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SPORT 1 X 4 ATLÉTICO – BERNARD NELES!

Nem chuva, nem campo ruim, nem torcida contra são capazes de frear a tenacidade de um time que não teme ninguém.

Nem por um momento, mesmo quando perdia por 1 a 0, eu duvidei da vitória. Isso não é arrogância ridícula de líder não. Isso é CONFIANÇA na solidez do esquema e na entrega desmedida de cada jogador que veste hoje esta camisa.

O segundo tempo do Atlético foi primoroso, no mesmo nível daquela monumental apresentação contra o Internacional. O que não encaixou na primeira etapa entrou nos eixos na segunda. A partir daí, o time tomou conta do jogo, deu uma banana pra torcida rubro-negra e partiu para uma goleada histórica.

O Galo jogou como se estivesse em casa. Atuou com absoluta autoridade e sobrou nas quatro linhas. Não respeitou o terreno adversário, assim como Bernard, um garoto de 19 anos, não respeita os mais velhos.

Bernard foi atrevido, guerreiro, inteligente e merece todos os demais adjetivos elogiosos que restarem. Um espetáculo à parte, cujo ingresso deveria ser cobrado separadamente. Participou dos 3 gols e encerrou o show de gala com um golaço que qualquer craque consagrado assinaria.

E o garoto, pouco a pouco, num plantel recheado de grandes nomes, vai se tornando  um ídolo autêntico da Massa atleticana. Sugiro ao Kalil, como ação preventiva, reajustar o seu contrato de forma a multiplicar o valor da multa rescisória. Prevenir não machuca ninguém.

Mas Bernard não jogou sozinho. Ronaldinho Gaucho, apesar de muito marcado, também se destacou. Gradualmente vai aprendendo a achar os companheiros em campo. E me encanta o entusiamo dele ao comemorar cada gol. Havia tempos que eu não o via assim, com gosto de jogar futebol. No meu entender, o gaúcho reencontrou a alegria de correr atrás de uma bola.

Elogiar Pierre, Réver e Leandro Donizeti é chover no molhado. São incrivelmente regulares. Por mais estranho que pareça, Leonardo Silva não marcou o seu gol. Victor não teve culpa naquela bola cruzada e mesmo que tivesse, pouco me importaria. A segurança que ele trouxe ao sistema defensivo é qualquer coisa de gigantesca. Além do mais, o primeiro gol foi fruto de uma saída rápida de bola que partiu de suas mãos para Júnior César, que acionou Bernard, que por sua vez lançou Ronaldinho Gaucho que dividiu e sobrou para Danilinho. Pegou a defesa do Sport de calças na mão.

Marcos Rocha vem crescendo muito de produção. Ontem, o lateral esteve à altura dos melhores em campo. Jô e Danilinho são importantes demais nesta equipe, não se enganem. Danilinho, que é o jogador mais criticado por aqueles que não leem as entrelinhas do futebol, ironicamente é o artilheiro do time no campeonato nacional.

Enquanto o Galo atropela os adversários, alguns secam, mesmo porque é a única coisa que lhes resta fazer. Fred, centroavante do Fluminense e cruzeirense assumido (faz tempo que saiu do armário), disse antes do jogo que ia torcer dobrado contra o Atlético. A Denize Barros Abreu, apaixonada atleticana exilada nos States, tem uma boa resposta para ele: PRAGA DE MARIA VELHA NÃO MATA GALO GORDO!

Enfim, foi mais uma vitória de uma equipe que, não tenho dúvidas, segue em busca do título nacional. E se permanecer com os pés no chão, sem se empolgar demasiadamente e não abandonar a pegada, tem tudo para, ao final do ano, lotar os hospitais de atleticanos com os corações implodidos no peito!

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KALIL: TIME GRANDE NÃO TEME TIME GRANDE

Fala-se muito que o Santos é imbatível.

Pois eu lhes digo, nem o Santos de Pelé, que foi o melhor conjunto de futebol que já vi jogar na vida, era imbatível!

O Santos de hoje tem problemas nas laterais, principalmente na esquerda (Leo vai, mas não volta), e irregularidades na zaga, que tem pouca recuperação. Se batidos no primeiro lance, não conseguem dar novo bote. E a proteção à zaga é deficiente.

