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A MARCA DA CAL SÓ EXISTE PARA OS OUTROS?

árbitro-do-futebol-23562317Nas últimas 4 partidas do Galo pelo campeonato brasileiro, já são 4 penalidades máximas escandalosas, em sequência, não marcadas pelos juízes.

Afora os penaltis, estamos sendo prejudicados durante o jogo com faltas invertidas e aplicação de critérios diferenciados em relação a disciplina, ou seja, um rigor excessivo com nosso time e uma venda nos olhos para as agressões dos adversários.

Não procuro aqui nenhuma proteção ao Galo. Nós não precisamos disso. O que busco é uma arbitragem correta e honesta.  Pensei que este ano não haveria necessidade da campanha #DEOLHONOAPITO. Mas, pelo andar da carruagem, a coisa pode desandar.  Temos de gritar antes que seja tarde.

Porque está claro que os fracos juízes brasileiros estão afim de ferrar o Galo!

Será por causa da recusa do Alexandre Kalil em tê-los apitando os jogos do Atlético contra o São Paulo na Libertadores?

Ou será que a CBF se sentiu magoada ao ser acusada de “fraca” no episódio Conmebol/Independência/Mineirão na final da Libertas e está mexendo os fios no teatro de bonecos?

Eu não acredito na lisura das pessoas que comandam o futebol brasileiro. Também não acredito na imparcialidade da Rede Globo de Televisão, que manda e desmanda nesta competição.  É a Rede Globo que enfia a mão no bolso e em troca, define as regras não só fora de campo, mas dentro também!

O Brasil é o país da corrupção em todos os setores, sejam lá públicos ou privados.  Então porque eu deveria acreditar que o nosso futebol é puro e ilibado? Não sou tão ingênuo assim.

Para você pensar como eu, basta assistir ao vídeo abaixo.  Verá que os penaltis são tão visíveis que qualquer leigo apontaria a marca de cal.

Porque  então os juízes, cheios de cursos de arbitragem,  não apontaram?

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COM A PALAVRA, JONES GUERRA AGRADECE

colunadoGuerraO meu agradecimento vai para a Fox Sports, canal detentor das transmissões da Copa Libertadores de 2013. Não sou de ficar babando ovo de imprensa, mas esta empresa merece um MUITO OBRIGADO de um atleticano das antigas.

A Fox Sports abraçou o GALO desde o inicio e a maioria dos seus integrantes não colocou o GALO em segundo plano. Claro que quando os clubes de Rio e São Paulo ainda disputavam o torneio, eles dividiam suas atenções para todos. Mas não vi, em nenhum momento, alguma gozação ou critica maldosa, mesmo tendo, na equipe da Fox, jornalistas que torcem para outros times.

A Fox, através dos programas Fox Rádio e o De Primeira, além dos jogos, ficaram sempre ao lado do GALO. É só ver a quantidade de VTs que eles passaram, além de vários vídeos e chamadas deles. Obviamente que havia o interesse comercial, mas mostravam que também acreditavam e incentivavam nas oitavas e até a final da Libertadores.

Já xinguei e muito, critiquei e zoei demais a imprensa, mas nunca, NUNCA mesmo na minha vida vi uma emissora jogar junto com o GALO. Com o abraço que a Fox Sport deu no GALO, outras emissoras como Globo, Sportv e Band, para não ficarem pra trás e perder pontos no Ibope, foram obrigadas a acompanhar. E a Fox Sports até hoje permanece com VTs, programas e chamadas para a campanha do GALO.

Obrigado, FOX SPORTS. Ganharam meu reconhecimento e um espectador até que pisem na bola! Não sei o nome da turma, mas parabéns a todos. Críticas nós do Atlético aceitamos, ou seja, nós mesmos somos críticos ferrenhos do GALO, mas não aceitamos nada que nos prejudique em um jogo ou o nosso CLUBE.

A maioria da imprensa acha que somos bobos e inocentes! ESTAMOS DE OLHO.

Lembro aos amigos atleticanos: nós estamos classificados para a Libertadores de 2014, Recopa e Mundial. Estamos prontos para disputar bem o Brasileirão e a Copa do Brasil. EU ACREDITO.

Um abraço de Jones Guerra.

FINAL SERÁ NO INDEPA OU NO MINEIRÃO? DR. JARBAS RESPONDE.

JarbasO dr. Jarbas Lacerda sempre surge naqueles momentos em que o nosso conhecimento não é suficiente para entender com clareza o que se passa. Neste caso, ele estudou profundamente o regulamento que norteia a Copa Libertadores da América e indica em qual estádio será a final em Belo Horizonte.

Vamos ao que ele disse no twitter:

O Galo vai jogar a final no Independência ou no Mineirão? Bom, analisando-se o regulamento da competição, temos algumas conclusões: sigam:

1 – O art. 9º do regulamento prevê que a aprovação do Estádio para as partidas depende de dois requisitos: condições de jogo e capacidade.

2 – A condição de jogo é o item mais importante considerado pela Conmebol. Porque? Mesmo havendo capacidade, não há jogo sem condições de segurança.

3 – Todos os estádios indicados pelos clubes dependem de prévia aprovação pela Conmebol. Os dois estádios indicados pelo Atlético (Mineirão e Indepa) estão aprovados pela Conmebol para os jogos da Libertadores.

4 – O item 9.2 prevê que nenhuma partida pode se realizar em local que não tenha capacidade para 10.000 torcedores, além de condições de jogo (padrão FIFA).

5 – O item 9.4 do regulamento é claro em exigir capacidade mínima de 40.000 lugares para jogos finais, segundo inspeção feita pela Conmebol.

6 – O item 9.11 confere a possibilidade de veto a estádio que não reúna condições de conforto e segurança, mas não veda capacidade inferior.

7 – Conclusão: a) o Indepa está aprovado pela CONMEBOL em relação ao requisito principal, condições de conforto e segurança; b) não atende ao mínimo de capacidade, mas este requisito pode ser flexibilizado pela Comissão Técnica da CONMEBOL. Há possibilidade de se jogar a final do Indepa? Sim, mas isto é decisão exclusiva da Comissão Técnica da Conmebol.

