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JORNALISMO SÉRIO É ISSO?

No rastro de uma notícia sensacionalista dada pelo Portal UOL, que acusa o técnico Cuca de ser o responsável pela não convocação de Ronaldinho Gaucho _ por contar ao Felipão sobre supostos atrasos e farras do jogador _  uma mensagem pipocou oportunamente na internet. Vejamos a seguir:

Sob uma pseudo aura de credibilidade (que só ele acha que tem), o sr. Jaeci Carvalho costuma soltar bombas imaginárias que quase nunca se concretizam na vida real. As chamadas bombas do Jaeci só divertem a moçada, ninguém leva a sério. São traques atirados aleatoriamente para captar audiência. Mas vamos deixar os programas dele em paz. São risíveis. Vamos tratar do tweet que ele postou hoje.

Vejam:

jaeci

Considero essa mensagem puro veneno destilado pelas costas, pois lança no ar uma dúvida que não existe! Primeiro porque Felipão não disse nada disso. E segundo, porque Cuca já desmentiu tudo aquilo que o site do UOL noticiou, inclusive dizendo que Felipão só ligou, tempos atrás, para saber do ombro do Bernard. Mais nada. Mesmo assim, o sr. Jaeci não foi capaz de conter sua vaidade borbulhante, mesmo às custas de contaminar o ambiente.

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ATLÉTICO 1 X 0 VASCO. MAIS UMA GOLEADA!

Antigamente, quando íamos ao Mineirão ver o Galo jogar, a pergunta que nos fazíamos era: de quanto vamos ganhar? Não havia em nossas mentes nenhuma dúvida sobre a vitória líquida e certa.

Grandes esquadrões que nos orgulharam no campo de jogo. Grandes jogadores que defenderam esta camisa como se defende uma mãe ou um pai.

Pois a mística desse manto tantas vezes reverenciada por aqueles antigos atletas ressurgiu, incólume, entranhada no coração de Victor, Marcos Rocha, Leonardo Silva, Réver, Rafael Marques, Júnior César, Pierre, Leandro Donizeti, Guilherme, Danilinho, Ronaldinho Gaucho, Jô, Bernard, Escudero, Giovani, Serginho e todo o elenco. Um time aguerrido, um time de luta, que parte para cima do adversário com bravura, com a mesma alma alvinegra presente nas arquibancadas.

O furor alucinante da equipe, ao enfrentar mais uma rodada, é como bradar ao mundo esportivo do país, ainda assustado com o que vê: AQUI É GALO, PÔ!

E a certeza da vitória é, novamente, parte de nosso cotidiano. Não sabemos qual será o placar, mas que vamos vencer… ah, isso é líquido e certo. Como disse Ronaldinho Gaucho, semanas atrás: não vai ser fácil derrotar o Atlético!

E não vai ser mesmo. Ontem o Vasco conseguiu, por méritos, dar um chute a gol. Repito: o vice-líder do campeonato brasileiro logrou dar UM chute a gol durante 90 minutos de partida!

Pela primeira vez, Ronaldinho Gaucho fez uma partida fantástica. Marcos Rocha, Réver, Leonardo Silva e Leandro Donizeti se destacaram, mas em todas as linhas o Galo se impôs com qualidade e força. O jogo foi 1 a 0 como poderia ser de 3 ou 4. O Atlético atropelou o Vasco, essa que é a verdade. Foi uma goleada em termos de volume de jogo.

A não ser por aquele chute do Carlos Alberto (na única finalização do Vasco), quase não fomos incomodados. O sistema defensivo do Galo, protegido por Pierre (um monstro) e Leandro Donizeti, se torna cada vez mais inexpugnável. Isso porque, além dos volantes, os ponteiros também recompõem. E os atacantes combatem os volantes.

Esse time do Galo é uma MÁQUINA DE GUERRA! Defensiva e ofensivamente falando. Não negocia rendições, nem tampouco reconhece bandeira branca!

Joga feio quando precisa, articula seus setores de forma inteligente e não perde, em nenhum momento, a velocidade. Velocidade esta que só é possível com muito treino, com muito conjunto.