Como diz José Luiz Gontijo, grande jornalista mineiro, os meninos da vila, que foram catapultados à condição de deuses do futebol atual, são só 3. Ganso, Robinho e Neymar.

E 3 jogadores jamais serão capazes de carregar os outros 8 nas costas em nenhum time do mundo.

O que faz a diferença no Santos são estes 3. Mas eles não são 11.

E vão encarar um time experiente e com moral depois da vitória contra o Sport, que é um time forte jogando em seus domínios.

Não me digam que o Sport é um time inferior. Em 2008 também era chamado assim e, no entanto,  meteu os ferros em todas as equipes ditas “superiores” no Recife.

Acreditem, vencer qualquer time pernambucano em seu campo não é tarefa para qualquer um. É por isso que estou valorizando tanto a vitória de quarta-feira passada.

Voltando ao assunto Santos, da mesma forma que a juventude do time é fator positivo por causa da velocidade e do fôlego infindável, também constitui um grande ponto de interrogação.

Quem poderá dizer que, na reta de chegada da Copa do Brasil e enfrentando um grande time em um mineirão lotado, essa inexperiência não vai fazer de suas pernas uma geléia?

Portanto, razão tem o presidente Kalil, quando diz:

“O Santos é mais um adversário. Vem como a sensação do futebol brasileiro, mas sabemos exatamente o tamanho do Atlético e o Santos também sabe. Não tememos o Santos. Acho que time grande não teme time grande”.

Pois é, moçada. O Galo não teme o Santos e nem ninguém. Aqueles que estão com receio de uma fragorosa derrota, podem jogar esse sentimento na lixeira. Delete-o imediatamente.

Se o Santos vir para Minas pensando que vai degustar um saboroso mamão-com-açúcar, os alevinos nem crescerão para virar peixes.

Pois, para mim, filhote de peixe é alevino.

E se passarmos pelo Santos, podem preparar a festa!!!

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SPORT 0 X 2 ATLÉTICO. RUMO À ESTRADA DE SANTOS.

O Sport lançou mão de todas as suas armas no início, mas não conseguiu furar o bloqueio imposto pelo Atlético, firmemente entrincheirado em todos setores do campo defensivo.

Passado o pseudo-sufoco, o Galo foi se estruturando e tomando conta de todas as ações, embora o Sport parecesse estar correndo mais.

Enquanto os jogadores do time pernambucano se esfalfavam atrás da bola, a nossa equipe fazia a bola correr.

Rodava a bola, virava o jogo, executava o 1-2 a todo momento (ufa! até que enfim!), belíssimas antecipações dos zagueiros, e por aí vai.

Esta é a grande diferença entre um time técnico e outro apenas voluntarioso.

O Sport só teve liberdade de ação enquanto não ultrapassava a linha de meio de campo. A partir daí, a coisa se transformava em uma floresta de pernas alvinegras.

Por isso, o Galo recuperava a posse com uma facilidade inacreditável. E como os atletas jogaram todo o tempo um perto do outro, as triangulações foram frequentes. Coisa linda de se ver!

Cadenciava e acelerava. Acelerava e voltava a cadenciar. Esta foi a tônica da tática adotada por Luxemburgo.

Quando o Galo encerrou o primeiro tempo vencendo por 2 X 0, impondo ao Sport a obrigação de marcar 4, eu posso garantir que o próprio time rubro-negro já tinha decidido entregar pra Jesus, pois só Ele poderia resolver a pendenga.

Na verdade, seria como o milagre da multiplicação dos pães!

E no segundo tempo, quando o Atlético manteve a mesma calma, a mesma pegada lá atrás e idêntico toque de bola no meio e na frente, o “au revoir” do Sport ecoou no estádio muito antes do jogo acabar.

O time pernambucano tem de agradecer aos céus por não ter levado uma histórica e sonora goleada dentro de casa, na frente de seu torcedor.

Tinha caixa para, pelo menos, mais 3, se analisarmos por baixo. A sorte deles é que Renan Oliveira joga do lado de cá e não do lado de lá. Ainda bem que já tinhamos o resultado pronto nas mãos, senão o caldo ia entornar.

Já pensou se o Renan Oliveira resolve meter o pezinho debaixo da bola, a lá Zidane, com o gol vazio e perde gol igual contra o Santos nos últimos minutos, como foi hoje?

