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GRÊMIO 0 X 1 ATLÉTICO – NA BOLA E NA RAÇA!

A repetição de jogos sempre com uma enorme gana e a mesma obediência tática começam a consolidar um sentimento de segurança na mente do atleticano.

A Massa está voltando, pouco a pouco, a acreditar que é possível. E esse clima de confiança mútua é que dará a liga necessária para a equipe deslanchar de vez, tenho certeza.

Não ganhamos absolutamente nada ainda. Estamos apenas na 7ª rodada de um dos campeonatos mais difíceis do mundo. Mas se avaliarmos com justiça a doação coletiva do time em busca de um mesmo objetivo, nós temos de abraçar a mesma causa e seguirmos, time e torcida, por um só caminho, ao som glorioso de um só hino. E que, a partir de agora, se decrete o fim das vaias, PELO AMOR DE DEUS!

Ontem foi na bola e na raça! O Grêmio, no início, se lançou ao ataque como sempre faz no Olímpico. O Galo se retraiu demasiadamente e a impressão que se tinha era que o time sulista marcaria a qualquer momento.

Entretanto, o Atlético foi encaixando seu jogo de acordo com o que ia conhecendo de seu adversário. Em bloco defensivo sólido, contentava-se apenas com os contra-ataques, mas estes eram rápidos e agudos.

Num destes, depois de escanteio, Bernard alcançou uma bola perdida, aplicou dois lençóis em dois gremistas e serviu com afeto e com açucar a Jô, que estufou as redes de voleio. Um golaço que merece uma placa no Olímpico!

A partir daí, o Atlético se fechou ainda mais e apostou todas as suas fichas nos contra golpes. E foi assim até o final da partida. Sobretudo no 2º tempo, parecia que o Grêmio sufocava o Galo em seu campo. Mera ilusão. Enquanto o tricolor gaúcho atacava, o Atlético perdia gols. Mais um ataque do Grêmio, mais um gol perdido pelo Galo.

Uma palavra define bem o comportamento tático da equipe: CIRÚRGICO!

Enquanto a torcida gremista vaiava Ronaldinho Gaucho, Bernard partia como um bólido pela esquerda. Só a jogada do gol pagaria qualquer ingresso, seja VIP ou popular. Na minha opinião, foi novamente o melhor em campo. Outro destaque foi Danilinho. O sacrifício de seu próprio estilo em favor do trabalho coletivo, atuando entre os volantes e na cobertura do lateral-direito, além de encontrar forças para estar na área adversária, é digno de admiração de quem entende de futebol.

E na esquerda, Bernard fez o mesmo. Ouso dizer que Bernard e Danilinho hoje são o esteio do esquema do Galo, embora Bernard tenha um papel mais ofensivo que Danilinho. Sinceramente, com tanto esforço físico, receio pelas condições dos dois até o fim da temporada.

Destacar Pierre e Donizeti está virando lugar-comum. Ambos são um terror para qualquer oponente. Zé Roberto que o diga. O máximo que conseguiu foi simular faltas a toda hora e trocar passes laterais. A cada dia que passa, fica mais difícil suplantar a dupla de buldogues na proteção à zaga. Um completa o outro como azeite e salada.

Embora Bernard tenha sido o melhor da partida, sou obrigado a dar destaque especial  à hombridade de Giovanni. Entrou em campo sabendo que no próximo jogo estará na reserva de Victor. No entanto, honrou a camisa e agiu com personalidade ímpar. E, acabou fazendo a sua melhor partida pelo Atlético. Ontem, Giovanni defendeu até pensamento. Será uma peça importante na campanha deste ano, não tenha dúvidas.

Não há destaques negativos. TODOS deixaram no gramado do Olímpico o suor da raça atleticana.

Uma bela vitória que encheu a nação alvinegra de orgulho e de esperança!

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Assista aos melhores momentos:

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CENE 1 X 3 ATLÉTICO – CONTRATA MEIA, MALUF!

A cada dia me convenço mais de que ainda não temos time para disputar, de igual para igual, com os grandes deste país.

Contra o CENE, de Mato Grosso, as deficiências ficaram escancaradas.

Não pelo resultado, que foi excelente por eliminar o segundo jogo. Mas pela dinâmica de jogo, que não existiu.

No primeiro tempo, não houve esquema nem nada parecido. Havia dentro de campo um bando de jogadores correndo atrás da mesma bola.

Para um observador atento, em um time organizado, é fácil determinar se se joga no 3-5-2, ou 4-4-2, ou até mesmo no 4-2-3-1, que é o esquema mais mutável durante o transcorrer de uma partida. E outros desenhos táticos mais.

Mas está difícil cravar com certeza em qual esquema o Galo atua. O que se imagina no papel ao analisar-se a escalação é uma coisa. Quando a bola rola, é outra completamente diferente.