Times lentos são aqueles que não possuem suas peças azeitadas para trabalharem sincronizadas, uma vez que os atletas precisam de um segundo a mais para localizar o companheiro. Ao contrário do grupo atleticano, que quando um jogador recebe a bola, já antevê a movimentação do outro. Ele sabe, ele sente. Daí vem a rapidez que a equipe apresenta.

Que nossos jogadores não sofram influências externas, capitaneadas por clubes, CBF e imprensa do eixo RJ/SP. E pior, abonadas pela mídia mineira que não quer ser campeã, sabe-se lá porque!

Os acontecimentos banais de um CT são potencializados e elevados à categoria de escândalos. Neste momento, todo cuidado é pouco no sentido de blindar uma equipe guerreira, que não deixa pedra sobre pedra por onde passa.

NADA VAI ALTERAR O RITMO DESSA JORNADA! Absolutamente nada! Estamos atentos e fechados com o time até na tampa!

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Assistam a seguir o vídeo de Eduardo Rodrigues, colunista do L&N. É um desabafo de um atleticano revoltado com as seguidas tentativas de desestabilização do ambiente da equipe, através de fofocas e invenções da mídia. NÃO PERCA!

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A MÍDIA MINEIRA SOB O FOCO DA CÂMERA ATLETICANA – PARTE 4.

Quando um político convida outro político para esclarecer alguma saia justa, pode-se pensar em tudo, menos que algo seja realmente esclarecido.

São melaços da mesma rapadura, têm o mesmo DNA e compartilham as mesmas metas.

Um político infiltrado na imprensa é a pior praga que pode existir nos meios de comunicação deste país, pois nada que vem dele tem o selo da imparcialidade.

E é juridicamente legal exercer mandato político e permanecer trabalhando na mídia, pasmem os senhores. Em suma, o cara usa legalmente a  imprensa não a favor da boa informação, mas em prol de sua próxima candidatura.

No Brasil, a palavra “política” é quase sinônimo de “troca de favores”. Eu te ajudo agora e você me devolve o favor mais à frente, ok?

Terá sido com este objetivo que o apresentador do programa Bastidores, da Rádio Itatiaia, convidou o  presidente do cruzeiro a apresentar explicações acerca do nebuloso caso da fazenda de 60 milhões?

Não posso crer que sim, pois o ente político sob a pele do jornalista sabe que o povo que o ouve tem um senso crítico apurado. E de repente, pode se convencer a NÃO reelegê-lo em futuras eleições.

Ou estou enganado? Ou o povo permanece sendo  a mesma massa de manobra que sempre foi? Será que nada mudou?

Persisto achando estranho o que ocorreu, pois o entrevistado assumiu o comando da entrevista e pouca bola deu para o entrevistador.

Este não o incomodou com perguntas verdadeiramente incisivas. Pelo contrário…

Mas ria muito, como se estivesse em um espetáculo de humor na televisão, no teatro ou num circo. Vai saber…

Enfim, vamos combinar que acreditamos na autenticidade da entrevista e que tudo não passou apenas de algo estranho aos nossos olhos, não é? Afinal, estranho não é, necessariamente,  sinônimo de errado.

E você _ caro amigo que me lê _ o que acha de tudo isso?

Resta-nos agora torcer para que a Amália Goulart não seja retaliada _ como foi ameaçada _ porque o jornal Hoje em Dia já o foi. Sabe-se que o jornal não terá vida mansa na toca da raposa, daqui para frente.

Fatos assim lembram-me muito o coronelismo de antigamente, quando a retaliação ainda não tinha a conotação ditatorial que tem hoje.

E traz à tona uma peça de teatro chamada “Pelos Caminhos de Minas” _ uma das melhores comédias que eu assisti _ cujo enredo descrevia uma cena extremamente emblemática:

Um coronel, ao saber que seu candidato perdia de goleada a eleição, foi ao local da contagem de votos, pregou o facão na mesa e rosnou, diante de um mesário em vias de borrar as calças:

“Façam o meu candidato ganhar! E esta será a primeira vez que a minoria vencerá por unanimidade”

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MÁRIO MARRA FALA À NAÇÃO ATLETICANA – EM ENTREVISTA.

