Arquivo da tag: futebol

GALODEPENDÊNCIA

colunarobertolopes2Eu tenho, tu tens, ele tem. Nós temos, vós tendes, eles têm.

O torcedor do Galo está dependente. Psicologicamente afetado pela campanha do time. Quimicamente viciado na adrenalina dos jogos.

Para muitos de nós, nunca houve ano tão feliz. Todos aqueles que não viram Reinaldo, Cerezo, Éder e Luisinho jogarem, não viram nada parecido com o que é o Galo de hoje. Eu vi e o vício nunca mais passou. Nas épocas de vacas magras, vivi, qual bebum meio recuperado, um dia de cada vez. Hoje, alguns dias sem vitória dão tremedeira.

Agora, o quadro mudou de vez. Ronaldinho Gaúcho, em carne e osso, declarou que nunca foi feliz como está sendo aqui. Parece pouco? Soa como mentira para ouvidos calejados pela zoação de adversários? Pois eu garanto que representa muito, e é verdade.

É verdade porque está na cara de qualquer um que queira enxergar. Vejam os melhores momentos do jogo com a Ponte. Reparem na festa que Ronaldinho faz para Danilinho no primeiro gol. Notem como ele ficou contrariado com o empate, não deu entrevista protocolar, não falou de 3 pontos, nada disso. Foi seco: – “vacilamos”. Estava pê da vida. Você fica pê da vida com algo que não lhe importa?

Lembrem-se da comemoração longa, depois da arrancada fenomenal que as marias nunca mais vão esquecer. Ronaldinho ciscou no gramado. Ele está feliz.

E os efeitos disso? Pense no Bernard ouvindo o cara, que ele colocava no time do Playstation, dizendo que jogar no Galo é o melhor que está tendo. Pensou? Agora vá além, pense no menino-craque que está surgindo na base de qualquer outro time do Brasil, ouvindo isso. Não é óbvio que qualquer um que ouça vai se perguntar “por quê”?

Por quê um craque, um monstro da bola, com a história que ele tem, com as conquistas que tem, diria isso? E a resposta é o time sim, e é o momento dele também, mas é, ao mesmo tempo, a estrutura, a seriedade da administração e a força da torcida, que não tem igual.

Não vamos nos deixar abater pelo empate com a Ponte. Isso acontece, infelizmente. Vamos curtir o momento e apoiar o time, porque não há nada mais ATLETICANO a se fazer. Se você está vivendo isso pela primeira vez, deixe-se levar e esqueça sua corneta em casa.

É por isso que eu tenho, você tem, todos temos e, agora, Ronaldinho também tem Galodependência.

PARA SEGUIR O COLUNISTA NO TWITTER, clique aqui

SIGA ESTE BLOGUEIRO NO TWITTER clicando aqui

Anúncios

REAJUSTE DO GNV – UM TIRO NO PÉ?

money-tree-2-300x257O GNV (Galo Na Veia), programa de sócio-torcedor do Atlético, que deu tão certo desde sua criação, sofreu um reajuste. Foi de R$ 200,00/mês para R$300,00 mensais.

Um aumento de 50%!!

Quando o plano foi acionado, o time não tinha os jogadores que tem hoje. Portanto, o plano, para a época, era caro. Mesmo assim, a Massa aderiu e fez dele um sucesso de vendas.

Agora sim, com os nomes que figuram no elenco do Galo, o valor de R$ 200,00 por mês seria justo. Um aumento de 25% (R$ 250,00/mês) talvez fosse absorvível pela maioria.

Mas 50% de reajuste, na minha modesta opinião, é abusivo. Muitos que o adquiriram, mesmo à custa de sacrifícios pessoais, serão obrigados a abrir mão do GNV em prol da minoria endinheirada que paga R$ 300,00 com um pé nas costas. Resta saber até quando, pois, do mesmo modo que o mundo dá voltas, as fases dos times também.

