raiva.

Ainda mais se considerarmos as armações que o cercam e que só nos prejudicam.

Não, meus amigos, não vale a pena!

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AOS AMIGOS, OS FAVORES DA LEI – CRÔNICA DE FLÁVIO ANSELMO.

Flávio Anselmo é jornalista, escritor, advogado e pós graduado em docência superior e especialista em técnicas de redação.

Este artigo foi copiado do blog DE PEITO ABERTO, o qual recomendo a todos, por tratar-se de um dos jornalistas mais sérios de nosso estado.

http://flavioanselmodepeitoaberto.blogspot.com/2010/03/aos-amigos-os-favores-da-lei.html

Vamos ao que diz o prezado Flávio Anselmo:

O TRIBUNAL PLENO de Justiça Desportiva ignorou a lei, as normas da Fifa, e absolveu o Cruzeiro da perda de pontos. Bem feito pra mim que acreditei na possibilidade de se aplicar com honestidade a lei do futebol. Mas, este filho do puro Sodico esperava o quê?

NO PAIS DE Marcos Valério, de Maluf, Roberto Jefferson, Arruda, e mil outros espertos como Clésio, Eduardo Azeredo, Collor, José Dirceu, Genoino, se haveria de esperar que a lei fosse aplicada justo no futebol, onde o mais bobo dá nó em pingo dágua?

NÃO SE DEVE esquecer nunca que este é o País, este é o Estado do Serial Killer que já havia matado um bebê de três meses, foi artífice do latrocínio que matou um taxista pai de família ; já havia trocado tiro com a Polícia e apesar de tudo isso vivia tranquilo com a mulher e cinco filhos até estuprar e matar cinco mulheres inocentes.

É O PAIS onde a Justiça devolve os feéricos automóveis comprados com dinheiro do tráfico porque não havia mais vaga no estacionamento da polícia. Não precisamos de terremotos devastadores: vivemos cotidianamente no epicentro de um 11,9.

UM DOS ARTIFÍCIOS que aprendi com o doutor Geraldo Barrote em meus 25 anos de advocacia é que “aos amigos aplicam-se os favores da lei; aos inimigos, a lei”. No Brasil tal artifício nem é lembrado.

PELO CONTRÁRIO, há sempre os favores da lei. A torcida do Cruzeiro comemorou e esqueceu-se do essencial: a grandeza de seu clube foi arranhada com o erro infantil cometido na escalação de Wellington Paulista.

QUALQUER DIA desses, o fato repete-se na Libertadores e aí não terá o Cruzeiro os amigos do Pleno do Tribunal de Justiça Desportiva pra pisotearem a lei, num esquema corporativista que livrou a cara do presidente do órgão que, indevidamente, transformou em ração, talvez pra animal, a pena que a lei impõe automaticamente ao jogador expulso.

MORRO DE vergonha! Não pela punição do Cruzeiro, deixo bem claro. Pelo golpe aplicado na lei. Espero que o Procurador não entre nesse jogo de corporativismo e faça sua parte com um recurso para o STJD, em defesa da dignidade do esporte.

AOS QUE me execram neste instante, por acreditar na lei, repasso a história contada por Krisnamurti: “o homem encontrou outro homem que, de posse de uma vassoura, varia em torno de si apenas, apesar do empoeirado local.

DISSE-LHE : “Meu senhor, por que varres apenas em torno de si, se todo salão está imundo?-

E O OUTRO respondeu o outro: “Não faço por egoísmo, mas por falta de condições físicas. Assim, deixarei ao menos meu lugar limpo para os novos que chegarem”.

PODEM rir de minha futurologia à vontade, mesmo porque não estou varrendo em meu redor. Eu torço pra que todos os que machucam a lei continuem vivendo nesta merda e a passem em frente aos novos céticos que virão.

COMENTÁRIO DO BLOGUEIRO: Ah, se todos os nossos jornalistas tivessem a isenção de Flávio Anselmo. Seria o mundo ideal… ou uma utopia!

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