O L&N tem a imensa honra de entrevistar Mário Marra, um comentarista esportivo da mais alta qualidade, um dos melhores deste país. Mário Marra prontamente atendeu ao meu pedido e se dirigiu  à nação atleticana. E o fez com postura e opiniões corajosas que só os homens corretos possuem. Além disso, foi tão sincero na entrevista, que, ao ler a  última resposta (quando fala de sua mãe atleticana), não pude conter a emoção. E muitos também se emocionarão, tenho certeza.

Vamos à entrevista:

Lances & Nuances: Prezado Mário, você é recém saído de Minas Gerais. Hoje, atua na rádio CBN em nível nacional e também participa do “Arena”, programa esportivo do Sportv. O que mudou na sua vida profissional, além da mudança para São Paulo?

Mário Marra: Mudou muita coisa. Em BH, eu dividia minha vida profissional. Não podia me dedicar integralmente. Em São Paulo, a minha dedicação é integral e a minha preocupação é apenas com o trabalho. Não posso falar por outras pessoas, mas levo uma vida muito mais profissional e concentrada. Fiz minha rotina de trabalho e a Rádio estimula o meu desenvolvimento

L&N: Conte-nos um pouco de sua vida em Minas Gerais, do seu progresso pessoal por aqui e de como você se interessou pelo jornalismo esportivo.

MM: Sou daqueles alucinados por rádio e pelo futebol. Sou um consumidor de futebol e sempre quis trabalhar com esporte. Joguei futsal no juvenil da AABB e aos 19 anos senti que não dava mais para viver de sonho. Fiz duas cirurgias no joelho direito e passei a ter medo das divididas, ou seja, acabou a aventura com a bola.

Como sempre consumi futebol e sempre tive interesse pela parte tática que o futsal ensina muito bem, procurava ver o esporte com um olhar diferente e crítico. Em 2000, o então gerente de jornalismo da CBN, Walter Huamany, falou de mim para o Guiotti e tive a oportunidade de comentar meu primeiro jogo. Era um America x Rio Branco, de Andradas.

O detalhe é que estava com minha mãe no hospital e vivendo seus últimos dias. Encarei o jogo e dei muita sorte nas substituições. Fui chamado outras vezes e outras.

Em 2002, com a chegada da Rádio Globo Minas, assinei meu contrato como comentarista. Fiquei dois anos trabalhando, me divertindo, aprendendo e depois de dois anos é que fui contratado. Dois anos sem receber? Sim! Era uma aposta e deu resultado.

Fazia Publicidade e mudei o curso para Jornalismo. Acho que a base do trabalho foi o respeito. Não xingava ninguém e não é preciso ser jornalista para apenas gritar. Usava a ironia e a educação para falar que o jogador estava mal. Algumas pessoas passaram a perceber que eu procurava não repetir velhas fórmulas. Na verdade, sempre me senti incomodado com gritarias e ofensas. Tenho um filho e fico pensando o que ele sentiria se ouvisse que eu sou ridículo, idiota e por aí vai. Respeito é primordial.

L&N: Qual a sua opinião sobre Ricardo Teixeira, alvo de acusações graves de recebimento de propinas, mas que sempre consegue manter-se são e salvo no cenário brasileiro?

MM: Ricardo Teixeira representa o que existe de mais atrasado no país. É constrangedor perceber a arrogância e politicagem. Se ele tivesse interesse em melhorar o futebol brasileiro, já teria resolvido. São muitos anos de cargo e pouquíssima evolução. A estrutura do futebol brasileiro é errada. A CBF se serve dos clubes e deveria ser o contrário. A Copa do Mundo no Brasil era um sonho de infância e se transformou em uma grande decepção.

