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QUEM NÃO DEVE…

Ao se manifestar de forma espetacular contra as escandalosas ajudas do apito em quase TODOS os jogos do Fluminense, nem a própria torcida atleticana esperava que fosse incomodar (ou assustar) tanta gente.

A exposição do mosaico com o nome CBF nas cores do tricolor carioca, os narizes de palhaço e os inúmeros cartazes criticando pacificamente STJD e a instituição carioca CBF, atingiram o ponto nevrálgico dos que se beneficiam de uma gigantesca sequência de erros.

Primeiramente, o presidente do Fluminense correu para os microfones na tentativa de transformar tanta ajuda em simples coincidência. “O Fluminense não precisa de ajuda de juiz”, disse ele.

Claro que não precisa… mais. Toda ajuda de que precisava já recebeu no decorrer de 32 rodadas. Para as 6 restantes, talvez não necessite mesmo, pois a nojenta atuação da arbitragem armou o circo tão solidamente que foi capaz de projetá-lo 6 pontos à frente do 2º colocado, sem que para isso fosse necessário atuar bem uma mísera partida sequer.

Foi tão escrachado o auxílio que receberam que, aos nossos olhos, bastava entrar em campo e esperar o juiz aprontar algo que lhes desse a vitória de bandeja. E poucas vezes, isso não ocorreu… essa é que é a verdade.

De repente, dando-se conta que tal sujeira não passou despercebida, se movimentaram todos (jogadores, comentaristas cariocas, jornalistas tendenciosos, etc.) para desmentirem tudo. Nestas horas, tudo vira teoria da conspiração imaginada por meros torcedores. Fácil saída, justificativa manjada.

Até o diretor de competições, senhor Virgílio Elísio (o qual eu nunca tinha visto mais gordo), saiu de sua reclusão nos gabinetes refrigerados da desmoralizada CBF para fazer a seguinte declaração: se o Fluminense conquistar o título, será com méritos!

Em outras palavras, a CBF rapidinho apressou-se em se defender. E, através de seu diretor, tenta confundir as mentes ao maquiar as aberrações acontecidas como se fossem ocorrências naturais do futebol. Maquiavel entende disso muito bem. A massa de manobra foi sempre o conjunto manipulável da população que os ditadores mais exploraram. E a CBF é grão-mestre na especialidade. Neste caso, com um indisfarçável sorrisinho cínico no canto da boca.

Assistam:

Enfim, a manifestação da torcida atleticana teve uma repercussão tão devastadora, que espantou e expulsou as marmotas de suas tocas, cada uma planejando as mais criativas artimanhas para negar as acusações de favorecimento.

E eu pergunto: Porque, assim do nada, tanta gente surgiu tentando provar que está tudo bem?

Diz um velho e surrado ditado: quem não deve, não teme. E o que posso deduzir é que tem gente receosa no circuito. Desconfio que uma semente foi plantada. Acredito que algum nervo exposto, dolorosamente sensível, foi atingido de tal forma que uma tonelada de pregos está sendo cortada por minuto.

E talvez, no futuro, um simples purgante não resolva, quando os subterrâneos do futebol brasileiro forem devassados.

(Agradeço ao Mike Palhano, twitter @CAMGaloForte, site http://www.galoforte.net/ por ter possibilitado a publicação deste vídeo.)

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FLUMINENSE 0 X 0 ATLÉTICO – EMPATE DE LÍDER.

Um empate contra o Fluminense no Engenhão não é para criticar. A bem da verdade, foi um excelente resultado, um empate com postura de líder.

Novamente fomos operados sem anestesia durante o jogo inteiro. Tudo que dependeu do juiz _ e não do bandeira _ foi contra o Galo. Faltas não marcadas, cartões amarelos distribuídos em faltas que sequer existiram, penalti claro solenemente ignorado… e por aí vai.

Ao final, quando o auxiliar levanta a bandeira em um lance duvidoso que acabou beneficiando o Atlético, o Fluminense é que passou a ser o roubado, coitado. A imprensa nacional, de repente, se esqueceu de todos aqueles lances em que o árbitro, mal intencionado, usou para minar o ânimo do Galo.

O alvinegro não jogou bem, o que é natural em um campo esburacado e irregular. E do outro lado tinha um Fluminense _ que é uma boa equipe –  jogando em seus domínios e com torcida a favor.

Porém, mesmo não atuando no nível de antes, o time não perdeu a atitude. Foi guerreiro, correu em busca da vitória e não do empate e disputou todas as divididas com garra. Tentou impor seu esquema congestionando o meio e poderia ter obtido resultado melhor, não fosse a cegueira do senhor apitador de latinha.

A destacar a excepcional atuação do goleiro Victor. Segurança absoluta debaixo dos 3 paus, não faz firulas para defender bolas dificílimas. Ele as realiza com uma simplicidade enorme.

