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RESPEITO AS PUTAS MAIS QUE A CBFLAMENGO.

CBF e flamengo não fazem questão de esconder o descaramento com que manipulam _ de forma pútrida _  os destinos de tudo que se relaciona ao futebol deste país.

Em relação à CBF, uma entidade que teve um presidente comprovadamente ladrão, que recebeu de propina um montante aproximado de 40 milhões de reais. E que foi substituído por outro que, disfarçamente, afanou uma medalha de campeão de um jogador júnior, na Taça São Paulo.

Diz ele que foi autorizado, mas o goleiro júnior só veio a receber a medalha dias depois. Ou seja, FALTOU uma medalha! E o cala-boca ao presidente da Federação Paulista de Futebol _ que espertamente confirmou a tal “autorização” _ veio em forma da concessão do cargo de vice-presidente mais velho da CBF, ou seja, da noite para o dia, o cúmplice virou eventual substituto do presidente colecionador de medalhinhas. Na visão de qualquer pessoa de bem, um cara que mete a mão na medalha de um garoto é capaz de furtar até a própria mãe. E quem o encobre é tão desonesto quanto ele… ou mais.

Essa organização _ que mais parece um comando de quadrilhas _ é a mesma que “administra” o futebol brasileiro. E surge vestindo uma capa rubro-negra, como um super-herói de histórias em quadrinhos, para salvar clubes da mesma laia que a sua.

Clubes como o flamengo, antro de safadezas e má gestão, que mal consegue pagar os salários com meses de 90 dias, que mal logra quitar a conta de luz ou de telefone pontualmente. Um time falido que envergonha a torcida mais numerosa do país com vexames quase diários. E que, na maioria das vezes, “conquista” campeonatos com base no apito amigo, em assaltos homéricos que se acumulam na história.

Pois esses dois se juntaram para, ao invés de transferir o jogo de um Engenhão todo esburacado para um campo melhor, tomaram, EM CONJUNTO, a decisão de ADIAR a partida. E tirem o Botafogo dessa trama, porque o Botafogo não passou de inocente útil. Um laranja babão que serviu ao seu senhor. Absurdo elevado ao cubo!

Absurdo porque, em último caso, poderiam realizar o jogo no Engenhão. Na quinta-feira anterior, o Galo havia jogado contra o Fluminense normalmente, mesmo se esquivando das crateras.

Absurdo porque ainda havia tempo de mudar o local para jogar neste sábado, mas não o fizeram. E não foi por falta de opções, foi por falta de CORAGEM. Borraram as calças ao ter de enfrentar o líder absoluto com um timezinho muito dos vagabundos. E levar uma goleada em pleno Rio de Janeiro eternizaria uma crise que parece ter se mudado de mala e cuia para a Gávea. Com todo merecimento.

Então precisam botar a cara fora d’água para respirar. Necessitam de mais uma semana para ver se Dorival Júnior _ um pseudo-técnico que não durará 3 meses por lá _  dará jeito numa equipe ridícula, caindo pelas tabelas.

E, para que a fuga covarde fosse concretizada, foi preciso o auxílio providencial de uma CBF corrupta e tendenciosa. CBF esta que ninguém respeita, que é sinônimo de puteiro, com todo respeito às putas, que são muito mais dignas de respeito do que eles.

Antes tinham se juntado para escalar Seneme, um juiz que todos conhecem como caseiro, amigo dos times de maior torcida do eixo RJ/SP. Mudaram de idéia ao perceber que nem Seneme seria garantia de vitória.

Então armaram a palhaçada, engolida (como sempre) pela cúmplice Globo, mas não pelos comentaristas da ESPN e outros veículos de comunicação. Menos os de Minas, omissos por natureza.

Mas deixem estar, safados rubro-negros e da CBF, o Galo vai superar as armações e permanecer na ponta da tabela, quer vocês queiram quer não. E se isso for verdade _ como acho que é _ o adiamento deste jogo contra o flamengo só nos trará a segurança de ter mais 6 pontos garantidos!

CBF CORRUPTA! FLAMENGO CAGÃO!

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MÁRIO MARRA FALA À NAÇÃO ATLETICANA – EM ENTREVISTA.

O L&N tem a imensa honra de entrevistar Mário Marra, um comentarista esportivo da mais alta qualidade, um dos melhores deste país. Mário Marra prontamente atendeu ao meu pedido e se dirigiu  à nação atleticana. E o fez com postura e opiniões corajosas que só os homens corretos possuem. Além disso, foi tão sincero na entrevista, que, ao ler a  última resposta (quando fala de sua mãe atleticana), não pude conter a emoção. E muitos também se emocionarão, tenho certeza.

