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A CRISE SÓ EXISTE PRA QUEM ACREDITA NELA

O último jogo do Galo foi decepcionante para toda a torcida. Empatar com o até então lanterna do campeonato depois de sair atrás no marcador, não é script para o LÍDER ISOLADO do Brasileirão. E fiz questão de escrever LÍDER ISOLADO em letras maiúsculas pensando unicamente nos “cornetas de plantão”, que pensam que “o campeonato acabou”.

Claro que não foi o melhor resultado, e como qualquer atleticano que se preze, não fiquei satisfeito com o resultado. Mas aqui segue uma informação importante para estes mesmos “cornetas”: é impossível o Galo vencer todos os jogos do Campeonato Brasileiro. Numa competição deste nível nenhum time terá 100% de aproveitamento. Entenderam?

A quantidade de gente que “chiou” pelo Twitter depois do jogo dava a entender que o Galo estava novamente lutando contra o rebaixamento. Será que a Massa, a torcida mais apaixonada do mundo todo, se esqueceu da nossa situação? Pra quem esqueceu, quem tem a “memória curta”, mesmo com o empate, o Atlético continua LÍDER ISOLADO do Brasileirão. E mais: temos o melhor ataque, a melhor defesa e estamos 3 pontos à frente do segundo colocado, mesmo com um jogo a menos.

Ninguém se lembrou dos 39 pontos, 12 vitórias, 3 empates e apenas 1 derrota. Também ninguém lembrou de olhar os demais resultados da rodada: Fluminense também empatou, Grêmio perdeu, São Paulo perdeu, Flamengo perdeu, Internacional perdeu e o Vasco empatou. Então ficou tudo como antes, do mesmo jeitinho. Se faltou sorte ou competência dentro de campo, a sorte ajudou bastante. E todo campeão precisa de um pouco de sorte também (não que contaremos sempre com ela).

Vi até gente pedindo a saída do Cuca. E não precisam me lembrar que eu também pedi a saída dele, só que no final do ano passado. Naquela época a situação era outra, mas enfim, Cuca tem demonstrado que pode comandar o Galo. Os números dele este ano comprovam isso. E admito: a manutenção dele deu estabilidade ao time e é um dos fatores que nos colocam onde estamos hoje.

O próprio Cuca disse numa entrevista que ele queria ver o comportamento da torcida quando “o resultado não aparecer”. Ele próprio, comissão técnica e jogadores, têm plena consciência de que é impossível vencer todos os jogos. E que quanto mais o Galo vencer mais fechados os oponentes entrarão contra nós. Foi exatamente isso que o Atlético-GO fez. Entrou fechado, já que jogaria desfalcado contra o líder.

De novo para aqueles de “memória curta”, pois os fatos aconteceram a menos de 10 dias, a imprensa – aí leia-se torcedor maria “travestido” de jornalista – está tentando inventar uma crise no Galo já não é de hoje. Festinhas na casa do Ronaldinho Gaúcho e briga dele com o Kalil são apenas alguns exemplos. São apenas a “ponta do iceberg”. E podemos esperar que ainda vem mais por aí. A bicharada, na situação que estão, já deixaram o “timinho” delas de lado pra se ocupar do Galo.

Na entrevista do Celso Roth após o jogo com o Fluminense, um repórter perguntou “se a mariada não estava mais preocupada com o sucesso do Galo do que com o desempenho delas”. Roth foi evasivo na resposta, porque jamais poderia confirmar isso em rede nacional. E quem cala consente: “as marias estão descontroladas”! Não suportam sequer a possibilidade do Galo levantar o caneco. Daí vem o desespero de tentar inventar uma crise.

Mas voltando à realidade, temos de focar no próximo jogo, amanhã, em casa, contra o Botafogo. Que o time entre em campo com a mesma vontade, com o mesmo compromisso, com a mesma raça que a torcida viu nos outros jogos do Brasileirão. O jogo com o Atlético-GO já terminou.

A crise existe? Sim, mas do “lado homoafetivo” da lagoa, onde moram os simpatizantes da vaidade. Então vamos deixar a mariada se afundar na crise delas e nos prepararmos para “sapecar” o Botafogo, como aperitivo, para depois “traçarmos o prato principal”: as smurfetes! E mais: prefiro ganhar dos grandes e empatar com os pequenos.

