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A MÍDIA MINEIRA SOB O FOCO DA CÂMERA ATLETICANA – PARTE 5

Mais uma vez, Álvaro Damião, um repórter da Rádio Itatiaia que é “candidato a candidato” a vereador em Belo Horizonte, vem a público para aparecer às custas de declarações que colocam em cheque a verdadeira razão de Diego Tardelli querer voltar ao Clube Atlético Mineiro.

O aspirante a político disse textualmente “que espera que Tardelli venha para reforçar o Atlético e não as noites de Belo Horizonte, além de usar o CT como SPA”.

A insinuação maldosa é óbvia.

Este senhor, misto deplorável de candidato a político e jornalista, costuma conciliar a sua insignificância rotineira com espasmos de sensacionalismo oportunista, talvez para forçar maior audiência, mesmo usando meios apelativos.

Senão, vejamos:

– Em abril deste ano, o mesmo Alvaro Damião divulgou aos quatro ventos que Zé Luis faria declarações bombásticas sobre as verdadeiras razões de sua dispensa do Galo. Porém, a bomba virou um traquinho de nada pois o atleta só repetiu aquilo que todos já sabiam. Não tinha nada de novo, só propaganda enganosa.

– Depois, acusou Daniel Carvalho de beber muito, o que o próprio jogador negou de pés juntos e desafiou o filhote de político a provar. Até hoje Álvaro Damião não retornou ao assunto.

– Quando o episódio Daniel Carvalho aconteceu, um grande atleticano o questionou através do twitter. Álvaro Damião respondeu da seguinte forma, por DM: “Isso aí, caro […] , aparece algém (sic) pra falar e esta é a reação. PARABÉNS PELOS 40 ANOS SEM TÍTULO, é o que vcs merecem. Vamos pra cachaça.”  Descaradamente, desdenhou da torcida atleticana, a mesma que certamente lhe concede audiência suficiente para manter o seu ganha-pão mensal.

Leia o post do Lances&Nuances de abril de 2011, que tratou do assunto com mais detalhes clicando aqui.

Curiosamente, este cidadão sempre procura tumultuar a Cidade do Galo e nunca os do outro lado da lagoa. Muito estranho, de verdade, tanta “imparcialidade”.

Desta vez, ao acusar Diego Tardelli de retornar ao Galo só para frequentar as noites belohorizontinas e não para jogar, obteve resposta diretamente do acusado, através do twitter:

Nas respostas de Diego Tardelli, chama a atenção a frase “… e você É O ÚNICO que não tem moral nenhuma para falar de mim!”

Não foi a primeira vez que o filhote de político aprontou, ao desrespeitar a torcida alvinegra e seus jogadores. Então só posso deduzir que Tardelli sabe do que está falando ao formular a frase.

E o cara ainda quer ser eleito vereador. É brincar com a inteligência do eleitor brasileiro! Em outras palavras, é como se ele, Álvaro Damião, acreditasse que por aqui só existem burros de galocha!

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Crédito: Print dos tweets do Tardelli feito por Henrique Guzella. Para segui-lo no twitter, clique aqui

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O RETORNO DE DOM DIEGO TARDELLI

Aumentaram as especulações acerca do retorno de Diego Tardelli ao Atlético.

O próprio Tardelli se incumbe de alimentar o boato ao postar no twitter frases que sugerem um breve retorno.

O presidente Kalil e Eduardo Maluf se apressam em desmentir, sob a alegação de  que Anzhi (Rússia) e Tardelli pedem valores absurdos, impossíveis de serem bancados.

O ex-centroavante atleticano não seguirá jogando no Anzhi. Não consegue atuar bem e não é relacionado para as partidas.

Diante do que afirma todos os dias no twitter, a vontade de Dom Diego é retornar ao Galo. E eu acredito nisso, embora saiba que, como profissional que é, o dinheiro é que definirá o seu destino.

A torcida espera por ele, eu sei. Mas, objetivamente, levanto uma hipótese: se o time de 2011 tivesse feito uma excelente campanha, a aspiração da nação seria a mesma?

Em outras palavras, se Kalil, de forma competente _ o que é quase impossível com Maluf do lado _ tivesse substituído Tardelli à altura, teríamos nós a mesma ansiedade em tê-lo de volta?