Afinal, onde será a final?

Creio que a CONMEBOL não vai aprovar a final no Indepa por termos em Minas outro estádio em totais condições em relação aos dois requisitos exigidos: a) condições de conforto e segurança e b) capacidade de público.

Portanto, preparem-se para assistir a final do Libertadores 2013 direto do Estádio Governador Magalhães Pinto, o MinasArenão! É lá que vai ser. Abraços.

Para seguir o dr. Jarbas Lacerda no twitter, clique aqui

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SEM NEGOCIAR NADA, VAMOS PRA CIMA!

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Faltam poucas horas para o início do jogo mais importante de toda a história do Clube Atlético Mineiro. Uma partida que pode nos levar à uma inédita final de Libertadores ou nos eliminar com uma campanha fenomenal.

Eu não acredito em eliminação. Eu creio na classificação assim como, desde os sete anos de idade, quando minha família veio de Barra de São Francisco (ES) para enfrentar _ sem conhecer _ os labirintos de uma cidade grande. Acreditamos!

Eu era um garoto caipira que ficava contando os Cadilac’s rabo de peixe que passavam na rua, pois não podia conceber automóveis tão bonitos. Para mim, até então, o veículo mais bacana que havia era a Rural Willys do meu pai.

O mesmo garoto que foi fazer o 1º ano primário no Grupo Escolar Cesário Alvim e se apaixonou pelo Galo antes de ser alfabetizado. Só porque, revoltado com os cascudos que recebia na fila da cantina, desceu o braço num coleguinha cruzeirense metido a besta. Benditos cascudos que me cravaram no coração a certeza de ser alvinegro até a morte. Com muito orgulho, independentemente de vitórias ou derrotas.

Lembro-me como se fosse hoje, quando vi o Galo entrar em campo pela primeira vez tendo à frente o capitão Décio Teixeira. Camisas listradas tradicionais, calções e meiões negros. Arrepiei quando os vi naquele dia e arrepio-me hoje nesta véspera de decisão.

Agora eu chego à mensagem que quero deixar nesta crônica. Naqueles longíquos tempos, tivemos esquadrões poderosos e times ruins. Tivemos equipes vencedoras e algumas outras que perdiam mais do que ganhavam.

Mas a torcida do Galo nunca abandonou time no meio do 1º tempo ou do 2º. As vaias não existiam, pois não tínhamos a coragem de ridicularizar a nossa camisa. Em alguns momentos, o silêncio era o nosso protesto. Mas vaias nunca!

Que a nossa torcida seja o urro que transforme o Atlético num rolo compressor para cima dos argentinos! Os 90 minutos, sem silêncios e sem vaias. Que a arquibancada entre em campo capitaneada por Décio Teixeira, Vantuir, Oldair, Buglê, Réver _ entre outros capitães _ com aquela mesma camisa listrada, calções pretos e meiões brancos que arrepiaram a alma daquele garoto e de milhões mundo afora. E que fizeram adversários tremerem nas calças!

O Newell’s Old Boys não sabe o que o espera. Não haverá negociação!

Nesta quarta-feira, dia 10 de julho de 2013, é dia de comemorar o nosso atleticanismo, é dia de gritar para o mundo que o Galo, pela primeira vez, é finalista da Taça Libertadores da América!

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UM CRUZEIRENSE TENTA INTERDITAR O INDEPENDÊNCIA

Não bastasse o partidarismo sujo que protege muito mais o partido do que o país (ou a cidade), surge agora um vereador cruzeirense que pretende, apenas por rivalidade clubística, interditar o Estádio Independência. Vejam uma foto do vereador ostentando a camisa do rival. Esta foto foi postada nas redes sociais pelo atleticano Bira Marinho, jornalista e apresentador de TV, também indignado com a atitude do “nobre” vereador.

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Este “político” chama-se Professor Wendell (eleito na Pampulha) e pede a interdição porque, diz ele, a BWA, gestora do Estádio, não disponibilizou um espaço comunitário para os moradores locais e nem ofereceu um número maior de vagas de estacionamento. Tais ações fariam parte das condicionantes para o uso do Estádio.

Para respondê-lo, selecionei uma série de tweets do vereador Iran Barbosa, que não concorda com tal ação. Leiam de baixo para cima.

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Os contrapontos do vereador Iran Barbosa são absolutamente realistas, enquanto a tentativa do outro é uma falácia produzida para gerar votos nas próximas eleições e ferir o seu verdadeiro alvo: o Clube Atlético Mineiro. Mas o tiro sairá pela culatra.

Através da internet, o Cristiano Castro, atleticano visceral, já levantou a vida parlamentar do “nobre” vereador, que conseguiu empregar até a própria mãe no gabinete do vereador Dinis Pinheiro! Confiram no twitter do Cristiano Castro. Cliquem aqui

Além do flagrante nepotismo, se omite em votações importantes para o povo e não cuida da Pampulha, bairro que o elegeu. Os feirantes e donos de barracas do Mineirinho se viram sem trabalho após o Novo Mineirão e ninguém ouviu o vereador defender os coitados.

Mas, para tentar interditar o Estádio Independência, o tal do Professor Wendel se mostrou super ágil, de repente. Esse tipo de assunto provoca destaques em jornais e dá publicidade. Mesmo que sob absoluta suspeição.

Um vereador que não merece voto de ninguém. Um cara não confiável nem pelos que moram na Pampulha. É por causa de político oportunista como este que o povo está protestando nas ruas.

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MOMENTO ETERNO! OBRIGADO!

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47 minutos do 2º tempo, em pleno Independência, quartas de final da Copa Libertadores da América. Penalti para o Tijuana. O gol decretaria a desclassificação do melhor time do torneio.

Na arquibancada, com o radinho colado ao ouvido, Paulo, cego desde que nasceu, sente o coração parar. E, pelo silêncio nervoso, percebe o desespero que invadiu a nação atleticana. A algazarra frenética de antes se converte em murmúrios agonizantes.

