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A JORNADA NA COPA DO BRASIL COMEÇA HOJE PARA O GALO.

O Galo entra em campo contra o Juventus do Acre, hoje à noite, com:

Carini, Coelho, Cáceres, Jairo Campos e Leandro; Jonilson, Correa, Ricardinho e Renan Oliveira (ou Obina); Tardelli e Muriqui.

É o início de uma jornada numa competição que nunca foi o nosso forte. Só uma vez alcançamos a semifinal e conseguimos perder para o Brasiliense em Brasília e no Mineirão. Duas derrotas por pura incompetência.

De outra feita, fomos roubados descaradamente por Carlos Eugênio Simon, no Maracanã, frente ao Botafogo. E aí foi pura roubalheira.

Quando não é de um jeito, é de outro.

Mas este ano, depois de um longo e tenebroso período de hibernação, o Galo vem com mais força.

Depois do que vi contra o cruzeiro até os 30 minutos do segundo tempo, posso dizer, sem medo de errar, que o time agora tem uma defesa mais sólida, um meio de campo vibrante  e pegador e um ataque rápido e insinuante.

Ainda falta à equipe maior criatividade no meio, é claro. O time ainda se ressente da ausência de um organizador de jogadas, um municiador de ataque, o responsável pelas tramas inteligentes do meio para a frente.

Falta o toque de Midas por aquele setor, um pé que transforme tudo em ouro.

Mas, como não se acha um jogador desses em qualquer boteco ou mercearia, vamos seguindo adiante da maneira como está.

Se o Galo que jogará doravante for o mesmo que jogou contra o cruzeiro até os 30 minutos do segundo tempo, ouso dizer que seremos candidatos sérios e consistentes ao título da Copa do Brasil.

Não há motivos para não sê-lo. Os jogadores agora sabem do que são capazes. Antes não sabiam. O fator confiança é fundamental em um torneio mata-mata.

Nunca fomos bons copeiros. Mas podemos ser excelentes. O que nos impede?

Vanderlei Luxemburgo está aí justamente para isso. Ele pode fazer a diferença, se conseguir  incutir na cabeça do plantel atleticano o espírito guerreiro essencial para a disputa de um torneio com essas características.

E eu acredito em Luxemburgo. Em pouco tempo, o Galo já está com uma outra cara. Ajustes são necessários, mas estamos quase prontos para a foto. A gravata italiana e o paletó Armani, que ainda não possuímos, virão com mais uma ou duas contratações.

Aí posaremos para a posteridade com a auto-estima refeita e elevada.

Finalizando, não quero deixar passar em branco o seguinte:

Se Obina não jogar, Renan Oliveira estará em campo. E só de pensar nisso, meu corpo fica todo empolado.

Adquiri, ao longo dos anos de experiências frustrantes com este jogador, uma “renantite” crônica que não me larga.

Será que vamos jogar com apenas 10 jogadores mais uma vez? Ou o rapaz finalmente se rendeu à beleza de uma bola de futebol e abandonou o sentimento de nojo que tinha por ela?

É o que veremos nos próximos capítulos.

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