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ATLÉTICO 1 X 0 VASCO. MAIS UMA GOLEADA!

Antigamente, quando íamos ao Mineirão ver o Galo jogar, a pergunta que nos fazíamos era: de quanto vamos ganhar? Não havia em nossas mentes nenhuma dúvida sobre a vitória líquida e certa.

Grandes esquadrões que nos orgulharam no campo de jogo. Grandes jogadores que defenderam esta camisa como se defende uma mãe ou um pai.

Pois a mística desse manto tantas vezes reverenciada por aqueles antigos atletas ressurgiu, incólume, entranhada no coração de Victor, Marcos Rocha, Leonardo Silva, Réver, Rafael Marques, Júnior César, Pierre, Leandro Donizeti, Guilherme, Danilinho, Ronaldinho Gaucho, Jô, Bernard, Escudero, Giovani, Serginho e todo o elenco. Um time aguerrido, um time de luta, que parte para cima do adversário com bravura, com a mesma alma alvinegra presente nas arquibancadas.

O furor alucinante da equipe, ao enfrentar mais uma rodada, é como bradar ao mundo esportivo do país, ainda assustado com o que vê: AQUI É GALO, PÔ!

E a certeza da vitória é, novamente, parte de nosso cotidiano. Não sabemos qual será o placar, mas que vamos vencer… ah, isso é líquido e certo. Como disse Ronaldinho Gaucho, semanas atrás: não vai ser fácil derrotar o Atlético!

E não vai ser mesmo. Ontem o Vasco conseguiu, por méritos, dar um chute a gol. Repito: o vice-líder do campeonato brasileiro logrou dar UM chute a gol durante 90 minutos de partida!

Pela primeira vez, Ronaldinho Gaucho fez uma partida fantástica. Marcos Rocha, Réver, Leonardo Silva e Leandro Donizeti se destacaram, mas em todas as linhas o Galo se impôs com qualidade e força. O jogo foi 1 a 0 como poderia ser de 3 ou 4. O Atlético atropelou o Vasco, essa que é a verdade. Foi uma goleada em termos de volume de jogo.

A não ser por aquele chute do Carlos Alberto (na única finalização do Vasco), quase não fomos incomodados. O sistema defensivo do Galo, protegido por Pierre (um monstro) e Leandro Donizeti, se torna cada vez mais inexpugnável. Isso porque, além dos volantes, os ponteiros também recompõem. E os atacantes combatem os volantes.

Esse time do Galo é uma MÁQUINA DE GUERRA! Defensiva e ofensivamente falando. Não negocia rendições, nem tampouco reconhece bandeira branca!

Joga feio quando precisa, articula seus setores de forma inteligente e não perde, em nenhum momento, a velocidade. Velocidade esta que só é possível com muito treino, com muito conjunto.

Times lentos são aqueles que não possuem suas peças azeitadas para trabalharem sincronizadas, uma vez que os atletas precisam de um segundo a mais para localizar o companheiro. Ao contrário do grupo atleticano, que quando um jogador recebe a bola, já antevê a movimentação do outro. Ele sabe, ele sente. Daí vem a rapidez que a equipe apresenta.

Que nossos jogadores não sofram influências externas, capitaneadas por clubes, CBF e imprensa do eixo RJ/SP. E pior, abonadas pela mídia mineira que não quer ser campeã, sabe-se lá porque!

Os acontecimentos banais de um CT são potencializados e elevados à categoria de escândalos. Neste momento, todo cuidado é pouco no sentido de blindar uma equipe guerreira, que não deixa pedra sobre pedra por onde passa.

NADA VAI ALTERAR O RITMO DESSA JORNADA! Absolutamente nada! Estamos atentos e fechados com o time até na tampa!

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Assistam a seguir o vídeo de Eduardo Rodrigues, colunista do L&N. É um desabafo de um atleticano revoltado com as seguidas tentativas de desestabilização do ambiente da equipe, através de fofocas e invenções da mídia. NÃO PERCA!

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ATLÉTICO 1 X 1 BAHIA – FRUSTRANTE!

Um primeiro tempo impecável que merecia gols em profusão, mas que não aconteceram.

Um segundo tempo no mesmo nível até no momento do gol. A partir daí, o time fez o que sempre faz: tremeu nas bases, cedeu espaços, recuou mesmo estando em pleno Independência e acabou castigado.

Castigado por uma única bola, por um único chute, por somente uma jogada de perigo do Bahia. Só uma e… foi gol.

Uma bola defensável que Giovanni deixou entrar. Não foi frango, mas foi falha.

O nosso goleiro vinha em franca recuperação, fazendo a torcida esquecer da provável contratação de um jogador para a posição. Mas ele mesmo, Giovanni, se encarregou de nos lembrar. Há, sim, a necessidade de um goleiro de alto nível para fazer com que esse tipo de falha desapareça definitivamente.

Certamente, não será Renan Ribeiro que solucionará o problema. Na minha opinião, é muito pior que Giovanni.

Mas não perdemos 2 pontos só por isso. Os últimos 30 minutos foram horrorosos. Tudo aquilo que foi apresentado no primeiro tempo foi para o espaço. Era como se nunca tivesse acontecido.

Foram sequências de chutões, de passes errados e de lançamentos improdutivos.

Marcos Rocha não acertou sequer um lateral. Quando o via jogando aquele bolão no América, ano passado, cheguei a crer em um novo jogador. Agora concluo que, no Galo, ele é e sempre será o mesmo.

Danilinho precisa urgentemente dizer a que veio. Parece que desaprendeu a jogar. É uma sombra opaca do que foi antigamente.

Richarlyson, se não era lá essas coisas na lateral esquerda, muito menos no meio. Não protege a zaga, é confuso em seu posicionamento e não acrescenta nada de novo ou de criativo ao meio de campo.

Mas houve destaques positivos. Jô, por exemplo, fez uma boa estréia e, no meu entender, é melhor que André. Juninho entrou muito bem e Réver esbanjou categoria. Rafael Marques é muito aplicado e Pierre, como sempre, quase nunca erra jogada.

Foi um empate frustrante. Perdemos a oportunidade de liderar o campeonato com 100% de aproveitamento, o que daria moral e confiança ao grupo.

Por outro ângulo, o fato de termos visto um time tão vulnerável já na 3ª rodada do Brasileirão não possibilita que a nossa diretoria _ que não é um primor de agilidade _ durma em berço esplêndido. Ainda há tempo para correções e a entrada de Ronaldinho Gaucho na próxima partida, contra o Palmeiras, pode arredondar a bola naquele setor e dar o ritmo que o Atlético necessita.

Se falta à equipe um jogador que enfie as bolas entre a zaga, faça lançamentos agudos em direção ao gol ou que surpreenda o adversário, agora não falta mais.

Mas só isso não basta. Se fosse há sete anos, Ronaldinho Gaucho carregaria esse time nas costas com uma perna só. Mas hoje, embora continue sendo um armador acima da média, já não tem a explosão fantástica daqueles tempos.

Portanto, é bom se prevenir. É salutar agir com ambição e reforçar pontualmente o conjunto, antes que nos encontremos novamente em situação desconfortável na tabela.

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