Paulo nunca quis tanto enxergar como agora. Queria ver o rosto do pai, que está ao lado e é o responsável pelo seu atleticanismo. Só sente o braço dele e a mão trêmula apertando seu ombro. Dizem que os cegos não veem a matéria, mas enxergam a  alma. Por isso, Paulo “ouve” as orações de cada alvinegro presente no estádio. Sente a aflição, a angústia do sofrido atleticano, que esperava uma goleada que não aconteceu.

Pelo contrário, aos 47 minutos do segundo tempo, o Galo está com um pé fora das Libertadores. Depois de tanta luta, depois de tanta esperança, o Galo estará, mais uma vez, alijado das grandes conquistas. Oh, meu Deus, não permita isso!

Pelo radinho, Paulo sabe que Riascos, do Tijuana, se prepara para a batida. Não alimenta sonhos. Victor nunca defendeu um penalti com a camisa do Galo. Projeta dar um abraço carinhoso em seu pai, seu protetor, quando o Atlético for eliminado. O velho está sofrendo muito.

Riascos corre para a bola e bate no meio do gol. Victor pula para a direita, mas, com o pé esquerdo, defende o penalti mais importante de toda a história do Clube Atlético Mineiro!!!

O Galo está classificado! O Galo, pela primeira vez, está nas semifinais da Copa Libertadores da América!

Paulo está nas nuvens. Pula, grita, agradece aos céus. Abraçado ao pai, olha o campo _ sem ver _ à procura do herói. Não sabe se Victor é negro ou branco, mas sabe que, negro ou branco, é um dos heróis da nossa história. É um vencedor. E estes não têm cor e nem raça.

Por isso, Paulo grita com a voz embargada e com lágrimas escorrendo pelo rosto: OBRIGADO, VICTOR, MELHOR GOLEIRO DO BRASIL! OBRIGADO POR NOS MANTER GRANDES!

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UM ALERTA NA NOITE DAS MÁSCARAS

apanico1Embalados pelo grito “Caiu no Horto, tá Morto”, milhares de atleticanos irão ao jogo contra o Tijuana vestidos com mantos pretos e portando no rosto a máscara do Pânico.

Em termos de espetáculo, não resta dúvida de que será algo inesquecível. Mantos e máscaras farão do Independência um ambiente mórbido e assustador, qual uma noite de halloween fantasmagórica se estendendo às arquibancadas.

É o clima que a extensa lista de “mortos” no Horto sugere. E é desta forma que a Massa transmitirá o recado ao Tijuana: sombras bruxuleantes dançarão sobre as suas mentes mexicanas antes de sairem “mortos” do Horto!

Mas, realisticamente falando, convém lembrar que o anonimato concedido pela fantasia pode criar tentações em cabeças ocas e loucas para fazerem alguma merda.

E, se não forem identificados, o Atlético pagará muito caro numa reta final de Libertadores. Portanto, amigo atleticano, curta a sua festa e apoie o time com todas as suas forças, mas fique de olho em quem foi ao estádio para prejudicar o Galo.

É só um alerta em prol do Atlético. Seguro morreu de velho!

#CAIUNOHORTOTÁMORTO

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JORNALISMO SÉRIO É ISSO?

No rastro de uma notícia sensacionalista dada pelo Portal UOL, que acusa o técnico Cuca de ser o responsável pela não convocação de Ronaldinho Gaucho _ por contar ao Felipão sobre supostos atrasos e farras do jogador _  uma mensagem pipocou oportunamente na internet. Vejamos a seguir:

Sob uma pseudo aura de credibilidade (que só ele acha que tem), o sr. Jaeci Carvalho costuma soltar bombas imaginárias que quase nunca se concretizam na vida real. As chamadas bombas do Jaeci só divertem a moçada, ninguém leva a sério. São traques atirados aleatoriamente para captar audiência. Mas vamos deixar os programas dele em paz. São risíveis. Vamos tratar do tweet que ele postou hoje.

Vejam:

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Considero essa mensagem puro veneno destilado pelas costas, pois lança no ar uma dúvida que não existe! Primeiro porque Felipão não disse nada disso. E segundo, porque Cuca já desmentiu tudo aquilo que o site do UOL noticiou, inclusive dizendo que Felipão só ligou, tempos atrás, para saber do ombro do Bernard. Mais nada. Mesmo assim, o sr. Jaeci não foi capaz de conter sua vaidade borbulhante, mesmo às custas de contaminar o ambiente.

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SACANAGEM TEM LIMITES!

Um torcedor postou fotos no twitter de ingressos comprados (ou doados) para o jogo contra o São Paulo no dia 08.05.2013. Bacana demais, não fosse pelo fato de que a venda só começará amanhã às 10:00 hs.

É revoltante ver ingressos nas mãos de pessoas quando as filas na sede já dobram esquinas. Filas estas que irão passar a noite ao relento, no frio da temperatura e no frio da sensibilidade humana.

Enquanto os pobres estão no limbo, os ricos escracham.  Por arrogância ou por vaidade, postam a foto dos ingressos nas redes sociais, como se dissessem: enquanto vocês penam na fila, eu já tenho os ingressos! OLHEM AQUI!

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A diretoria do Galo está a par disso? A BWA compactua com esse disparate? Ou ninguém, nessa hora, não sabe de nada a exemplo do que vemos no governo?

Não acuso a diretoria do Galo nesse momento. São tantas as mãos que controlam as emissões de ingressos que impossibilita a nós, que estamos de fora, acusar com provas.

Mas, se têm o nome do garoto que denunciou e postou as provas, cravo que até um mero iniciante resolveria esse caso com um pé nas costas. Só não esclarecem se não quiserem!

Sacanagem com a torcida do Galo tem limites!

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PRÉVIA DE ATLÉTICO X THE STRONGEST

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Hoje é quarta-feira, dia 06, véspera de um jogo fundamental para as pretensões do Galo na Copa Libertadores da América.

Muitos dão a vitória como fava contada. Ledo engano. Esse jogo será uma pedreira, se o The Strongest se posicionar como se posicionou contra o São Paulo. Só não será assim se o time boliviano decidir encarar o Atlético de igual para igual. Neste caso, sairá do Independência grogue de tantos gols tomados.