No meu entendimento, a equipe se portou muito bem, mas a defesa tem de receber os maiores méritos. Simplesmente não deixou o ataque do Sport andar. Foi uma muralha parecida com os recifes de Boa Viagem, incluindo aí o Aranha, que foi firme.

A equipe pernambucana tropeçou nos passos do frevo, como eu antecipei na prévia do jogo.

Tardelli e Muriqui desencantaram. Junior correu que nem menino e foi o que mais fez a ligação da defesa para o ataque.

Hoje eu vi o dedo de Luxemburgo, como já tinha visto antes contra o cruzeiro. O pobre do Givanildo caiu como patinho na armadilha que ele, ardilosamente, preparou.

É assim que se mostra quem é o melhor técnico do país. Dentro de campo.

E os meninos da Vila que abram o olho, pois se lá tem Neymar, aqui tem Tardelli. Aliás, Tardelli já avisou: _ Não temos medo do Santos!

E eu lhe digo, Diegol. EU TAMBEM NÃO!

Parabéns pela vitória, meu Galo!

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DAQUI A POUCO, SPORT X ATLÉTICO, NO RECIFE.

O técnico Luxemburgo gostou do 3-5-2 do último jogo contra o Democrata-GV.

Tanto que vai repetí-lo no Recife, contra o Sport, pela Copa do Brasil. Benitez permanece no time, depois de ter sido um dos melhores em campo na partida passada.

O gringo jogou muito e, embora seja o quarto estrangeiro do elenco, torço para que seu contrato seja renovado.

Zagueiro raçudo e com razoável técnica, Benitez começa a ter o seu valor reconhecido justamente quando o seu contrato está no final. Pena.

E esperamos todos que hoje ele demonstre novamente a sua capacidade e não deixe ninguém se criar por ali, na zona do agrião.

A escalação da equipe é a seguinte: Aranha, Benitez, Werley e Jorge CAMpos; Carlos Alberto, Zé Luis, Fabiano, Junior e Leandro; Tardelli e Muriqui.

O Galo certamente vai se resguardar. As estocadas contra o gol do Sport serão, em sua grande maioria, na base de contra-ataques.

Apesar da necessidade de jogar de forma compactada, sem conceder espaços, Luxemburgo não escalou Jonilson ao lado de Zé Luis. Sinal de que quer preservar a rápida saída para o campo ofensivo.

Quer se defender, mas também quer atacar.

Pois se o Galo meter um golzinho, o Sport terá de fazer 3. E isso enerva qualquer time, até o Barcelona. E o Sport está longe de ser um Barcelona.

O genrão Fabiano retorna ao time. Do jeito que está iluminado, não duvidem se meter um gol novamente. Ele está sempre naquelas bolas que ficam pererecando sem dono na área. E é aí que aparece para detonar o goleiro.

A partida é eliminatória. Após os 90 minutos, somente um time prosseguirá na Copa.

O outro vai simplesmente murmurar um “au revoir” frustrado ou frustrante.

Espero que seja o Galo o time que partirá no encalço dos garotos da Vila, que estão se achando os reis da cocada preta, depois da mídia ter se rendido, de quatro, ao bom futebol jogado por eles.

Mas hoje não será um jogo fácil. Pelo contrário, será para corações fortes. O Sport, dentro de casa, embalado no compasso do Kazá Kazá da torcida, irá até o fim em busca do resultado.

A pressão será enorme, não se iludam. Mas se o Atlético demonstrar em campo que quer de qualquer maneira manter o sonho do título, é perfeitamente possível.

Pois o Sport sempre inicia um jogo partindo à toda para cima do adversário, porém, se encontrar dificuldades, pouco a pouco desanda a errar passes em cima de passes.

Portanto, é fundamental que não tomemos gol no início do jogo. E se os deuses do Olimpo estiverem do nosso lado, podemos até meter um gol logo no princípio, para fazer o Sport tropeçar no passo do frevo.

Então, só nos resta dizer: Vamos pra cima deles, meu Galo!!!

E que Diegol e Muriqui reencontrem o bom futebol e infernizem a defesa pernambucana.

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ATLÉTICO 1 X 0 SPORT. DOS MALES, O MENOR…

O placar foi magro, raquítico e anêmico. Perdemos oportunidades de ouro para deslanchar com 1, 2 e até 3 gols de diferença.