Embora eu já tenha me decidido a apoiar o retorno do artilheiro, me pergunto se isso está mais escorado nas frustrações da era pós-Tardelli do que propriamente na consistência do “ídolo” que ele foi… ou é.

E Tardelli foi efetivamente ídolo do Galo? Eu não saberia responder a essa questão, pois sou muito exigente em relação ao conceito.

Entretanto, ídolo ou não, eu não posso negar que seria um baita reforço nas atuais circunstâncias. Pelo menos, é um cara identificado com o DNA do Clube Atlético Mineiro, ao contrário da maioria dos contratados neste ano.

Ao mesmo tempo, qual seria a resposta do Kalil à seguinte pergunta: você, que pagou os tubos no Guilherme (que joga um futebol bem chinfrim), está disposto a investir no Tardelli, que custa menos, mas vale muito mais?

Politicamente, no meu ponto de vista, Alexandre Kalil está numa sinuca de bico perante a torcida atleticana. Se correr o bicho pega, se ficar o bicho come!

E para acirrar a discussão, tem ainda a insegurança da direção do Atlético quanto a permanência na série A.

Você fecharia com Tardelli para garantir o negócio ou aguardaria a definição do nosso destino no campeonato brasileiro? Lembre-se que, na escolha da última hipótese, tem Catar, Turquia, Palmeiras, Vasco e Grêmio interessados.

E aí? Disposto a discutir a melhor solução?

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O ADEUS DE DOM DIEGO TARDELLI.

Apesar dos desmentidos do próprio jogador, Tardelli já fez os exames médicos no clube russo e está de saída definitivamente.

Acredito que a negativa foi apenas para dar uma notícia dolorosa em conta-gotas, aos pouquinhos. Aquela velha história do gato que subiu no telhado…

Sei que jogadores profissionais de futebol, por terem a carreira curta, não podem deixar passar oportunidades de alcançarem a sua independência financeira para o resto da vida.

E recusar uma proposta do Anzhi Makhachkala, nessa altura do campeonato, aos 26 anos de idade, seria como queimar dinheiro.

É por isso que muita gente diz que atletas de futebol beijam os escudos das camisas que vestem só para fortalecerem o seu marketing pessoal.

Conceito este repetido à exaustão (no twitter) pelo jornalista José Luiz Gontijo e eu o entendo muito bem por pensar assim. Não deixa de ser verdade.

Mas não levo ao pé da letra. Tento entender o coração do ídolo e ao mesmo tempo, as suas perspectivas financeiras. Em determinado momento, essas opções se transformarão em um dilema, em uma bifurcação de estradas.

E agora, qual caminho devo seguir? O conforto seguro da família ou o prazer de estar aqui no Galo?

Se Tardelli escolheu o conforto da família, que seja muito feliz.

Quanto ao Galo, Kalil não poderia nunca recusar a venda, esta é que é a verdade.

Afinal, em julho de 2012 (daqui a pouco mais de um ano) o jogador já poderia assinar um pré-contrato com qualquer equipe sem que o Galo recebesse um tostão furado em troca.

Isto sim seria um grande irresponsabilidade.

São 5 milhões de euros por 60% do passe. Algumas informações dão conta que o Atlético vendeu apenas 60% da parte que possuía, permanecendo dono da parcela restante (ou 20% do total).

A diretoria, certamente, virá a público para esclarecer as dúvidas, a exemplo do que fez na venda de Diego Souza.

O fato é que o Atlético estará com dinheiro em caixa. E o Galo não é um banco. Portanto, todo e qualquer superavit será sempre direcionado ao departamento de futebol (palavras de Kalil).

Isso significa dizer que Tardelli será substituído a altura, não tenham dúvidas. É só ter um pouco de paciência.

Que Dom Diego obtenha na Rússia o mesmo sucesso que obteve aqui. Ele merece.

E que, com o dinheiro, o Galo possa reforçar o elenco de tal forma que não nos permita mais duvidar dos nossos sonhos.

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DAQUI A POUCO, O ATLÉTICO ENFRENTA O GRÊMIO PRUDENTE, PELA COPA SUL-AMERICANA.