Hoje em dia, nenhum time da América do Sul _ incluindo os do Brasil, obviamente _ tem coragem de enfrentar o alvinegro mineiro de peito aberto. Nenhum deles tem a petulância que o Atlético teve, ao jogar ofensivamente para dentro do Arsenal de Sarandi em plena Argentina de los hermanos.

Porém, jogo é jogado e lambari é pescado. Não se ganha um jogo de véspera. Opiniões só servem para esquentar o debate esportivo e não influenciam em nada nas quatro linhas, onde o embate é travado entre duas equipes com o mesmo objetivo. Sai vencedor aquele que possui as melhores armas táticas e técnicas, além de muita vontade. Nada mais conta.

Que o Galo consiga transformar favoritismo em sinônimo de vitória.

E que a torcida, vestida de branco, passe uma mensagem de PAZ ao povo boliviano. Que demonstre para o mundo que o atleticano não é igual ao insano que disparou o sinalizador naval em Oruro. O futebol não foi feito para matar adolescentes de 14 anos.

Futebol é coração pulsante! É vida!

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CHEGOU A HORA DA ONÇA BEBER ÁGUA!

Chegou a hora da onça beber água!

No domingo, contra o Fluminense, será estabelecida a diferença entre homens e meninos.

Uma dianteira de 9 pontos faltando só 21 a serem disputados não é uma folga pequena. Pelo contrário, trata-se de algo quase impossível de ser superado.

Ainda mais quando o time a ser alcançado conta com a subserviência descarada de uma CBF desonesta em todas as suas ações. Por consequência, a atuação tendenciosa de uma organização corrupta é transportada para dentro de campo por juízes medrosos e prontos a assoprarem o apito ao menor sinal que ameace as pretensões de seus chefes. Ou mantê-lo silencioso, quando assim mais aprouver.

Mas, para domingo, temos de esquecer tudo isso. Vamos fingir que estamos em um campeonato baseado na correção e na ética e partir para cima do Fluminense como se fosse a última refeição no corredor da morte.

Não há outra opção senão vencer. Perdendo, a diferença vai para 12 pontos e aí, meu amigo, seremos campeões só em 2013.

O empate também não nos serve, porque terá o mesmo resultado prático de uma derrota, mantendo a distância e reduzindo a nossa dianteira em relação aos que chegam, como o São Paulo, por exemplo.

Vencendo, cai para 6 pontos e mesmo assim, ainda teremos de sair derrotando todos os adversários que surgirem à nossa frente, sem tempo de distrações. Só transpirações.

É uma tarefa hercúlea, no limiar do impossível. Coisa de heróis mitológicos ou super-heróis de histórias em quadrinhos.

No entanto, o futebol não é um labirinto de Dédalo ou os 12 trabalhos de Hércules. Futebol é feito de jogadores de carne e osso comandados por mentes que falham nos momentos mais inesperados. E o Fluminense não está a salvo das fraquezas humanas, embora flagrantemente protegido por elas.

Então, por isso mesmo, resta ao Galo lutar com todas as suas forças, até o último minuto da última partida, buscando a realização de um sonho de mais de 40 anos.

E se neste ano não der certo, com o suor de todos disputaremos uma Libertadores com o time muito mais reforçado.

E o sonho permanecerá vivo!

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NÃO TEMOS DE JOGAR BEM, TEMOS DE VENCER!

Nos próximos jogos, o Galo precisa atropelar quem aparecer pela frente. E não me custa nada dizer isso, porque não serei eu a entrar em campo para tornar essas palavras uma realidade.

Dentro de campo, o buraco é mais embaixo, como diria Nenem Prancha.

E retomar aquele futebol envolvente que encantou o país no primeiro turno é quase impossível nesta altura do campeonato. Os jogadores perderam o fio da meada em algum momento. Algo aconteceu na Cidade do Galo para afetar tanto a produção da equipe, pois não foi simplesmente uma perda parcial de performance.

O time que joga atualmente não lembra nem de longe aquele de antes, essa que é a verdade.

Mas, mesmo assim, repito: o Galo precisa atropelar os próximos adversários, seja no Independência ou fora dele.

Como fazer isso, se o time está mal? Ora, o Fluminense vem jogando como time pequeno, vem vencendo todo mundo e está na liderança à base de um futebol mais pobre do que a Etiópia. Mas tem os dois extremos mais importantes: goleiro bom e centroavante que faz gols e decide.

Nós temos goleiro, mas nos falta jogador que meta a bola na casinha. O Galo desperdiça chances na mesma proporção que as cria.

Então, é fazer como o Fluminense faz. Marcar um gol e se refugiar na defesa, passando a jogar nos contra-ataques. Já ganhamos jogos assim neste ano. Contra o Grêmio, no Olímpico, foi desse jeito.

Melhor jogar mal e botar 3 pontos na sacolinha. Só que, para isso, aquele sangue no olho tem de voltar e substituir a técnica que escafedeu-se sabe-se lá porque.

A ausência de Pierre por 15 dias foi extremamente inoportuna justo quando mais precisamos dele. Provavelmente será substituído por Richarlyson, um fabricante de faltas perto da nossa área. Fará dupla com Serginho, que marca melhor que Felippe Soutto. Aliás, qualquer um marca melhor que Felippe Soutto. Este passeia em campo e, para defendê-lo, se usa o argumento de que ele tem um ótimo passe.  Pois não vi nenhum ótimo passe no jogo contra a Portuguesa. E se ele só tem isso de bom, que se adapte em outra posição que não a de volante.

Enfim, não temos de jogar bem. Temos de vencer! Pragmatismo no futebol também faz bem. E se for para ser campeão ou obter vaga na Libertadores, o Galo tem de mudar a atitude.

Daqui para frente, tem de ser na mais pura raça!

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NINGUÉM FALOU QUE SERIA FÁCIL!

Disputar 9 pontos nos últimos 3 jogos e só ganhar 2 significa queda de produção? Será que isso pode ser tratado como um apagão?

O fato é que estacionamos nos 44 pontos e só não deixamos escapar a liderança porque o Figueirense foi macho o suficiente para empatar um jogo em que estava perdendo de 2 a 0 para o Fluminense. E só não virou porque o bandeirinha inventou um impedimento e anulou um gol perfeitamente legal.