Vamos à entrevista:

Lances & Nuances: Prezado Mário, você é recém saído de Minas Gerais. Hoje, atua na rádio CBN em nível nacional e também participa do “Arena”, programa esportivo do Sportv. O que mudou na sua vida profissional, além da mudança para São Paulo?

Mário Marra: Mudou muita coisa. Em BH, eu dividia minha vida profissional. Não podia me dedicar integralmente. Em São Paulo, a minha dedicação é integral e a minha preocupação é apenas com o trabalho. Não posso falar por outras pessoas, mas levo uma vida muito mais profissional e concentrada. Fiz minha rotina de trabalho e a Rádio estimula o meu desenvolvimento

L&N: Conte-nos um pouco de sua vida em Minas Gerais, do seu progresso pessoal por aqui e de como você se interessou pelo jornalismo esportivo.

MM: Sou daqueles alucinados por rádio e pelo futebol. Sou um consumidor de futebol e sempre quis trabalhar com esporte. Joguei futsal no juvenil da AABB e aos 19 anos senti que não dava mais para viver de sonho. Fiz duas cirurgias no joelho direito e passei a ter medo das divididas, ou seja, acabou a aventura com a bola.

Como sempre consumi futebol e sempre tive interesse pela parte tática que o futsal ensina muito bem, procurava ver o esporte com um olhar diferente e crítico. Em 2000, o então gerente de jornalismo da CBN, Walter Huamany, falou de mim para o Guiotti e tive a oportunidade de comentar meu primeiro jogo. Era um America x Rio Branco, de Andradas.

O detalhe é que estava com minha mãe no hospital e vivendo seus últimos dias. Encarei o jogo e dei muita sorte nas substituições. Fui chamado outras vezes e outras.

Em 2002, com a chegada da Rádio Globo Minas, assinei meu contrato como comentarista. Fiquei dois anos trabalhando, me divertindo, aprendendo e depois de dois anos é que fui contratado. Dois anos sem receber? Sim! Era uma aposta e deu resultado.

Fazia Publicidade e mudei o curso para Jornalismo. Acho que a base do trabalho foi o respeito. Não xingava ninguém e não é preciso ser jornalista para apenas gritar. Usava a ironia e a educação para falar que o jogador estava mal. Algumas pessoas passaram a perceber que eu procurava não repetir velhas fórmulas. Na verdade, sempre me senti incomodado com gritarias e ofensas. Tenho um filho e fico pensando o que ele sentiria se ouvisse que eu sou ridículo, idiota e por aí vai. Respeito é primordial.

L&N: Qual a sua opinião sobre Ricardo Teixeira, alvo de acusações graves de recebimento de propinas, mas que sempre consegue manter-se são e salvo no cenário brasileiro?

MM: Ricardo Teixeira representa o que existe de mais atrasado no país. É constrangedor perceber a arrogância e politicagem. Se ele tivesse interesse em melhorar o futebol brasileiro, já teria resolvido. São muitos anos de cargo e pouquíssima evolução. A estrutura do futebol brasileiro é errada. A CBF se serve dos clubes e deveria ser o contrário. A Copa do Mundo no Brasil era um sonho de infância e se transformou em uma grande decepção.

As coisas acontecem bem na nossa frente e vão continuar acontecendo. A Copa é dele e para ele. Quem se junta a ele corre o “risco” de se dar muito bem e de se queimar como profissional. Até parece que existe uma conspiração internacional contra ele. Ora! É óbvio que tem muita coisa mal explicada e culpa no cartório.

L&N: Sabemos que você tem um carinho especial pelo futebol mineiro. Sendo assim, você acha que o Daniel Carvalho, do jeito que está, deveria ter mais chances ou o Dorival Júnior está certo de mantê-lo até mesmo fora da lista de relacionados para os jogos?

MM: Não é que eu tenha um carinho pelo futebol mineiro. É que sou mineiro de coração. Nasci em São Paulo e vim pra BH com menos de dois anos. O Mineirão é minha casa profissional. Antes de completar meus 8 anos, no dia 5 de março de 78, estava lá com minha mãe e meu padrinho. Sinto-me mineiro e quero ser sempre mineiro.

Critiquei a contratação do Daniel Carvalho desde o anúncio e o tempo me mostra que eu não estava tão errado. O futebol dele não casa com a idéia de bola do Dorival. O time dele tem cara de time rápido e Daniel Carvalho trava o jogo, desacelera. Alguém poderia até argumentar que ele pensa o jogo e é verdade. Entretanto, é preciso entender que para o grupo, a presença dele no time titular não é boa. Os outros treinam, trabalham, emagrecem e ele nunca entra em forma? O que os outros jogadores falam entre eles? Como fica o treinador que cobra de uns e permite que outros se excedam? Sem falar no dinheiro jogado fora, né…

L&N: Apesar de estar apenas no início, qual seria a perspectiva do Galo para o campeonato brasileiro depois das duas vitórias recentes e do nível de futebol jogado até aqui? O que podemos esperar da equipe?