Alguns atleticanos, tão acostumados com o desempenho pífio dos nossos goleiros nos últimos anos, já tinham absorvido uma referência de padrão mais baixo. Se conformaram tanto com as seguidas falhas, que culpavam a zaga por deixar chutar e não o goleiro que engolia o frango. Isso é uma total inversão de valores!

Victor está estabelendo um novo padrão. Agora esses atleticanos sabem a diferença entre ter um grande goleiro e não tê-lo. Aquela defesa que realizou na cabeçada de Wellington Nem foi qualquer coisa de fantástica! Os nossos antigos goleiros a fariam? Duvide-o-do!

Enfim, o Galo segue líder com 32 pontos. Próximo jogo é contra o Flamengo, no Engenhão. Só espero que a juizada não entre em campo planejando compensar aquele gol anulado do Fluminense.

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Assistam aos melhores momentos:

TIMEZINHO RIDÍCULO!

Vários adjetivos me vêm à cabeça para definir o desempenho do Atlético ontem: pífio, ridículo, apático, vergonhoso, covarde, constrangedor…

Na dúvida, fico com todos eles.

Se o Alexandre Kalil considera a torcida bipolar, quero dizer que bipolar é este time contratado a peso de ouro e que, depois de uma partida cheia de raça contra o Santos, apresenta esse futebolzinho que ridiculariza a nação atleticana.

Bastava um empate mixuruca para igualar o número de pontos do cruzeiro. Se ganhasse, deixaria a zona de rebaixamente para trás. Apesar de saber disso, a postura foi de uma apatia inigualável.

Ontem, eu senti vergonha de torcer por essa turma de covardes!

O Vasco, formado por muitos reservas, atropelou o Atlético. O Vasco não jogou, o Vasco treinou!

Foi um rachão pré-jogo. Não aplicou uma sonora goleada sabe-se lá por quais motivos.

No segundo tempo, quando o Atlético esboçava uma tímida reação, Serginho foi novamente expulso. OUTRA VEZ!

E aí qualquer esperança de mudança no placar foi por água abaixo.

O time é de uma fragilidade impressionante. Qualquer pessoa que entenda um mínimo de futebol, teria contratado melhor que Kalil e Maluf.

E não teria torrado a metade do dinheiro que os dois torraram!

E não me venham dizer que o time estava desfalcado. O Vasco estava muito mais! Além disso, deveria haver atletas com capacidade para entrar e resolver a parada.

Tem hora que dá vontade de se afastar do futebol e deixar esse amontoado de vagabundos pra lá!

Se tomar como base o jogo de ontem, preparem o lombo e o coração!

Vamos comer o pão que o diabo amassou neste restante de campeonato!

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DAQUI A POUCO, O ATLÉTICO ENFRENTA O BOTAFOGO NO RIO.

O jogo do Galo tem tudo pra dar errado, mas pode ser a vitória da superação que precisamos para que as coisas comecem a caminhar bem.

Esta frase não é minha, mas eu a adotei por causa do enorme significado que trás em seu bojo. Foram palavras ditas hoje, no twitter, pelo @lindsonbrum, um atleticano que respira em preto e branco 24 horas por dia.

Se o Galo, neste sábado, demonstrar a atitude que até agora não demonstrou em campo, poderá significar a reação que todos nós sonhamos.

Eu poderia falar novamente sobre o meio de campo, que não marca ninguém. Mas confesso que não tenho mais paciência. O Atlético já tem um treinador que recebe milhões de reais por ano para resolver, entre outros,  um problema que até um guaxinim vê.

E que insiste em fazer de Serginho um volante de contenção à frente da zaga, quando sabemos de cor e salteado que ali não é o lugar onde ele rende mais. Tanto que nas últimas partidas, desapareceu em campo.

Mas se Luxemburgo equacionar esse setor de uma forma inteligente, podemos sim esperar que o Galo saia vencedor deste jogo.

Pois o Botafogo também está se formando aos poucos. Muitos de seu plantel, tanto quanto os do Atlético, estão se cumprimentando pela primeira vez de manhã e jogando juntos à tarde.

Mesmo sem Daniel Carvalho (lesionado), Berola (suspenso), Jairo Campos (lesionado) e Rever (no aguardo da documentação da Alemanha), temos condições de vencer o Botafogo em sua casa.

Volto a afirmar, isso só não se concretizará se não mudarmos de atitude. Pois se a nossa equipe repetir o jogo que fez contra o Avaí, no segundo tempo, quando estava apenas com 9 jogadores, o Botafogo se verá em maus lençóis.

E, cá entre nós, já passou da hora de buscarmos pontos fora de casa!

Aliás, é difícil, quase impossível, apontarmos algo no Galo que não seja urgente.  Devido à incômoda situação na tabela, tudo é pra ontem!

Então, superação não pode ser apenas uma palavrinha bonita que o técnico berra em suas preleções.

Superação agora tem de ser sentida, tem de ser carregada para dentro do campo e usada em cada disputa seja lá em qual parte do gramado for!

Neste momento, superação tem de ser injetada no sangue que vem de cada batida do coração!

Então, vamos para cima deles, meu Galo querido!

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