Aquela gordurinha foi-se. Defenestrou-se. Mas permite que o Galo siga como líder do campeonato mais difícil do mundo.

Na minha opinião, das 3 derradeiras partidas, o Galo só atuou mal no segundo tempo contra o Corinthians. Considero uma fatalidade o empate contra o cruzeiro. Nem os rivais acreditavam mais. E se a falta no Guilherme fosse marcada, seriam 3 pontos na sacolinha.

Devido à intensidade da disputa contra os smurfs da enseada, houve um natural relaxamento contra a Ponte Preta. Não estou dizendo que foi intencional, pois não foi. Embora cedendo espaços em profusão (por ter reduzido a pegada de outros jogos), agravado pelas equivocadas substituições (excessivamente ousadas) do Cuca, a equipe atuou bem.

Na primeira etapa, em pleno Pacaembu lotado, o Galo se impôs diante do Corinthians. A pegada voltou, o time marcou e atacou bem. Atuou como se estivesse no Independência. Bernard e Jô tiveram chances de marcar e não marcaram. Andam precisando treinar finalizações. Não adianta criar se não cravar a bola na casinha!

Entretanto, houve uma acentuada queda de produção no segundo tempo. Os erros foram demasiados e pela primeira vez neste campeonato, fomos dominados sem oferecermos a mínima resistência. Só reagimos quando Emerson foi expulso. E novamente fomos prejudicados com a anulação de um gol legítimo. Não houve falta do Leonardo Silva e nem impedimento. Nada vezes nada!

E, naquelas alturas, merecendo ou não, gol legal é gol no placar! Futebol é assim. Ou teríamos de abrir mão do gol porque jogávamos mal? Isso é puro surrealismo de torcedor que quer ver o time vencendo só dando show. Falácia absurda que povoou o twitter após o jogo. Fosse assim, o Fluminense não estaria na nossa cola. Pratica um futebol feio, cheio de chutões, maltrata a gorduchinha e, no entanto, está na ponta da tabela.

O sistema de marcação do Galo, desde a primeira partida, é baseado na recomposição de TODOS os jogadores sem a posse da bola. Até o Jô ajuda. É muito bacana para quem vê, mas extremamente desgastante para o atleta, não se iludam. Danilinho e Bernard talvez sejam os jogadores que mais correm quilômetros/partida no Brasil atualmente.

Isso tem um preço que se paga com pontos perdidos. O corpo humano tem seus limites. Cuca e Carlinhos Neves já devem estar dando tratos à bola na busca de uma solução que amenize esse desgaste. Se não for assim, a cada jogo a pegada será menor. E não será por preguiça, posso garantir com a mais absoluta certeza. Nem sempre querer é poder.

Enfim, espero que o Galo retome sua caminhada vitoriosa na partida de amanhã contra o Bahia e refaça a tal gordura. Este é o momento que a torcida atleticana mais precisa estar ao lado da equipe, mesmo que a momentânea instabilidade se estenda um pouco mais.

E entenda, caro irmão alvinegro, que ser líder faz de todo oponente um adversário com sangue nos olhos e potencializa suas virtudes, mesmo que poucas. Afinal, todos querem tirar uma casquinha do melhor time.

Então, bola para frente. Ninguém falou que seria fácil!

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NO OLHO DO FURACÃO!

O Galo jogou bem o primeiro tempo, mas o Botafogo atuou melhor.

Mas, na segunda etapa o Galo tomou conta do confronto de uma forma acachapante. Contando com Ronaldinho Gaucho _ o melhor em campo _  em mais um dia inspirado, o Atlético cravou a bandeira no Independência e berrou: aqui quem manda somos nós!

Porém, após a virada, a equipe deitou sobre os louros. O penalti foi um castigo grande demais para um time  que não merecia empatar, mas que agiu como se já tivesse vencido.

E aí surgiu a imprevisibilidade de Neto Berola, que voltava após 108 dias afastado. Depois de defender chutes rasteiros de Bernard e Jô, Jefferson nunca esperaria uma bola cavada. Mas, foi o que Neto Berola fez, com o sangue frio de um matador ou a insanidade de um louco, bendito louco que é!

O maravilhoso gol de Berola nos deu o simbólico “título” de campeões do primeiro turno, com 82,4% de aproveitamento. O número, por si só, já estampa o quanto é fantástica a jornada. Nunca houve campanha mais espetacular na história do campeonato brasileiro.E dos 9 últimos brasileirões, 7 campeões do 1º turno abiscoitaram a taça ao final.

A mídia nacional está petrificada. Ao Galo é dedicado o maior tempo nos programas esportivos de TV e rádio e aí petrificados ficamos nós, pouco acostumados com isso.

A ficha caiu para aqueles que analisavam com desdém o início avassalador do Atlético, pois o tempo foi passando, as vitórias se repetindo e o equilíbrio do time se consolidando cada vez mais. Línguas foram queimadas e mentes retrógradas expandidas a forceps.

O Galo já passou por todas as situações. Já saiu perdendo e virou. Saiu vencendo e manteve. Já levou gol de empate ao final da partida e mesmo assim, ganhou…

A verdade é que a equipe está iluminada! Iluminada sim, mas ainda não é campeã de nada! Estatísticas não nos fazem campeões e nem nos garantem campanha parecida no 2º turno. Podem sinalizar tendências, mas só se transformarão em realidade dentro de campo, no calor da pegada, no sangue nos olhos e no brio de cada jogador.

O que os jogadores têm de fazer? Precisam trazer para o segundo turno toda a experiência e adrenalina acumuladas no primeiro e recomeçar como se o placar marcasse zero a zero. Manter a humildade e respeitar todos os adversários. Respeitá-los é uma coisa, temê-los é outra.

É preciso que os nossos jogadores se blindem psicologicamente contra os elogios intermináveis da imprensa. Tem hora que um elogio pode ser infinitamente mais destrutivo do que uma crítica pesada.

Não se iludam, jogadores do Galo! O CLUBE ATLÉTICO MINEIRO ESTÁ NO OLHO DO FURACÃO! E, por causa disso, armadilhas das mais variadas versões e disfarces  podem estar sendo armadas ardilosamente.