Desta vez pela Copa Sul-Americana, o Galo entra em campo para superar a 1ª fase da competição, que é o primeiro passo para a Libertadores de 2011, devido às circunstâncias incômodas na tabela do Brasileirão.

Dificilmente lograremos encerrar o campeonato no G-4, se analisarmos com a cabeça fria e os pés fincados no chão.

Para nós, a esperança que resta se chama Copa Sul-Americana.

E nesta disputa, o Galo tem de se lançar de corpo inteiro. Ou melhor, corpo e alma inteiros para uma jornada que nos reabilite de tantos vexames.

Que na partida desta quarta-feira, consiga resgatar a auto-estima do atleticano, que anda mais em baixa do que a quase perdida fé em Vanderlei Luxemburgo.

A escalação do Atlético, no Ipatingão, será baseada no 3-5-2: Fábio Costa, Werley, Jairo Campos e Lima; Diego Macedo, Serginho, João Pedro, Ricardinho e Fernandinho; Diego Souza e Ricardo Bueno.

Com toda sinceridade, para mim o 3-5-2 não é um esquema defensivo. Muitas vezes, é muito mais ofensivo que o 4-4-2. Tudo depende da atuação dos alas.

Quando eles são bons e produtivos, o time se torna mais agressivo e compactado. Quando não, a vaca arruma as malas e vai embora sem despedidas inúteis.

Zé Luis e Daniel Carvalho, lesionados no joelho, não jogam. Cáceres está no Paraguai para uma partida festiva pela seleção de seu país. Custava pedir dispensa, capitão?

E Diego Tardelli está na seleção do Brasil nos EUA.

Eu vi alguns instantes do empate entre Grêmio Prudente e cruzeiro no último domingo.

Congestionaram o meio de campo e travaram o time azul-piscina.

Com toda a certeza do mundo, eu posso afirmar, sem medo de errar: farão o mesmo contra nós! Posicionarão neste setor um batalhão de jogadores dispostos a vender caro a derrota.

Ali no meio, justamente aonde somos deficientes no combate, na pegada e na distribuição dos jogadores em campo.

E nessa região, a cobra vai fumar, não se iludam!

Vanderlei Luxemburgo terá a chance de mostrar que ainda é um técnico de alto nível. Esperamos dele o pulo do gato!

Aguardaremos aquela sacada genial que eliminará, de uma vez por todas, a previsibilidade de nossas jogadas e retire o gesso que imobiliza as pernas de nossos atletas.

A falta de entrosamento deixa a equipe lenta porque os jogadores não se conhecem e necessitam de segundos a mais para pensarem as jogadas, pois não sabem onde o outro está.

E não conseguimos cadenciar o jogo porque perdemos bolas perigosíssimas que propiciam ao adversário contra-ataques mortais.

E aí a cadência vai pro ralo, uma vez que passamos a correr mais do que a bola, tentando corrigir erros infantis.

Enfim, agora é torcer, mas torcer muito para que vençamos o Grêmio Prudente e sigamos vivos no torneio.

Sendo assim, vamos pra cima deles, meu Galo querido!

(Estranharam as imagens do post? Um grande esquadrão e grandes campeões do nosso passado glorioso. A intenção é que o espírito vencedor deles baixe sobre os nossos atuais jogadores! E que o imortal Telê Santana projete uma luz sobre Luxemburgo!).

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ATLÉTICO 3 X 2 ATLÉTICO-GO.

Quem poderia esperar um futebol rápido, envolvente e atrevido do Atlético hoje? Não olhe para mim, meu amigo, pois eu não tinha a mínima expectativa de que isso pudesse acontecer.

Mas a primeira etapa foi assim. O Galo, surpreendemente, entrou em campo com 3 atacantes (quando se esperava 3 zagueiros) e produziu jogadas que há muito tempo não assistíamos.

Tanto no meio quanto no ataque, o Galo foi rápido. Toques de primeira, lançamentos ágeis e troca de passes produtivos.

O primeiro gol de Diego Tardelli foi uma pintura. Neto Berola, inteligentemente, passou sobre a bola sem tocá-la e Tardelli, ligado no lance, ficou na cara do goleiro. E tocou no canto, de canhota, numa bola que não é tão simples como muitos imaginam.