As derrotas nós deixaremos para o “lado refrigerado” da lagoa.

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A HORA DE FICAR DE OLHO É AGORA, SIM SENHOR!

Alguns tratam, sobretudo certos jornalistas mineiros, a arbitragem brasileira como intocável mesmo quando prejudicam o Atlético acintosamente. Se porventura nós, atleticanos, desconfiamos das ações dos apitadores, somos tachados de teóricos da conspiração e dizem que enxergamos fantasmas onde não existem. Dedução simplista e preguiçosa de quem não quer se envolver.

Enquanto isso, um fantasma de carne e osso, dentro de campo, vai defenestrando todo o trabalho de um clube que luta por melhores resultados. Um clube que é o mais garfado deste país há muitos e muitos anos e permanece sendo.

Pois em 2012 não vamos deixar que isso aconteça. Se queremos dar um basta nisso, temos de começar agora. Com a ajuda de todos os blogs atleticanos, vamos botar a boca no trombone a cada vez que formos prejudicados.

O Eduardo Rodrigues, atleticano desde o útero, analisou detalhadamente o “trabalho” do juiz Elmo Alves Cunha do primeiro ao último minuto da partida contra o São Paulo. Vejam os erros crassos cometidos contra o Galo, como se fosse uma cartilha elaborada pela CBF.

Com a palavra, o Eduardo:

“SEIS erros graves contra o Galo no jogo contra o São Paulo, no último domingo, e nenhuma menção nos veículos esportivos.

Vamos lá:

1° – Falta em Bernard, cometida por Rodolfo, aos 34min do 1° tempo, na entrada da área. Levou um empurrão pelas costas e após a não marcação da falta na meia lua, houve também um recuo, e NADA foi marcado. Era falta para cartão amarelo, o que deixaria o zagueiro pendurado durante o resto do jogo.

2° – Douglas, do São Paulo, fez falta em Bernard (chute no peito) aos 32min do 1° tempo. Aos 44 da 1ª etapa, o mesmo Douglas comete falta desleal em Jr César (um pisão no pé, na maldade), que poderia ser VERMELHO DIRETO, e apenas a infração foi marcada. Na sequência do lance, o juiz marca uma falta do Lucas no mesmo Jr. César (um empurrão por trás) que não foi para amarelo, mas aplica pra “compensar”.

3° – Impedimento do Jô, aos 17min do 2° Tempo. Coisa de 1 metro de diferença. Ele sairia na cara do gol. O lance nem ao menos foi comentado na transmissão do PFC.

4° – Penalti no Jô aos 16min da 2ª etapa, que após cruzamento do R49 em cobrança de falta pela esquerda, é puxado pela camisa e não chega na bola para concluir com o gol vazio. O juiz viu uma falta do Rafael Marques, que supostamente foi no mesmo momento. “Falta” onde claramente é visto uma disputa de espaço e tanto no replay, quanto na foto acima, vê-se que Rafael Marques também é puxado pela camisa. Portanto, disputa de espaço. Por qual motivo a “falta” escolhida foi a do Rafael Marques, e não a FALTA no Jô? Ressalto que isso foi na cara do JUIZ VIGIA!

5° – A expulsão de Luiz Fabiano deveria ter acontecido aos 37min do 2° tempo, quando após perder uma bola para Leandro Donizete, chegou por trás para agredir e o juiz aplicou apenas o amarelo. Aos 41, Luiz Fabiano recebe novamente o cartão amarelo por reclamação e é expulso. A confusão da expulsão durou 2min.

6° – O absurdo: no primeiro tempo, quando houve apenas uma substituição e nenhum lance polemico ou cera, o juiz informa que seriam 3min de acréscimo, mas termina o jogo aos 47:52min.
Ai vem o mais absurdo: no 2° tempo, quando houve CINCO substituições, mais a expulsão do Luiz Fabiano que durou 2min, o juiz anuncia os mesmos 3min de acréscimo do 1° tempo, e termina o jogo aos 47:12min, em pleno contra ataque do Galo.

Está na hora da torcida protestar FORTE contra isso. Fazer uma campanha com maior relevância e força do que a que foi feita contra o SIMON em 2007. Seria muito interessante organizar uma caravana de várias torcidas rumo à CBF, no Rio, para protestar e mostrar para o Brasil que estamos cansados de ser prejudicados.