Se vocês, atentos, não perderem o foco e permanecerem com a faca afiada entre os dentes, nada será capaz de nos tirar o verdadeiro título de campeão nacional.

E aí, meus amigos, estaremos juntos em dezembro para pararmos Belo Horizonte por 3 ou 30 dias numa festa que o Brasil nunca assistiu na vida. E os que não são atleticanos sequer podem imaginar!

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ATLÉTICO 1 X 0 VASCO. MAIS UMA GOLEADA!

Antigamente, quando íamos ao Mineirão ver o Galo jogar, a pergunta que nos fazíamos era: de quanto vamos ganhar? Não havia em nossas mentes nenhuma dúvida sobre a vitória líquida e certa.

Grandes esquadrões que nos orgulharam no campo de jogo. Grandes jogadores que defenderam esta camisa como se defende uma mãe ou um pai.

Pois a mística desse manto tantas vezes reverenciada por aqueles antigos atletas ressurgiu, incólume, entranhada no coração de Victor, Marcos Rocha, Leonardo Silva, Réver, Rafael Marques, Júnior César, Pierre, Leandro Donizeti, Guilherme, Danilinho, Ronaldinho Gaucho, Jô, Bernard, Escudero, Giovani, Serginho e todo o elenco. Um time aguerrido, um time de luta, que parte para cima do adversário com bravura, com a mesma alma alvinegra presente nas arquibancadas.

O furor alucinante da equipe, ao enfrentar mais uma rodada, é como bradar ao mundo esportivo do país, ainda assustado com o que vê: AQUI É GALO, PÔ!

E a certeza da vitória é, novamente, parte de nosso cotidiano. Não sabemos qual será o placar, mas que vamos vencer… ah, isso é líquido e certo. Como disse Ronaldinho Gaucho, semanas atrás: não vai ser fácil derrotar o Atlético!

E não vai ser mesmo. Ontem o Vasco conseguiu, por méritos, dar um chute a gol. Repito: o vice-líder do campeonato brasileiro logrou dar UM chute a gol durante 90 minutos de partida!

Pela primeira vez, Ronaldinho Gaucho fez uma partida fantástica. Marcos Rocha, Réver, Leonardo Silva e Leandro Donizeti se destacaram, mas em todas as linhas o Galo se impôs com qualidade e força. O jogo foi 1 a 0 como poderia ser de 3 ou 4. O Atlético atropelou o Vasco, essa que é a verdade. Foi uma goleada em termos de volume de jogo.

A não ser por aquele chute do Carlos Alberto (na única finalização do Vasco), quase não fomos incomodados. O sistema defensivo do Galo, protegido por Pierre (um monstro) e Leandro Donizeti, se torna cada vez mais inexpugnável. Isso porque, além dos volantes, os ponteiros também recompõem. E os atacantes combatem os volantes.

Esse time do Galo é uma MÁQUINA DE GUERRA! Defensiva e ofensivamente falando. Não negocia rendições, nem tampouco reconhece bandeira branca!

Joga feio quando precisa, articula seus setores de forma inteligente e não perde, em nenhum momento, a velocidade. Velocidade esta que só é possível com muito treino, com muito conjunto.

Times lentos são aqueles que não possuem suas peças azeitadas para trabalharem sincronizadas, uma vez que os atletas precisam de um segundo a mais para localizar o companheiro. Ao contrário do grupo atleticano, que quando um jogador recebe a bola, já antevê a movimentação do outro. Ele sabe, ele sente. Daí vem a rapidez que a equipe apresenta.

Que nossos jogadores não sofram influências externas, capitaneadas por clubes, CBF e imprensa do eixo RJ/SP. E pior, abonadas pela mídia mineira que não quer ser campeã, sabe-se lá porque!

Os acontecimentos banais de um CT são potencializados e elevados à categoria de escândalos. Neste momento, todo cuidado é pouco no sentido de blindar uma equipe guerreira, que não deixa pedra sobre pedra por onde passa.

NADA VAI ALTERAR O RITMO DESSA JORNADA! Absolutamente nada! Estamos atentos e fechados com o time até na tampa!

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Assistam a seguir o vídeo de Eduardo Rodrigues, colunista do L&N. É um desabafo de um atleticano revoltado com as seguidas tentativas de desestabilização do ambiente da equipe, através de fofocas e invenções da mídia. NÃO PERCA!

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ATLÉTICO 2 X 0 SANTOS – COM ESSE TIME NÃO SE BRINCA!

Com direito a uma recepção de arrepiar até o mais frio dos mortais, a equipe do Galo soube, desde sua chegada ao Independência, que o apoio da Massa seria avassalador.

O infernal tsunami alvinegro voltou em grande estilo para manter viva a chama da esperança e mostrar que aquela fidelidade incondicional é eterna.

E foi assim que os jogadores, contagiados pelo espírito vibrante que receberam da torcida lá fora, transformaram-no, dentro do gramado, em energia para lutar em busca de mais uma vitória.

Porém, não foi uma vitória tranquila. O Santos, apesar de desfalcado de 7 jogadores, demonstrou que a Vila Belmiro é uma fábrica de bons jogadores. E atuou muito bem, essa que é a verdade.

Mas enfrentar o Atlético hoje em dia não é uma tarefa das mais fáceis. Além de jogar em toques de primeira, lançamentos inesperados, triangulações em todos os setores, o Galo combate o oponente com uma gana inigualável.

Só para ilustrar: O Atlético, com a bola, tem dois pontas direitas (Danilinho e Marcos Rocha). Sem a bola, tem dois laterais direitos! Ou seja, o espaço para o adversário jogar fica muito reduzido, pois no meio e na esquerda ocorrem a mesma coisa.

Equilíbrio e iniciativa são as marcas dessa equipe que eu reputo, neste momento, um verdadeiro timaço. Vai jogar bonito assim lá longe! E jogam feio quando é preciso.

Ontem, Victor assistiu ao jogo, mas quando o jogador santista deu aquela cabeçada fulminante, lá estava ele para realizar monumental defesa. Goleiro bom é para essas horas!