A diretoria do Atlético deixou (ou impôs) uma opção: caso o sócio pague o valor anual à vista, pagará o valor antigo: R$ 200,00 X 12 = R$ 2.400,00.

Se pagar parceladamente, o valor anual subirá para R$ 3.600,00. Um absurdo, pois se adquirir um empréstimo de R$ 2.400,00 no banco, você pagará em torno de R$ 258,00 mensais!! Ou seja, no total seriam R$ 3.096,00, bem abaixo dos R$ 3.600,00 estipulados pelo Galo.

Em suma, muitos encherão os cofres dos bancos em detrimento de ajudar o próprio clube simplesmente porque o time do coração, ao invés de aumentar as mensalidades com alguma racionalidade, resolveu sangrar os bolsos dos atleticanos de uma maneira que eu considero vil e desumana.

Sabemos que o futebol já se converteu, há tempos, em “business”. Mas, ao mesmo tempo, entendemos também que, no futebol,  para sustentar qualquer grande negócio é necessário ter um público fiel. Aquele torcedor que segura a barra até nos piores momentos. E, na minha visão, o Clube Atlético Mineiro está descartando justamente essa parcela da torcida.

Está desprezando aqueles que pagaram mais do que merecia o valor inicial do plano. Pouco a pouco, a qualidade da equipe foi se ajustando ao preço cobrado. Mas agora, com esse aumento estratosférico, a diretoria do Galo define: nós não precisamos de vocês, que nos ajudaram no início! Futebol é dinheiro… e SÓ dinheiro! Descartamos vocês, embora nos tenham dado a mão quando precisamos!

Há que se ter limites para tudo na vida, ainda mais quando tratamos com o coração atleticano, um coração que sangra há 42 anos sem um título brasileiro. Se seguir por essa lógica, teríamos de ser ressarcidos com R$ 300,00 mensais X 42 anos!!

Futebol é negócio, entendemos, mas nunca deixará de ser paixão! E receio que desprezar esse detalhe importante pode acabar se tornando um tiro no próprio pé!

SIGA ESTE BLOGUEIRO NO TWITTER clicando aqui

VOLTARAM A TREMER DIANTE DO GALO.

Ok, o juiz não marcou um penalti escandaloso em Ronaldinho Gaucho _ que certamente a favor do Fluminense marcaria _  irritou os jogadores do Galo com faltas invertidas ou inexistentes, fez vista grossa para infrações perto da área e assinalou as do meio de campo. Além disso, atrasou a dinâmica de jogo ao pará-lo por quaisquer motivos, todos eles insignificantes.

Ok, esse juiz sabe, como poucos, enrolar uma partida e prejudicar um time de forma sutil e dissimulada. No Brasil, ele é o melhor especialista nesse tipo nefasto de “arbitragem”.

Entretanto, embora eu reconheça que o Galo foi prejudicado, não foi por isso que deu adeus ao título. O que nos custou a perda de dois pontos preciosos foi que ontem a coisa não engrenou. Simples assim. Desde o início, a equipe se mostrou afobada e sem raciocinar em campo. FALTOU CALMA!

Tínhamos 90 minutos para resolver a partida e, no entanto, desperdiçamos tramas de ataque ou de distribuição de jogo devido a um inexplicável nervosismo que tomou conta dos jogadores. Até Ronaldinho Gaucho estava pilhado.

Na minha visão, ou os atletas levaram para dentro de campo os 9 pontos de diferença que o Fluminense impôs ao derrotar o Coritiba ou os imbróglios decorrentes da saída tumultuada de Ronaldinho Gaúcho do Lixão Putrefato  da Gávea criaram excessivamente um sentimento de revide. Inoportuno, aliás, pois cabeça fria seria a melhor das armas em uma partida tensa.

