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FLUMINENSE 0 X 0 ATLÉTICO – EMPATE DE LÍDER.

Um empate contra o Fluminense no Engenhão não é para criticar. A bem da verdade, foi um excelente resultado, um empate com postura de líder.

Novamente fomos operados sem anestesia durante o jogo inteiro. Tudo que dependeu do juiz _ e não do bandeira _ foi contra o Galo. Faltas não marcadas, cartões amarelos distribuídos em faltas que sequer existiram, penalti claro solenemente ignorado… e por aí vai.

Ao final, quando o auxiliar levanta a bandeira em um lance duvidoso que acabou beneficiando o Atlético, o Fluminense é que passou a ser o roubado, coitado. A imprensa nacional, de repente, se esqueceu de todos aqueles lances em que o árbitro, mal intencionado, usou para minar o ânimo do Galo.

O alvinegro não jogou bem, o que é natural em um campo esburacado e irregular. E do outro lado tinha um Fluminense _ que é uma boa equipe –  jogando em seus domínios e com torcida a favor.

Porém, mesmo não atuando no nível de antes, o time não perdeu a atitude. Foi guerreiro, correu em busca da vitória e não do empate e disputou todas as divididas com garra. Tentou impor seu esquema congestionando o meio e poderia ter obtido resultado melhor, não fosse a cegueira do senhor apitador de latinha.

A destacar a excepcional atuação do goleiro Victor. Segurança absoluta debaixo dos 3 paus, não faz firulas para defender bolas dificílimas. Ele as realiza com uma simplicidade enorme.

Alguns atleticanos, tão acostumados com o desempenho pífio dos nossos goleiros nos últimos anos, já tinham absorvido uma referência de padrão mais baixo. Se conformaram tanto com as seguidas falhas, que culpavam a zaga por deixar chutar e não o goleiro que engolia o frango. Isso é uma total inversão de valores!

Victor está estabelendo um novo padrão. Agora esses atleticanos sabem a diferença entre ter um grande goleiro e não tê-lo. Aquela defesa que realizou na cabeçada de Wellington Nem foi qualquer coisa de fantástica! Os nossos antigos goleiros a fariam? Duvide-o-do!

Enfim, o Galo segue líder com 32 pontos. Próximo jogo é contra o Flamengo, no Engenhão. Só espero que a juizada não entre em campo planejando compensar aquele gol anulado do Fluminense.

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Assistam aos melhores momentos:

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A INCOMPETÊNCIA CONTINUA… E OS 6.000 CEGOS TAMBÉM.

Agentes do Ministério Público visitaram as obras do Independência na útima terça-feira.

Após a vistoria, evitaram dar declarações à imprensa e o pouco que disseram foi como se nada tivessem dito. Entendo que seja o comportamento correto, pois estão se inteirando agora do problema e não podem botar a carroça na frente dos bois.

Enquanto isso, o senhor Sérgio Barroso, secretário extraordinário da Copa do Mundo em Belo Horizonte, compareceu ao Alterosa no Ataque e enrolou o quanto pôde para responder a cada pergunta, pois o cara, sendo político, sabe que o programa tem hora pra iniciar e hora para terminar. Quanto mais demorar respondendo um questionamento, mais tempo consome e menos perguntas terá pela frente.

E depois de uma enrolação gigantesca, em alguns momentos repetiu tudo o que tinha acabado de dizer, pasmem os senhores.

Assim, algumas questões ficaram ao Deus dará:

1 – Sobre as cadeiras, que estariam fora das especificações da FIFA, por serem reforçadas com barras de ferro, ele disse que o Estado não tem nada com isso, pois a responsabilidade é da empresa que venceu a licitação para a reforma.

Opinião do L&N – Ora, ora, senhor Sérgio Barroso, o Estado é governado por autoridades eleitas pelo povo e sendo assim, têm a obrigação de zelar pelo seu bem estar. Eu sei que isso é utopia no Brasil, mas é assim que deveria ser. Sabemos que, por aqui, político zela muito mais pelo bem estar de seu bolso. No caso do Independência, a sua resposta dá a entender que a empresa construtora pode fazer o que bem quiser que o Estado não é responsável. É SIM SENHOR! Não tire o corpo fora, senhor secretário.

2 – Sobre a pouca visibilidade, Sérgio Barroso repetiu o absurdo que dissera na semana passada. Que os guarda-corpos permanecerão, bem como os gradis de ferro, para que a segurança do público seja privilegiada acima de tudo.

Opinião do L&N – Pois eu lhe digo, secretário. O Corpo de Bombeiros já declarou que exigiu os guarda-corpos (já que são fundamentais em uma inclinação de 40º), mas negou que tenha pedido gradis.