Na minha opinião, todos jogaram muito bem. Entretanto, eu seria injusto se não citasse a espetacular partida que Marcos Rocha fez. Autor de 2 assistências, o garoto mostrou que está em grande forma. No mesmo nível, Danilinho e Ronaldinho Gaucho sobressaíram com um trabalho incansavelmente coletivo.

O bom no Galo é que ninguém fica penteando a bola procurando aparecer mais do que os outros. Ali dentro das 4 linhas, qualquer espectador enxerga só seriedade. E, exatamente por ser assim, vê COMPETÊNCIA EM SUA FORMA MAIS PURA!

Competência para vencer os 11 adversários e mais o trio de árbitros, que fizeram de tudo para mudar o resultado do jogo. Marcamos 4 gols para valerem 2. No próximo post, o Eduardo Rodrigues falará a respeito, por isso, evitarei aprofundar-me no assunto.

Mas a verdade é que forças ocultas _ como eu tinha previsto _ já estão se organizando para jogarem água na nossa fervura. Ontem foi uma palhaçada explícita em pleno Independência, na fuça de 20 mil torcedores! Precisamos nos unir contra o esse apito assaltante que altera, na maior cara de pau, os resultados de todo o trabalho de um clube.

Estão tentando fazer do campeonato brasileiro um campeonato espanhol, onde só existem 2 times, Barcelona e Real Madrid. Aqui seriam Corinthians e Flamengo. E o resto que se dane!

Enfim, com juiz ou sem juiz, acondicionamos mais 3 pontos na sacolinha e somos o time com melhor aproveitamento nas 12 primeiras rodadas na era dos pontos corridos.

E se o Fluminense não abrir o olho, vai levar uma tamancada em pleno Engenhão. Com esse time NÃO SE BRINCA, meu amigo!

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Assistam aos melhores momentos:

ATLÉTICO 3 X 1 INTERNACIONAL – UM VAREIO DE BOLA!

Nos primeiros minutos, o Internacional até que tentou alcançar algo parecido com equilíbrio de forças. Porém, depois daquele início, o que se viu no Independência lotado foi o Galo tomar conta do jogo de uma maneira que poucas vezes eu assisti nos últimos anos.

E não me digam que foi por causa da expulsão de D’Alessandro, porque não foi. O argentino saiu de campo aos 38 minutos da primeira etapa. No transcorrer de todo o primeiro tempo (e não só depois de sua exclusão), o Atlético efetuou 272 passes contra 114 do Inter. Finalizou 6 vezes contra 0, teve 11 dribles contra 5 e desarmou 18 vezes contra 10 (números gentilmente cedidos pelo jornalista Mário Marra).

Foi um domínio absurdo sobre um clube de tradição e que tem um dos melhores plantéis deste campeonato. O Internacional levou um verdadeiro vareio de bola nos 45 minutos iniciais, essa é que é a verdade! Não viram a cor da bola, não conseguiram dar sequer UM chute a gol.

Na segunda etapa, depois do gol de Leonardo Silva, o Galo se desconcentrou e levou o gol. A partir daí, as trocas de passes rasteiros _ a principal tônica do primeiro tempo _ foram esquecidas e o jogo se tornou equilibrado… por uns 10 minutos. Pois, logo depois, o conjunto se refez, compactou-se como antes e retomou as rédeas de um jogo que pode ser considerado a sua melhor performance em 2012.

E a vitória, além de representar mais 3 pontos na sacolinha, implodiu um tabu de 10 anos sem vencer o colorado gaúcho. Neste ano, o Atlético vem estraçalhando tabus um atrás do outro. Tomara que consiga superar o mais antigo, o mais ansiado por todos nós, aquele que representa mais de 40 anos sem acontecer.

Na minha concepção, os destaques positivos foram todos os jogadores. Se eu os nomeasse, poderia cometer injustiças. Até que eu tentei, mas apaguei logo em seguida porque seria obrigado a relacionar o time completo. Uns mais, outros menos. Mas, mesmo assim, resultaria num post longo demais para ser publicado aqui.

Reverencio novamente a raça com que a equipe encara cada jogo. Cada bola é disputada como se fosse o salário do fim do mês. Você vê um jogador adversário com a bola e 3 ou 4 atleticanos dando combate ao mesmo tempo. O cara nem tem tempo de raciocinar.

Que bom que está sendo assim. O atleticano está feliz e sobretudo, orgulhoso. Agora vamos ao Recife para mais uma jornada vitoriosa.

Que o Sport seja a nova vítima de um time valente e com sangue nos olhos!

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Assista aos melhores momentos:

UMA CULTURA ESPORTIVA PROIBIDA!

Em sua vida profissional, não se meta a fazer aquilo que não entende bulhufas, senão você se transformará numa cópia fiel dos construtores do Independência, dos que comandam a Secopa e dos empresários da BWA.

Dos construtores do Independência porque estes, além de colocarem grades que deixaram 6.000 pessoas a verem navios ao invés do jogo, ainda criaram com a sua absurda incompetência, pontos cegos em outros locais do estádio que impedem de ver um jogador batendo escanteio. Ou seja, aumentam extorsivamente os preços dos ingressos, mas não oferecem um serviço minimamente à altura.

Da Secopa porque só vivem tentando esconder o sol com a peneira, como se fazer política fosse sinônimo de mentir a todo momento. Não é, mas talvez no Brasil o termo correto seja esse mesmo, uma vez que político é a classe mais desacreditada pela população. Política e mentira se fundiram numa só palavra.

Além de não resolver os problemas estruturais e de visibilidade do Independência, a Secopa ainda se mete nas coisas do estádio, como na negociação do aluguel com o cruzeiro e agora, em conjunto com a BWA, na proibição de entrada de faixas e bandeiras.

E o motivo alegado para essa proibição é justamente aquele que não foram capazes de oferecer ao público pagante: VISIBILIDADE!!! Pasmem os senhores!

Alegam que as bandeiras atrapalham a visibilidade. E os pontos do estádio (além daqueles 6.000 lugares), que mesmo sem bandeira sem nada, o torcedor tem de se contorcer que nem um macaco para ver alguma coisa? Escondem o rabo para mexerem no rabo alheio.