O fato é que ambas as situações pressionaram negativamente. E o Flamengo se aproveitou disso. Parecendo temeroso de sair daqui com uma goleada no lombo _ e talvez por isso mesmo _ ensebou o jogo, teatralizou, enrolou o mais que pôde sob as vistas complacentes de Sandro Meira Ricchi.

E o Galo não soube superar a manha carioca, acostumada a contar com as benesses de arbitragem e CBF desde a era do homo sapiens, há 150 mil anos.

O título de 2012 está mais distante agora, esta que é a verdade. Mas a Libertadores está a um passo. Com 3 pontos a mais, ela estará matematicamente assegurada. E ainda faltam 15 pontos a serem disputados.

Se em 2013 Kalil mantiver a base deste timaço e reforçá-lo pontualmente com grandes jogadores (e grandes jogadores não são necessariamente grandes nomes!), o Clube Atlético Mineiro continuará orgulhando a sua fidelíssima torcida, como o fez este ano.

Se tem algum atleticano que ainda acredita no título, ótimo. Tomara que os deuses do futebol ouçam-no e armem uma brincadeira sádica para cima do Fluminense.

Eu não acredito mais. A diferença de 8 pontos é grande demais para ser tirada em 5 rodadas. Todavia, estou muito orgulhoso da campanha do Galo. Voltamos à prateleira de cima atuando bem e vencendo dentro de campo, sem ajuda de ninguém. E os adversários, ao nos enfrentar, voltaram a borrar as calças do mesmo jeito que borravam antes.

No campeonato mais sujo da história do futebol brasileiro, o GALO mais bravo e mais esporrento do mundo lutou até o fim. Fibra e honradez nos nortearam, ao contrário de um certo tricolor.

E NINGUÉM VAI NOS SEGURAR EM 2013, TENHAM A CERTEZA.

SIGA ESTE BLOGUEIRO NO TWITTER clicando aqui

UMA VITÓRIA E TODA UMA ESPERANÇA

Domingo à noite, ainda extasiado por toda aquela emoção que sentimos com a vitória, mandei uma DM para o Roberto pedindo para escrever sobre o feito histórico que acabara de acontecer. Após o OK do comandante, comecei a me planejar. “Vou escrever amanhã, que vou estar de cabeça fria, o calor da vitória terá passado”. Doce ilusão.

Escrevo 24 horas depois do ocorrido e o sentimento é o mesmo: olhos se enchem d’água, a pele arrepia e a tremedeira vem ao lembrar, principalmente, do gol do Leonardo Silva.

A vitória de ontem foi daquelas que os atleticanos vão guardar na memória mesmo se o título não vier. Se puxarmos pelas lembranças, encontraremos alguns jogos que, até hoje, a maioria se lembrará, como a de domingo. Exemplo: Galo 3 x 0 Marias (2004 – Fabri, Rubens Cardoso e Juninho), Galo 3 x 2 Coritiba (após estarmos perdendo por 2 a 0 lá no Couto Pereira, na tenebrosa série especial), Galo 2 x 0 São Paulo (2009, um dia após o Estudiantes day na Libertadores), etc.

Esse Atlético e Fluminense foi um dos melhores jogos que eu vi do Galo em muito tempo. Aliás, esse é um dos melhores Galos que eu vi em muito tempo, dessas escalações que eu terei orgulho de me lembrar por muitos anos (ao contrário de escalações de 2004, 2005, 2008, 2010 e 2011, vivas na memória com grande pesar).

Não sei vocês, mas não tem um dia em que eu não pare para pensar. “Velho, o Ronaldinho Gaúcho tá no Galo”. Isso já virou um bordão em meus pensamentos. Pensar que o cara já foi eleito o melhor do mundo há poucos anos atrás e que aqui no Galo ele está recuperando esse mesmo futebol me faz ter esperança demais. Esperança em dias melhores pra esse time que me fez passar por um bocado de perrengue; esperança em ver essa camisa envergada com orgulho no peito de milhões de atleticanos; esperança em ver o nome Clube Atlético Mineiro no lugar mais alto de onde for. A torcida do Galo nunca desistiu justamente para ter essa esperança que ela vem tendo agora, de que o alvinegro vingador e temido por geral, voltou com sangue nos olhos.