As coisas acontecem bem na nossa frente e vão continuar acontecendo. A Copa é dele e para ele. Quem se junta a ele corre o “risco” de se dar muito bem e de se queimar como profissional. Até parece que existe uma conspiração internacional contra ele. Ora! É óbvio que tem muita coisa mal explicada e culpa no cartório.

L&N: Sabemos que você tem um carinho especial pelo futebol mineiro. Sendo assim, você acha que o Daniel Carvalho, do jeito que está, deveria ter mais chances ou o Dorival Júnior está certo de mantê-lo até mesmo fora da lista de relacionados para os jogos?

MM: Não é que eu tenha um carinho pelo futebol mineiro. É que sou mineiro de coração. Nasci em São Paulo e vim pra BH com menos de dois anos. O Mineirão é minha casa profissional. Antes de completar meus 8 anos, no dia 5 de março de 78, estava lá com minha mãe e meu padrinho. Sinto-me mineiro e quero ser sempre mineiro.

Critiquei a contratação do Daniel Carvalho desde o anúncio e o tempo me mostra que eu não estava tão errado. O futebol dele não casa com a idéia de bola do Dorival. O time dele tem cara de time rápido e Daniel Carvalho trava o jogo, desacelera. Alguém poderia até argumentar que ele pensa o jogo e é verdade. Entretanto, é preciso entender que para o grupo, a presença dele no time titular não é boa. Os outros treinam, trabalham, emagrecem e ele nunca entra em forma? O que os outros jogadores falam entre eles? Como fica o treinador que cobra de uns e permite que outros se excedam? Sem falar no dinheiro jogado fora, né…

L&N: Apesar de estar apenas no início, qual seria a perspectiva do Galo para o campeonato brasileiro depois das duas vitórias recentes e do nível de futebol jogado até aqui? O que podemos esperar da equipe?

MM: Costumo ver e rever as coletivas na TV Galo. O discurso do Luxa era totalmente furado e fui muito criticado ano passado por falar isso. Pare para ver e rever o que o Dorival fala. A base, a idéia de time é a mesma desde o início do ano. Ele não se contradiz e não precisa apelar para o discurso do pão, da fome e outras viagens. Não sei se o Galo vai para a Libertadores, mas sei que o trabalho é mais confiável.

L&N: Recentemente, a Folha divulgou que o Atlético era o clube mais endividado do futebol nacional, o que foi prontamente desmentido pelo presidente Kalil, que acusou o jornal de se basear em dados errados. Posteriormente, outros meios de comunicação propagaram que o Atlético é o time mais rico do Brasil se forem considerados patrimônio, faturamento e gastos. Afinal, em quem podemos acreditar? Ou tudo é um jogo político de acordo com as circunstâncias?

MM: Não me pareceu um jogo político. Houve uma mudança da interpretação de uma nova regulamentação. O que percebo é que a imagem do Galo está mudando. Aquela idéia de um time que caminhava para a falência se desfaz. O investimento em estrutura faz bem e trará resultados. É uma pena que em campo as coisas ainda caminhem lentamente, mas é melhor acreditar em seriedade. Acho e repito que o Atlético precisa de uma oposição séria, inteligente e competente. Fatalmente eu votaria no Kalil, mas a oposição é salutar e engrandece, questiona. Alexandre Kalil faz um bom trabalho, mas não gosto de ver o conteúdo (que normalmente é bom) perder espaço para a forma (gritaria).

L&N: A mídia mineira é, aos nossos olhos, flagrantemente parcialista, da mesma forma que enxergamos a mídia nacional com o foco voltado para o eixo Rio/SP. Até quando _ no seu conceito de jornalista íntegro e isento _ vamos conviver com esse tipo de atuação, que abre mão da essência do jornalismo, que é o de bem informar sem subterfúgios e sem preferências?

MM: Não vejo solução. O Rádio é muito regional e o normal é que a tv e os jornais dediquem mais tempo aos clubes locais. Existem boas opções. O Ig Esporte faz uma cobertura legal, o Lance! também. Acompanho o Globo Esporte.com e percebo o espaço até nas coletivas do Atlético transmitidas ao vivo. A CBN procura ter uma visão nacional e a Estadão ESPN também. É devagar, mas aos poucos veremos algo de novo e menos regionalizado.