Mas Tardelli está com o pé descalibrado e Muriqui tem uma atração fatal pela grama. Uma encostadinha de nada e lá vai o Muriqui para o gramado, sua grande paixão.

Para muitos, este resultado significa  pouca gordura para o jogo da volta em Recife.

Mas, na realidade, não é. Se tivéssemos levado gol, a coisa se complicaria de verdade. Mas não levamos. Portanto, meus amigos, dos males, o menor.

Então, qualquer gol que façamos em Recife obriga o Sport a marcar 3, pois um 2 a 1 para o Sport classifica o Galo.

Qualquer 3 a 2 ou 4 a 3 seguem classificando o Atlético.

Portanto, não foi o fim do mundo. Ainda temos muitas possibilidades de permanecer dentro da Copa do Brasil.

Afinal, o Sport não é um time bobo não. Pelo contrário, é bastante qualificado.

O jogo foi, no princípio, surpreendente. Por incrível que pareça, foi o Sport que deteve a maior posse de bola até os 10 minutos de partida.

Mas, a partir daí, o Galo tomou conta e passou a agredir o adversário, mas sem a consistência de um time que quer vencer a todo custo. Passes errados em profusão e pouca objetividade.

Até que Luxemburgo, por volta dos 25 minutos, trocou Renan Oliveira por Marques.

Renan Oliveira vinha pessimamente no jogo. Só no tempo em que jogou (25 minutos) deu 9 passes errados (eu contei) e não acertou uma jogada sequer, além de proporcionar ao Sport diversas oportunidades de contra-ataques.

O rapazinho tem um grande problema a resolver consigo mesmo. Não consegue sentir o clima do jogo. Para ele não faz diferença se é uma pelada de fim de semana entre amigos ou se é um grande jogo decisivo pela Copa do Brasil, quando 8 milhões de atleticanos estão sofrendo e roendo as unhas até no talo.

Na verdade, Renan Oliveira c… e anda para todo mundo. Tem uma infinita capacidade de jogar bola, mas pouco lhe importa o resultado de um jogo importante. Prefere ser um Tchô da vida do que um Renan Oliveira de seleção brasileira, que é o que mereceria, se tivesse mais brio e sangue nas veias.

O que quero dizer com isso? Até os 25 minutos do primeiro tempo, quando Renan Oliveira foi substituído, o Galo jogou com apenas 10 contra 11 do Sport.

Mas Luxemburgo não é idiota. Viu logo a fria em que tinha se metido e com uma simples alteração ainda no primeiro tempo, mudou o esquema e dominou o jogo. Do 4-4-2, passou para o 4-3-3 da forma mais atrevida que eu vi nos últimos tempos.

Marques entrou fazendo tudo aquilo que Renan Oliveira não fez. Pela esquerda, com Muriqui, instituiu um feudo atleticano.

E o Galo, desta vez, com 11 jogadores, tomou para si a posse de bola e fustigou o adversário de verdade.

Até que, ao final da primeira etapa, após um maravilhoso lance de Junior, Fabiano estabeleceu 1 X 0 no placar com uma cabeçada perfeita.

No segundo tempo, a exemplo do que vinha acontecendo anteriormente nos últimos jogos, o Galo não foi o mesmo.

Cedeu campo ao Sport, os espaços aumentaram no meio, as jogadas de ataque não fluiram e acabou travado em suas pretensões e tramas.

Todavia, apesar do domínio do Sport, não sofremos jogadas de real perigo contra o nosso gol. A defesa esteve sempre atenta e ativa.

Isto porque o time parecia preocupado em não levar gol e mordeu em todas as partes do campo defensivo. Não podemos negar a garra que esse time tem. A equipe pode até não estar bem no campo de jogo, mas luta até o apito final. É um grande alento para as próximas competições.

Por mais inacreditável que possa parecer,  Aranha esteve seguro todo o tempo. Até nas bolas cruzadas sobre a área, que são a principal razão de nossas palpitações, ele esteve à altura das tradições do Atlético.

Merece hoje os nossos mais entusiasmados elogios.

Ele está melhorando? Não sei. Só sei que hoje ele foi um grande goleiro. Esperemos alguns jogos para confirmar.