Podem até tentar desanimar dizendo: “Foi só uma vitória”, “A diferença é muito grande ainda”. Amigo, foda-se. Em dias de desespero, envergamos o manto com amor, empurramos o time e o tiramos de um buraco fundo demais. O que a gente vê hoje é uma coisa que não víamos há muito tempo.

Gente compromissada nos representando em campo, independente da preferência por um ou outro jogador. Se fulano gosta mais do Escudero que do Guilherme ou gosta mais do Fillipe Soutto que do Donizete, não interessa. Temos um time que nos dá orgulho, temos um time que nos faz chorar. Só que esse choro, meu irmão, não é aquele de aflição, de emputecimento com jogador que tira o pé em uma dividida.

Esse choro é de orgulho, é de esperança, que nunca deveria ter deixado de existir na vida de qualquer torcedor do Clube Atlético Mineiro.

PARA SEGUIR O COLUNISTA NO TWITTER, clique aqui.

SIGA ESTE BLOGUEIRO NO TWITTER clicando aqui

GALODEPENDÊNCIA

Eu tenho, tu tens, ele tem. Nós temos, vós tendes, eles têm.

O torcedor do Galo está dependente. Psicologicamente afetado pela campanha do time. Quimicamente viciado na adrenalina dos jogos.

Para muitos de nós, nunca houve ano tão feliz. Todos aqueles que não viram Reinaldo, Cerezo, Éder e Luisinho jogarem, não viram nada parecido com o que é o Galo de hoje. Eu vi e o vício nunca mais passou. Nas épocas de vacas magras, vivi, qual bebum meio recuperado, um dia de cada vez. Hoje, alguns dias sem vitória dão tremedeira.

Agora, o quadro mudou de vez. Ronaldinho Gaúcho, em carne e osso, declarou que nunca foi feliz como está sendo aqui. Parece pouco? Soa como mentira para ouvidos calejados pela zoação de adversários? Pois eu garanto que representa muito, e é verdade.

É verdade porque está na cara de qualquer um que queira enxergar. Vejam os melhores momentos do jogo com a Ponte. Reparem na festa que Ronaldinho faz para Danilinho no primeiro gol. Notem como ele ficou contrariado com o empate, não deu entrevista protocolar, não falou de 3 pontos, nada disso. Foi seco: – “vacilamos”. Estava pê da vida. Você fica pê da vida com algo que não lhe importa?

Lembrem-se da comemoração longa, depois da arrancada fenomenal que as marias nunca mais vão esquecer. Ronaldinho ciscou no gramado. Ele está feliz.

E os efeitos disso? Pense no Bernard ouvindo o cara, que ele colocava no time do Playstation, dizendo que jogar no Galo é o melhor que está tendo. Pensou? Agora vá além, pense no menino-craque que está surgindo na base de qualquer outro time do Brasil, ouvindo isso. Não é óbvio que qualquer um que ouça vai se perguntar “por quê”?

Por quê um craque, um monstro da bola, com a história que ele tem, com as conquistas que tem, diria isso? E a resposta é o time sim, e é o momento dele também, mas é, ao mesmo tempo, a estrutura, a seriedade da administração e a força da torcida, que não tem igual.

Não vamos nos deixar abater pelo empate com a Ponte. Isso acontece, infelizmente. Vamos curtir o momento e apoiar o time, porque não há nada mais ATLETICANO a se fazer. Se você está vivendo isso pela primeira vez, deixe-se levar e esqueça sua corneta em casa.

É por isso que eu tenho, você tem, todos temos e, agora, Ronaldinho também tem Galodependência.