MM: Costumo ver e rever as coletivas na TV Galo. O discurso do Luxa era totalmente furado e fui muito criticado ano passado por falar isso. Pare para ver e rever o que o Dorival fala. A base, a idéia de time é a mesma desde o início do ano. Ele não se contradiz e não precisa apelar para o discurso do pão, da fome e outras viagens. Não sei se o Galo vai para a Libertadores, mas sei que o trabalho é mais confiável.

L&N: Recentemente, a Folha divulgou que o Atlético era o clube mais endividado do futebol nacional, o que foi prontamente desmentido pelo presidente Kalil, que acusou o jornal de se basear em dados errados. Posteriormente, outros meios de comunicação propagaram que o Atlético é o time mais rico do Brasil se forem considerados patrimônio, faturamento e gastos. Afinal, em quem podemos acreditar? Ou tudo é um jogo político de acordo com as circunstâncias?

MM: Não me pareceu um jogo político. Houve uma mudança da interpretação de uma nova regulamentação. O que percebo é que a imagem do Galo está mudando. Aquela idéia de um time que caminhava para a falência se desfaz. O investimento em estrutura faz bem e trará resultados. É uma pena que em campo as coisas ainda caminhem lentamente, mas é melhor acreditar em seriedade. Acho e repito que o Atlético precisa de uma oposição séria, inteligente e competente. Fatalmente eu votaria no Kalil, mas a oposição é salutar e engrandece, questiona. Alexandre Kalil faz um bom trabalho, mas não gosto de ver o conteúdo (que normalmente é bom) perder espaço para a forma (gritaria).

L&N: A mídia mineira é, aos nossos olhos, flagrantemente parcialista, da mesma forma que enxergamos a mídia nacional com o foco voltado para o eixo Rio/SP. Até quando _ no seu conceito de jornalista íntegro e isento _ vamos conviver com esse tipo de atuação, que abre mão da essência do jornalismo, que é o de bem informar sem subterfúgios e sem preferências?

MM: Não vejo solução. O Rádio é muito regional e o normal é que a tv e os jornais dediquem mais tempo aos clubes locais. Existem boas opções. O Ig Esporte faz uma cobertura legal, o Lance! também. Acompanho o Globo Esporte.com e percebo o espaço até nas coletivas do Atlético transmitidas ao vivo. A CBN procura ter uma visão nacional e a Estadão ESPN também. É devagar, mas aos poucos veremos algo de novo e menos regionalizado.

L&N: A torcida atleticana, meu caro Mário, admira o seu trabalho devido ao posicionamento sempre coerente e com muito conhecimento de futebol. Qual a sua mensagem para a numerosa nação atleticana para este ano?

MM: – O que falar para a torcida do Galo? Falar que nos poucos momentos de lucidez dos últimos dias da minha mãe, ela pedia para que eu cantasse o hino para ela? Falar que meu filho já sabe o que é sofrer com o time? Prefiro falar que o Galo está andando para frente. É impossível separar a paixão e achar que o Atlético vai caminhar apenas com a razão. Se eu pudesse pedir alguma coisa, eu pediria o que sempre procurei fazer: não vaiar nunca. Eu disse NUNCA! Por mais que os jogadores não mostrem esforço ou técnica, eles usam a camisa e participam da história. Contra aquela camisa não deveria haver vaia. Sei que o sofrimento e o descontentamento são grandes, mas são menores que a esperança de um dia ver um time que honre a torcida. Acredito no trabalho do Dorival e acho que com seriedade, as coisas podem caminhar melhor.

Muito obrigado pela entrevista, caro Mário Marra.

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VERGONHA POUCA É BOBAGEM!

É uma vergonha que um dirigente com acusações tão graves contra si permaneça no comando da CBF, um organismo de importância fundamental para o futebol brasileiro.

Um homem que trabalha em favor de seu patrimônio pessoal e em detrimento da coletividade esportiva deste país. Imagino o bem que uma Copa do Mundo no Brasil fará às suas posses.

Vide os recentes acontecimentos, quando, em conluio com a Rede Globo de Televisão, implodiu o Clube dos 13, que buscava, em vão, um maior volume de benefícios para os clubes.

Embora todos saibam de suas mutretas, Ricardo Teixeira permanece, no Brasil, acima do bem e do mal.

Entretanto, a BBC de Londres não entra nesse jogo. E por isso mesmo, se mobilizou contra ele, através de uma reportagem (cuja investigação seguirá sendo tocada) dura, nua e crua.

Juro que me envergonhei quando, ao final do vídeo, o jornalista inglês envia um sério e contundente recado ao povo brasileiro.