Sorrateiramente, tentam transferir para a torcida a clara responsabilidade pelos erros crassos _ e vexamosos _ cometidos na reforma do estádio. E desta forma, criam condições para a colocação de painéis publicitários. Ok, sou totalmente a favor de se faturar com os painéis, mas não à custa do fim de uma cultura esportiva. Porque cargas dágua não pensaram nisso antes?

Só espero que, na elitização obscena que estão tentando impor à torcida atleticana, a Massa não tenha que frequentar o estádio vestida a rigor, com ternos, gravatas e afins. E que os palavrões não sejam punidos com prisão; e que a comemoração de um gol não seja restrita a palmas contidas e sorrisos amarelos vigiados por câmeras.

Senhores políticos e empresários da BWA, nós somos a torcida do povão e disseminada nas favelas de Belo Horizonte. Nós somos, orgulhosamente, a cachorrada! Mas vocês não nos conhecem porque são estranhos ao meio. E como tal, não têm a mínima noção dos disparates que cometem!

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Abaixo, a nota de repúdio da Força Jovem Atleticana:

ATLÉTICO 1 X 0 CORINTHIANS – A RAÇA QUE NOS ENOBRECE!

Permitam-me não ser tão realista e esquecer, por momentos, que não temos a equipe ideal. Permitam-me não pisar o chão. Deixemos isso para o decorrer da semana, não hoje.

Hoje eu quero tão somente comemorar a minha mais honrosa condição de ser humano: ser atleticano em todos os ambientes por onde passei, em todos os momentos em que chorei ou vibrei, ou até nas figuras das mulheres que eu amei! Pode-se amar, pode-se chorar, pode-se sorrir, sempre carregando dentro do coração, tatuada, a frase que sacramenta o infinito: EU SOU ATLETICANO!

Permitam-me  extravasar a alegria que eu sinto ao ver o time alvinegro lutar por uma vitória como se estivesse defendendo a própria vida. Por enxergar novamente o brio nos olhos das feras e ver que, finalmente, cada um entendeu que a camisa que a torcida veste com devoção nas arquibancadas é a mesma que ele tem de vestir com sangue e suor em campo.

Hoje não quero saber de técnica ou qualidade. Hoje eu celebro a raça, a entrega e o amor contido em cada dividida.

A mesma gana de Doriva, de Éder Lopes, de Cincunegui, de Jorge Valença, de Éder Aleixo e tantos outros. De MUITOS outros!

E de Pierre, na cancha, o símbolo mais perfeito da paixão que carregamos aqui fora!

Pierre deixa o coração em campo, molha o gramado com o seu sangue. Ele não é nenhum craque, não é o melhor do time, mas um atleticano se emociona ao vê-lo jogar.

Porque o atleticano é assim, nasceu e vai morrer assim. Que venham craques habilidosos, mas que dentro deles more a alma feita de aço do alvinegro das alterosas. Sem isso, nada fará sentido para nós.

Pierre não joga. ELE LUTA UMA BATALHA DE VIDA OU MORTE!

E é um exemplo para seus companheiros, que hoje encarnaram o espírito do volante para vencer o Corinthians. Um jogo em que fomos superiores sobretudo no segundo tempo e merecemos a vitória maiúscula.

O sentimento de superação que enobrece os vencedores. O ardoroso sentimento que queima o coração e enche os olhos de lágrimas.

Nos próximos posts, falarei do que foi o jogo tática e tecnicamente. Mas hoje não.

Hoje celebro apenas a volta da garra do Galo, que sempre encarnou o atleticanismo mais puro! E que continue sempre assim!

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Assista ao gol de Danilinho:

AMÉRICA 1 X 1 ATLÉTICO – FINALMENTE, GUILHERME CHEGOU.

Com 3 zagueiros e Guilherme armando no meio, até que o Atlético não jogou tão mal assim.

Quando a coisa apertava, entregava-se a bola para Guilherme, que arredondava-a e mostrava ao público que no gramado ainda pulsava vida inteligente.

O camisa 10 do Galo foi, disparado, o melhor em campo. Combateu, distribuiu, foi incisivo em lançamentos agudos e se não chutou a gol foi porque não teve chance.

Com André suspenso para o próximo jogo, o meu temor é que Cuca adiante Guilherme para jogar isolado dentro da área. Fazendo isso, perderá a cabeça pensante no meio e, ao mesmo tempo, não terá quem construa jogadas para que ele arremate.

O Atlético não possui poder de fogo no ataque, essa é que é a verdade. Bernard voltou mal da contusão, André não dá prosseguimento às jogadas e os laterais/alas, que deveriam apoiar e criar opções, não o fazem.

Apesar de seus defeitos visíveis, o Galo foi superior ao América na partida de hoje. No primeiro tempo, o time alviverde quase não jogou. No segundo tempo, o Galo tanto  martelou que acabou achando um gol em jogada de escanteio.

E aí, como sempre acontece, a equipe se encolhe e leva pressão, por pior que seja o adversário. E, num córner que não existiu, já nos descontos, o América empatou através de um atacante em clara posição de impedimento.

Azar? No meu entendimento, pura incompetência de um time que se encontra com a auto-estima baixa e não confia em si mesmo.

Estivesse em condição psicológica elevada, teria partido para cima do Coelho para fazer o segundo. E mataria as finais no primeiro jogo. Lembro-me que aconteceu o mesmo quando vencia o cruzeiro por 2 a 0 e permitiu o empate.

O Atlético é um time que não sabe jogar com o placar favorável. Deixa-se pressionar muito facilmente, como se temesse sair para o jogo e tomar a virada. O pior é que isso acaba acontecendo como se fosse uma punição dos céus.

As suas limitações técnicas são tão flagrantes que os próprios jogadores sabem disso. É um fator que deveria ser corrigido pela comissão técnica, porém, nada é feito nesse sentido.

Eu já vi times extremamente limitados se manterem, na base da força mental, no alto da tabela do campeonato brasileiro. Já aconteceu com o Atlético em outras ocasiões e o último exemplo foi o Coritiba em 2011.

Enfim, foi um empate que, a bem da verdade, é mais favorável ao Galo do que ao América.

Vamos aguardar o segundo jogo e, muito provavelmente, levantaremos a taça de um campeonato que não vale absolutamente nada.

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