PARA SEGUIR O COLUNISTA NO TWITTER, clique aqui

SIGA ESTE BLOGUEIRO NO TWITTER clicando aqui

A MÍDIA MINEIRA SOB O FOCO DA CÂMERA ATLETICANA.

Quando um jornalista esportivo faz parte de uma equipe de TV ou de rádio, tem de absorver uma premissa básica, que se aprende nas salas de aula:

A sua credibilidade depende tão somente de sua imparcialidade quanto aos fatos!

Se o profissional da mídia _ como todo ser humano _ tiver um time de coração, que isso não influencie naquilo que tem para dizer.

A imprensa esportiva falada e escrita tem a obrigação de ser imparcial, até porque está entrando em residências aonde as pessoas torcem para vários times diferentes.

Portanto, o comentário que distorce a verdade em prol de suas preferências  agride aquele torcedor que é racional e conhece o futebol.

Eu não incluo aí os jornalistas que atuam em programas do Galo ou do cruzeiro, de forma alguma. Nem assessorias de imprensa. Estes estão ali para debater e divulgar o dia a dia de seus clubes e nada mais.

Falo daquela mídia que se diz neutra, que leva notícias e comentários a todas as torcidas destas Minas Gerais e que estabelece os preços para captação de patrocínios baseados nos seus níveis de audiência, programa por programa.

Como blogueiro atleticano, eu não sou imparcial. Eu não gosto do cruzeiro e tenho verdadeiro desprezo por suas coisas. Eu gosto mais de um pano de chão encardido do que da asquerosa camisa azul.

Então, não esperem de mim nada elogioso ao rival nem quando ele merece, na realidade. Mas eu não faço parte da mídia.

Contudo, a grandiosa nação atleticana tem o direito de EXIGIR de alguns integrantes da imprensa mineira muito mais imparcialidade do que temos visto por aí. Vejam que eu não estou generalizando.

Mas já me cansei de ligar a TV e ser agredido por opiniões  flagrantemente tendenciosas de cruzeirenses escondidos sob peles de pseudo-comentaristas.

Tem um programa então que, embora comandado por uma repórter de valor, possui uma bancada de comentaristas verdadeiramente ridícula, cujos integrantes só faltam se apresentar uniformizados de estrelinhas dos pés à cabeça.

E vomitam as maiores baboseiras como se estivessem direcionando o programa somente aos que, como eles, habitam o outro lado da lagoa. Ora, façam-me o favor, respeitem a inteligência dos que não têm o mesmo time de coração!

Já não aguento mais ouvir em rádios que se dizem com “coragem pra dizer a verdade” as maiores acusações e críticas ao Galo, quando na toca da raposa acontecem coisas piores e nem se abre o bico.

Parece mais um feudo medieval, onde quase todos os pontos de vista  são modelados no formato exato das opiniões do rei.

Se acostumaram a chutar cachorro morto sem que nada acontecesse. Só que agora o cachorro ressuscitou e virou outra vez um Galo Forte Vingador!

Longe de mim incluir nestas críticas todos os profissionais. Existem muitos que são realmente isentos nas suas colocações, embora tenham lá as suas preferências clubísticas. E isso é perfeitamente natural.

Tenho os nomes destes verdadeiros jornalistas esportivos, mas não vou citá-los, por uma questão de ética e respeito, pois uma simples citação os tornariam antipatizados em um ambiente onde eles deveriam ser a regra, não a exceção.

O que sei é que nós, atleticanos, bem como todos os torcedores do estado, somos merecedores de uma imprensa esportiva imparcial e digna de credibilidade. É pedir muito? Será que nem isso merecemos?

Esperar que a mídia que cobre o futebol mineiro seja formada somente por profissionais adeptos de uma análise isenta é UTOPIA?

Aguardo que você, leitor e amigo do L&N, me ajude a responder a essa pergunta.

PARA SEGUIR ESTE BLOGUEIRO NO TWITTER, CLIQUE >>> robertoclfilho