L&N: A torcida atleticana, meu caro Mário, admira o seu trabalho devido ao posicionamento sempre coerente e com muito conhecimento de futebol. Qual a sua mensagem para a numerosa nação atleticana para este ano?

MM: – O que falar para a torcida do Galo? Falar que nos poucos momentos de lucidez dos últimos dias da minha mãe, ela pedia para que eu cantasse o hino para ela? Falar que meu filho já sabe o que é sofrer com o time? Prefiro falar que o Galo está andando para frente. É impossível separar a paixão e achar que o Atlético vai caminhar apenas com a razão. Se eu pudesse pedir alguma coisa, eu pediria o que sempre procurei fazer: não vaiar nunca. Eu disse NUNCA! Por mais que os jogadores não mostrem esforço ou técnica, eles usam a camisa e participam da história. Contra aquela camisa não deveria haver vaia. Sei que o sofrimento e o descontentamento são grandes, mas são menores que a esperança de um dia ver um time que honre a torcida. Acredito no trabalho do Dorival e acho que com seriedade, as coisas podem caminhar melhor.

Muito obrigado pela entrevista, caro Mário Marra.

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A MÍDIA MINEIRA SOB O FOCO DA CÂMERA ATLETICANA 2.

Álvaro Damião é jornalista esportivo e um dos apresentadores da TV Alterosa.

Na semana passada, anunciou que Zé Luis faria declarações bombásticas na TV Verdade, programa sob o seu comando.

Entretanto, na entrevista, Zé Luis repetiu, em linhas gerais, o que costumeiramente vinha dizendo após a sua demissão e a bomba anunciada virou um traquinho de nada.

Tanto que Damião foi criticado até pelos próprios companheiros de profissão, que entenderam estar ele se aproveitando de um momento conturbado para espetacularizar e “requentar” o ocorrido.

Enfim, são opiniões de seus próprios colegas e não estou aqui fazendo nenhum juizo de valor.

Depois, o mesmo Alvaro Damião, logo após a derrota do Galo para o Grêmio Prudente, acusou Daniel Carvalho de frequentar pagodes e beber muito, o que o jogador nega de pés juntos.

Hoje, eu vi no twitter uma DM (Direct Message) que o sr. Álvaro Damião enviou para um atleticano que o questionou a respeito da denúncia contra o Daniel Carvalho.

A sua resposta foi: Isso aí, caro […] , aparece algém (sic) pra falar e esta é a reação. PARABÉNS PELOS 40 ANOS SEM TÍTULO, é o que vcs merecem. Vamos pra cachaça.

Vejam:

Não estou julgando se é verdade ou não o que o levou a acusar Daniel Carvalho. Que os dois se entendam.

Porém, o desrespeito e o desprezo pela torcida atleticana contida nesta resposta são de tal maneira absurdos, que resolvi publicar para que as pessoas tenham a oportunidade de conhecer melhor alguns integrantes da mídia mineira e selecionar seus programas com mais critério.

Repórteres como este senhor, que fazem questão de ignorar que os seus empregos são mantidos às custas de audiência, que geram comerciais, que geram faturamento.

E uma gigantesca parcela desta audiência é produzida pela fanática torcida atleticana, ávida de notícias do seu clube.

O fato de menosprezar o ouvinte (ou telespectador) alvinegro desta forma  nos obriga a colocar as seguintes perguntas no ar:

1 – Depois disso, com que cara um atleticano seguirá este repórter no twitter? @alvarodamiao

2 – Seguiremos ouvindo-o na Rádio Itatiaia e assistindo-o na TV Alterosa?

Em troca de que? De ofensas gratuitas no twitter e do escancaramento de seu desprezo pela nação atleticana?

Emita a sua opinião, amigo e leitor do L&N.

(Observação: O nome do atleticano que recebeu a mensagem foi apagado em respeito a ele. Mas mantenho a cópia completa nos arquivos).

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