Zé Luis, na humilde opinião deste blogueiro, foi o melhor em campo. Cobriu as laterais, combateu no meio e ainda descobriu espaços para encostar no ataque. E não perdeu uma dividida sequer. Nem por baixo, nem pelo alto. E quase marcou um gol no princípio do jogo.

Jairo CAMpos não se fala mais dele. Teve apenas uma falha em toda a partida, quando foi enganado pelo quique da bola na lateral esquerda ou errou no tempo de bola. Afora isso, foi perfeito, como sempre.

Werley também foi bem, embora tenha batido todos os recordes de escanteios. Cáceres que se cuide.

Junior tem quase o dobro da idade do Renan Oliveira, mas correu muito mais que ele. Há de se respeitar os seus passes de longa distância. São quase uma obra de arte.

Ricardinho o substituiu e não fez feio. Manteve o nível.

Tardelli correu muito, se esforçou em campo e quase que mete o seu, ao cortar toda a defesa para a direita e chutar perto do ângulo. Mas perdeu um gol na cara do goleiro, ao mascar um chute que tinha tudo para mudar os rumos da partida.

Porém, mesmo assim, foi bem.

Muriqui continua a sua saga de cai-cai, mas é extremamente atrevido. Uma hora vai dar certo.

Enfim, um jogo contra um grande adversário, que não se entrega facilmente.

Mesmo assim, vencemos o primeiro round. E é isso que importa.

Vamos partir para o Recife com um empate na manga. Ou perder por um gol de diferença, desde que façamos gols.

Eu acredito. Se houver concentração total e se desligarem da pressão da torcida (que é muito próxima do campo), podemos sim superar o bom time de Pernambuco.

Luxemburgo terá a sua prova de fogo.

Tomara que descubra, para o Galo, o pulo do gato!!!

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DAQUI A POUCO, ATLÉTICO X SPORT.

Seja de 1, 2 ou mais gols, o Atlético necessita da vitória hoje como um urso polar necessita do gelo para viver.

Não há saída. Na Copa do Brasil, fazer o resultado no primeiro jogo (de ida) é fundamental para encarar o segundo sem queimar muitas pestanas.

Ainda mais quando se trata do Galo, que não costuma jogar sempre bem fora de casa. Às vezes, atua bem, mas não é uma rotina. Nós sabemos disso.

O Sport ainda não perdeu este ano, mas também não enfrentou nenhuma equipe de porte ou de punch.

Por ter morado alguns bons anos em Pernambuco, eu sei que por lá, além de  Sport, Náutico e Santa Cruz, o único que dá pressão em seu próprio campo é o Central de Caruaru. E só em Caruaru.

Nada muito diferente da nossa realidade em Minas Gerais, mas os times de lá são bem piores que os de cá.

Por isso, acredito que o Galo tenha enfrentado equipes mais fortes do que as que o Sport enfrentou.

Apesar de entrar no gramado respeitando o adversário, o Galo tem de partir para cima durante os 90 minutos, sem sossego e sem esmorecimento.

Não posso acreditar que o nosso time repita os apagões das segundas etapas. Não tem o menor sentido.

Creio firmemente que hoje, os jogadores morderão mais que o cachorro do Maradona. Pois precisamos mais do que nunca do resultado.

E mais do que o resultado, o Galo precisa engrenar uma série de vitórias convincentes para dar moral ao time, para encher o peito desses atletas de brio e confiança e inflamar a torcida.

E para que possam divisar a grande oportunidade de fazer história com a camisa alvinegra.

Há que se ter um olho no peixe e outro no gato, pois ao mesmo tempo em que necessitamos de marcar gols, não podemos levá-los. Um gol do Sport complicaria para a partida de volta.

Muitas estocadas ofensivas, muitas tramas inteligentes lá na frente, mas sem descuidar da defesa. Esta é a receita.

O Atlético entra em campo com: Aranha, Carlos Alberto, Werley, Jairo CAMpos e Leandro; Zé Luis, Fabiano, Ricardinho e Renan Oliveira; Tardelli e Muriqui.

É com esses jogadores que defenderemos o nosso escudo glorioso. E a eles muitos incentivos. E só incentivos!!

Pra cima deles, meu Galo. Vamos detonar o Sport!!

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