E o Galo prosseguiu dominando como se fosse um treino na Cidade do Galo. Até que levou o gol de empate, numa falha contumaz de nossa defesa. Outra vez os zagueiros bateram cabeça e sofremos mais um gol bobo.

Mas Neto Berola foi lá e sofreu o penalti, que Tardelli converteu. E Ricardo Bueno foi lá e meteu o terceiro, de cabeça.

E parecia que tínhamos ganhado o jogo. Afinal, estava tão fácil!

Mas eis que surge, no segundo tempo, aquela cabeça de burro itinerante, que acompanha todos os nossos goleiros aonde quer que vão, seja em Minas, no Brasil ou no Nepal.

Fábio Costa vacilou, a bola quicou à sua frente, ele achou que dava, mas não deu. A bola passou que nem uma bala e foi parar nos pés do atacante goianense, que só tocou para o gol. Parece praga!

Até os 25, 30 minutos do segundo tempo, só deu Atlético Goianense, mas, convenhamos,  sem nítidas chances de gol. E o Galo parecia ter perdido o norte.

Até que entrou Diego Souza. Não porque ele jogou tanta bola que travou o Atlético-GO. Não. Foi apenas coincidência.

Depois que ele entrou, a equipe goianense cansou ou desistiu. Ou foi porque o Galo recebeu ânimo novo com João Pedro e Fabiano, além de Diego Souza.

A estréia de Diego Souza valeu por seu esforço, mas ele está longe da forma ideal. Perdeu o tempo de bola, perdeu a noção de tempo e espaço e está, flagrantemente, acima do peso e fora de ritmo de jogo.

Mesmo assim, bateu uma falta com perigo e quase meteu a bola nas redes após driblar o zagueiro, numa jogada de craque. Sinal de que, em muito pouco tempo, poderá render o que esperamos dele.

Enfim, o Atlético foi muito insinuante na primeira etapa, mas não soube sustentar o astral no segundo tempo.

Talvez pela falta de ritmo, que parece ser o mesmo problema de todos os times nessa reestréia no campeonato brasileiro.

OS DESTAQUES: Zé Luis, Serginho, Ricardinho e Neto Berola.

AS BELAS SURPRESAS: Neto Berola, que é um jogador atrevido e abusado, e Ricardo Bueno, que além de oportunista, é habilidoso.

CUIDADOS ESPECIAIS: A nossa defesa, que apesar de bem protegida por Zé Luis e Serginho, ainda assim quase confessou o crime. Falhou seguidamente, principalmente no segundo tempo.

PROMESSA: Não vou mais falar de Werley.

Foram 3 pontos conquistados e já subimos para o 13º lugar. Já é algo muito positivo.

Mas continuo alertando: antes que os reforços entrem EM FORMA e sejam escalados, é bom ter paciência. MUITA paciência!

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O TOQUE DE CLASSE RETORNA.

Tardelli se recuperou do estiramento muscular grau 1 na coxa esquerda e está pronto para retornar ao time na partida desta quarta-feira, contra o América-TO.

Será um reforço e tanto. Tardelli faz uma falta enorme a esta equipe em formação.

A visão de jogo, a velocidade, o domínio de bola e a perfeição no passe fazem dele um dos melhores jogadores do país na atualidade.

E neste status, faria falta à qualquer equipe, não só ao Galo.

Tardelli tem a mesma importância para o time hoje, sem marcar gols, do que quando os marcava. E atualmente só não os marca mais porque Luxemburgo mexeu em seu posicionamento em campo.

No ano passado nós não tínhamos um centroavante enfiado na área. Então Tardelli é que se incumbia de jogar mais perto do gol. Daí, mais gols.

Hoje temos Obina por ali. E Tardelli se afastou da área para ocupar outros espaços em campo, afim de articular as jogadas de ataque e municiar o companheiro.

Longe do gol, longe dos gols.

Mas a sua contribuição à qualidade da equipe com a excelência de seu jogo permanece intocável.

Tardelli continua sendo o jogador mais importante do Galo, não há que se negar.

E seu retorno é benfazejo. Injeta um toque de classe que o Galo não tem quando ele não joga.

E nos acostumamos tanto com a sua presença que chega a ser estranho o time atuar sem ele.

Seja bem vindo de volta, artilheiro. O Galo precisa de você.

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