Assistam e depois digam-me o que acharam.

VERGONHA POUCA É BOBAGEM!

Créditos: A matéria foi feita pela ESPN Brasil. Não espere nada da Rede Globo quando um dos acusados for seu protegido.

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A VERDADE NUA E CRUA SOBRE O IMBROGLIO DO CLUBE DOS TREZE, SEM MEIAS PALAVRAS.

Alguém tem noção do tamanho da sacanagem que estão aprontando com o futebol brasileiro?

Alguém ainda balança entre acreditar nos ditadores Globo e Ricardo Teixeira, alunos aplicados de Hitler, ou nas palavras de Fábio Koff e Alexandre Kalil?

Ora, façam-me o favor.

Em matéria de futebol, estamos vivendo um momento histórico no Brasil!

Um momento em que uma poderosa rede de televisão e um presidente da CBF com alma de Muammar Gaddafi _ disposto a tudo para se manter  agarrado ao osso _ se unem para dividirem os clubes e estabelecerem a cizânia no futebol brasileiro.

A Globo acabou de declarar oficialmente que não participará da concorrência do Clube dos Treze.

E que prefere negociar diretamente com os clubes. Ora, esses clubes com os quais a Globo “quer negociar” já foram comprados há algum tempo.

Já são parte integrante de seu ativo fixo há meses… ou anos! São como uma cadeira, uma mesa ou uma prateleira dos escritórios da “Vênus Platinada”.

Se não fosse assim, como se explicaria  o rompimento destes clubes com o C-13 justamente na época da divulgação do edital de concorrência que estabelece como lance mínimo o DOBRO (ou mais) do que os clubes recebem atualmente?

Queimar dinheiro, como acusa Kalil? E quem, hoje em dia, jogaria dinheiro pela janela, se não fosse por um vil metal por debaixo dos panos?

Fábio Koff, presidente do C-13, um senhor de 80 anos de idade, que é muito mais lúcido que muitos de nós, afirma categoricamente que tudo foi cuidadosamente planejado entre os dois (Globo e Ricardo Teixeira) enquanto saboreavam picanhas, costelas e carnes de cordeiro em seus sítios (curiosamente) vizinhos.

E eu acredito nisso piamente. Aposto os meus poucos bens que essa declaração é uma verdade absoluta!

A Rede Globo de Televisão prefere travar o crescimento financeiro dos clubes brasileiros do que participar de uma concorrência que, em outras áreas de atuação, seria perfeitamente natural e LEGAL!

A maior rede de TV brasileira exige, com empáfia e arrogância, o direito de comandar o futebol brasileiro sozinha, estabelecendo regras e determinando o que pagar sem nenhuma concorrência.

A Globo prefere que os clubes continuem mendigando as suas benesses, e para que isso não mude, segue fielmente o antigo ditado que diz ” divida o inimigo para conquistar!”

O sr. Ricardo Teixeira, um homem acusado de contrabando em 1994 e alvo de inúmeras CPI’s, permanece no poder do futebol nacional às custas de jogos políticos na calada da noite. UM SER DAS SOMBRAS!

Para ele vale tudo! Não se sujeita às leis dos pobres mortais e se julga acima do bem e do mal. O homem atropela a tudo e a todos. É o bambambam do futebol brasileiro e se gruda ao cargo como uma sanguessuga faminta.

Ambos, Rede Globo de Televisão e o sr. Ricardo Teixeira tramaram para dividirem os clubes e não pagarem o que é justo.

Optaram por negociar separadamente com os clubes cooptados, em flagrante desprezo às leis do CADE, que determinam que a negociação seja conjunta.

O CADE pode defender os direitos do C-13, impedindo a negociação diretamente com o clube? Não sei.

Em um país em que o semi-analfabeto Tiririca é indicado a um cargo na Comissão de Educação e Cultura, é difícil responder a essa pergunta.

Eu só sei que estamos todos sendo engabelados por uma gigantesca armação!

A Rede Globo de Televisão e a CBF estão massacrando o futebol brasileiro em uma hora que o futebol brasileiro mais precisa deles. Seduzem e conspiram contra o renascimento financeiro do futebol profissional no Brasil!!

Aves de rapina sedentas por carniça!

Me processem, seus cornos! Eu não tenho nada para lhes dar. Não retiro uma vírgula do que escrevi, seus aproveitadores safados!

Já não assisto à Globo e aos seus  BBB’s eróticos e programas plastificados. Prometo nunca mais assistir nem a desenhos animados e convido a todos atleticanos para que não o façam mais.

E ao sr. Ricardo Teixeira, infame presidente da CBF, que deveria proteger o futebol brasileiro, mas que o fode rotineiramente em benefício próprio, desejo que seja preso sem direito a sursis.

Sua hora chegará, tenha a certeza disso!

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