E cito opinião de quem entende: “Realmente esse lance da visibilidade do independência é um pecado mortal arquitetônico. Alguns arquitetos chamam isso de “FALTA DE FAZER CORTE EM PLANTA”. Existem soluções técnicas perfeitas. Pode-se usar vidro, acrílico, policarbonato, etc. Existem guarda-corpos que permitem a visualização de forma segura (como é no Engenhão). Tudo que aconteceu é um erro gerado pela preguiça projetual!” – palavras do arquiteto André Amaral, pelo twitter.

Parece que o Sérgio Barroso não considera ser possível conciliar segurança e bem estar (visibilidade). Ou é um ou é outro. Raciocínio curto e tacanho, feito para esconder incompetência debaixo do tapete, como se todo mundo fosse burro para engolir um disparate desses.

O engraçado é que no Engenhão e em outros estádios, tais valores foram conciliados, indo contra as balelas inúteis do senhor Sérgio Barroso. Senão, vejamos nas imagens:

Continuo afirmando: ISTO É UMA VERGONHA PARA MINAS GERAIS E PARA O POVO MINEIRO!

É inadmissível que uma obra que exala tanta incompetência e desrespeito aos torcedores dos clubes da capital, permaneça como está, sob os olhares omissos de nossos governantes!

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VEJA AGORA A ENTREVISTA DE SÉRGIO BARROSO À TV ALTEROSA. SE VOCÊ TEM O ESTOPIM CURTO, ACONSELHO A NÃO ASSISTIR.

Com as insanas tentativas do secretário Sérgio Barroso de tapar o sol com a peneira, desconfiamos seriamente que o imbróglio não vai ser resolvido e os direitos do público serão, mais uma vez, desrespeitados.

Antecipando-se ao final esperado, o Hugo Cordeiro, atleticano ferrenho e muito bem humorado (para seguí-lo no twitter, clique aqui), já está treinando intensivamente para não ver nada no ESPAÇO RAY CHARLES do Independência. Vejam a hilária foto:

DAQUI A POUCO, O ATLÉTICO ENFRENTA O BOTAFOGO NO RIO.

O jogo do Galo tem tudo pra dar errado, mas pode ser a vitória da superação que precisamos para que as coisas comecem a caminhar bem.

Esta frase não é minha, mas eu a adotei por causa do enorme significado que trás em seu bojo. Foram palavras ditas hoje, no twitter, pelo @lindsonbrum, um atleticano que respira em preto e branco 24 horas por dia.

Se o Galo, neste sábado, demonstrar a atitude que até agora não demonstrou em campo, poderá significar a reação que todos nós sonhamos.

Eu poderia falar novamente sobre o meio de campo, que não marca ninguém. Mas confesso que não tenho mais paciência. O Atlético já tem um treinador que recebe milhões de reais por ano para resolver, entre outros,  um problema que até um guaxinim vê.

E que insiste em fazer de Serginho um volante de contenção à frente da zaga, quando sabemos de cor e salteado que ali não é o lugar onde ele rende mais. Tanto que nas últimas partidas, desapareceu em campo.

Mas se Luxemburgo equacionar esse setor de uma forma inteligente, podemos sim esperar que o Galo saia vencedor deste jogo.

Pois o Botafogo também está se formando aos poucos. Muitos de seu plantel, tanto quanto os do Atlético, estão se cumprimentando pela primeira vez de manhã e jogando juntos à tarde.

Mesmo sem Daniel Carvalho (lesionado), Berola (suspenso), Jairo Campos (lesionado) e Rever (no aguardo da documentação da Alemanha), temos condições de vencer o Botafogo em sua casa.

Volto a afirmar, isso só não se concretizará se não mudarmos de atitude. Pois se a nossa equipe repetir o jogo que fez contra o Avaí, no segundo tempo, quando estava apenas com 9 jogadores, o Botafogo se verá em maus lençóis.

E, cá entre nós, já passou da hora de buscarmos pontos fora de casa!

Aliás, é difícil, quase impossível, apontarmos algo no Galo que não seja urgente.  Devido à incômoda situação na tabela, tudo é pra ontem!

Então, superação não pode ser apenas uma palavrinha bonita que o técnico berra em suas preleções.

Superação agora tem de ser sentida, tem de ser carregada para dentro do campo e usada em cada disputa seja lá em qual parte do gramado for!

Neste momento, superação tem de ser injetada no sangue que vem de cada batida do coração!

Então, vamos para cima deles, meu Galo querido!

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