Claro que a baixa  produtividade de alguns atletas compromete o resultado final. Não há técnico neste mundo capaz de implantar um sistema com jogadores que não rendem aquilo que são capazes de render. No nosso caso, atuando abaixo da crítica temos Danilinho, Serginho, Richarlyson, Guilherme, Marcos Rocha (inexplicavelmente tímido com a camisa do Atlético), entre outros…

É gente demais produzindo pouco!

Por não ter um meia armador de ofício, daqueles que arredondam a bola e fazem-na correr em lançamentos ou enfiadas, Cuca tem montado o time de forma a povoar o meio de campo, aproximando os meias entre si e dos atacantes, com o intuito de agredir o adversário com passes rápidos e curtos.

É uma saída bem bolada essa. Seria excelente, não fosse a péssima qualidade do passe. E aí a rapidez vai pro saco! E tome contra-ataque. E de tantos erros sucessivos, os jogadores vão perdendo a confiança e acontece o que aconteceu ontem. O time vira um amontoado despersonalizado e sem estratégia.

Nunca o Galo necessitou tanto de um meia de ligação! Em outras formações, em tempos passados, ainda dava para jogar sem ele, devido ao perfil dos diversos grupos de atletas. Quando houve necessidade e não o tivemos, nos ferramos em preto e branco.

Desta vez, está claro demais. Sem um meia de ligação _ que Mancini não é _ o Atlético vai dar murro em ponta de faca durante todo o ano de 2012.

Há que organizar-se a equipe em campo. Há de se buscar um lateral esquerdo _ que Richarlyson não é… e confesso que não sei o que ele é! _ mais um goleiro gabaritado pagando-se o preço que for, o tal do meia armador e agora acrescento mais um: um atacante daqueles enfiados na área, que fungam no cangote do zagueiro o tempo inteiro, seja por baixo ou pelo alto.

Nesta Copa do Brasil, a nossa sorte é que os outros grandes também estão uma baba. Mas precisamos, por uma questão de oportunidade, largar na frente o mais urgente possível.

Seremos capazes disso com Eduardo Maluf, a lesma de Vespasiano, comandando as contratações? Responda você, caro leitor e amigo do L&N.

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NÃO VAI MUDAR!

O atleticano sofre quando o time faz uma campanha ridícula ou leva uma cacetada de 6 a 1 do maior rival. E, morrendo de vergonha, não pode nem enfiar a cabeça num buraco e desaparecer, porque, afinal,  a vida continua.

Como se não bastasse, ele, o atleticano, sofre também com a série interminável de desacertos que brotam como vermes na sede de Lourdes.

Um diretor de futebol que tem a desatinada coragem _ ou total falta de senso crítico _ de dizer que o time está pronto, que não precisa de mais reforços (indo contra a própria argumentação do treinador que os pede) é, no mínimo, um fanfarrão irresponsável.

Desde que essa draga aportou na Cidade do Galo, só fizemos fugir da segunda divisão. Não acertou nada, absolutamente nada!

A cereja (ou seja lá o que for que o leitor imagine que seja) do bolo, foi a contratação do “fenômeno” do Japão, Marquinhos Cambalhota.

E de lá para cá, dormiu no ponto nas contratações que exigiam disputa com outros clubes e só contratou quem estava pedindo pelo amor de Deus para vir ao Galo.

Escudero, que não está incluído nesse grupo, só veio porque não tinha um mísero clube lutando por seu passe. Se tivesse, meu amigo, adeus Escudero.

Então, um cara que há dois anos só faz m… no Atlético, tem moral para dizer que não precisamos de reforços, além dos que já chegaram? Em que ele se apoia para dizer isso? Na base que permaneceu no CT?

Caro senhor Maluf, essa base é a mesma que foi 15ª colocada no campeonato nacional e é o mesmo plantel que levou uma goleada histórica do nosso rival. Já esqueceu, seu incompetente? Foi você que os contratou!

Eu, do mesmo jeito que 99% da torcida atleticana, sempre me lembrarei daquele vexame. Maluf, ao contrário, porque não é alvinegro, não sofre na pele as consequências de seus erros na condução do futebol. O mais difícil para ele é contar o gordo salário que recebe todo santo mês.

Salário este oneroso demais se comparado à sua produtividade. O seu custo X benefício já bateu no vermelho! Em qualquer empresa, já teria sido demitido desde o final de 2010!

Culpa absoluta de Alexandre Kalil. A manutenção de Eduardo Maluf é de sua inteira responsabilidade e tenho a mais absoluta certeza que o apoia incondicionalmente, por mais absurdo que isso possa parecer. Por isso, já não espero nada de bom dessa dupla.

Chega de ficar calado esperando alguma coisa mudar. NÃO VAI MUDAR!

Mas se não mudam o rumo por lá, nós botamos a boca no trombone por aqui. INCANSAVELMENTE!

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