O campeonato começou agora, não vamos esperar as horas decisivas para protestar. Já se foram 2 pontos contra o Bahia, no mínimo 1 ponto contra o São Paulo, e mais 2 gols de saldo contra o Palmeiras, que não vão voltar mais e irão fazer muita falta lá na frente.

Tem muitos torcedores dizendo que temos outras coisas importantes para preocupar. Espera aí, como assim?

Então porque ainda temos deficiências ou coisas a acertar, a juizada pode meter a mão? Qual a relação de uma coisa com a outra?

VAMOS ACORDAR!!!

Abraços!

Eduardo”

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A MÍDIA MINEIRA SOB O FOCO DA CÂMERA ATLETICANA.

Quando um jornalista esportivo faz parte de uma equipe de TV ou de rádio, tem de absorver uma premissa básica, que se aprende nas salas de aula:

A sua credibilidade depende tão somente de sua imparcialidade quanto aos fatos!

Se o profissional da mídia _ como todo ser humano _ tiver um time de coração, que isso não influencie naquilo que tem para dizer.

A imprensa esportiva falada e escrita tem a obrigação de ser imparcial, até porque está entrando em residências aonde as pessoas torcem para vários times diferentes.

Portanto, o comentário que distorce a verdade em prol de suas preferências  agride aquele torcedor que é racional e conhece o futebol.

Eu não incluo aí os jornalistas que atuam em programas do Galo ou do cruzeiro, de forma alguma. Nem assessorias de imprensa. Estes estão ali para debater e divulgar o dia a dia de seus clubes e nada mais.

Falo daquela mídia que se diz neutra, que leva notícias e comentários a todas as torcidas destas Minas Gerais e que estabelece os preços para captação de patrocínios baseados nos seus níveis de audiência, programa por programa.

Como blogueiro atleticano, eu não sou imparcial. Eu não gosto do cruzeiro e tenho verdadeiro desprezo por suas coisas. Eu gosto mais de um pano de chão encardido do que da asquerosa camisa azul.

Então, não esperem de mim nada elogioso ao rival nem quando ele merece, na realidade. Mas eu não faço parte da mídia.

Contudo, a grandiosa nação atleticana tem o direito de EXIGIR de alguns integrantes da imprensa mineira muito mais imparcialidade do que temos visto por aí. Vejam que eu não estou generalizando.

Mas já me cansei de ligar a TV e ser agredido por opiniões  flagrantemente tendenciosas de cruzeirenses escondidos sob peles de pseudo-comentaristas.

Tem um programa então que, embora comandado por uma repórter de valor, possui uma bancada de comentaristas verdadeiramente ridícula, cujos integrantes só faltam se apresentar uniformizados de estrelinhas dos pés à cabeça.

E vomitam as maiores baboseiras como se estivessem direcionando o programa somente aos que, como eles, habitam o outro lado da lagoa. Ora, façam-me o favor, respeitem a inteligência dos que não têm o mesmo time de coração!

Já não aguento mais ouvir em rádios que se dizem com “coragem pra dizer a verdade” as maiores acusações e críticas ao Galo, quando na toca da raposa acontecem coisas piores e nem se abre o bico.

Parece mais um feudo medieval, onde quase todos os pontos de vista  são modelados no formato exato das opiniões do rei.

Se acostumaram a chutar cachorro morto sem que nada acontecesse. Só que agora o cachorro ressuscitou e virou outra vez um Galo Forte Vingador!

Longe de mim incluir nestas críticas todos os profissionais. Existem muitos que são realmente isentos nas suas colocações, embora tenham lá as suas preferências clubísticas. E isso é perfeitamente natural.

Tenho os nomes destes verdadeiros jornalistas esportivos, mas não vou citá-los, por uma questão de ética e respeito, pois uma simples citação os tornariam antipatizados em um ambiente onde eles deveriam ser a regra, não a exceção.

O que sei é que nós, atleticanos, bem como todos os torcedores do estado, somos merecedores de uma imprensa esportiva imparcial e digna de credibilidade. É pedir muito? Será que nem isso merecemos?

Esperar que a mídia que cobre o futebol mineiro seja formada somente por profissionais adeptos de uma análise isenta é UTOPIA?

Aguardo que você, leitor e amigo do L&N, me ajude a responder a essa pergunta.

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