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ATLÉTICO 1 X 0 TUPI – TUDO IGUAL, TUDO INSOSSO!

Repetir o exaustivamente repetido há mais de 2 anos é tedioso!

É desagradável para quem critica, para o criticado e para o leitor, que não vê nada de novo.

Descrever o jogo contra o Tupi é como tentar narrar VT’s dos vários jogos acontecidos este ano.

Depois daquelas 3 ou 4 boas partidas de início de temporada, a coisa desandou. E, pelo jeito, não tem volta.

Um amontoado de jogadores correndo atrás da bola, sem lenço e sem documento. E o pior, essa desorganização está minando o futebol dos poucos que têm qualidade. Afinal, ruindade é contagiosa!

Não existiram destaques positivos na vitória magra e insossa sobre o Tupi. Tampouco aqueles que enterraram a equipe contra o Goiás se redimiram. Só para constar, Richarlyson deveria ser inscrito no Guinness Book como o jogador mais ridículo dos últimos anos na Cidade do Galo.

O que pensávamos antes, continuamos pensando hoje: o Atlético não tem time para fazer bonito no campeonato brasileiro. Com o atual perfil, tem condições de vencer apenas umas 4 equipes da série A. E olhe lá!

Isso significa que brigaremos para não cair. DE NOVO!!

A única novidade deste sábado ocorreu fora de campo, porque dentro não acontece nada de produtivo. O dono da verdade e dos destinos nada promissores do Galo, Sua Majestade Alexandre Kalil, decidiu culpar a imprensa pelas críticas ao time, como se a equipe estivesse jogando o fino da bola e, mesmo assim, sendo massacrada.

Pois eu afirmo que a imprensa mineira é, em grande parte, constituída por bundões sem compromisso com a verdade e com os votos de sua profissão. Mas de maneira alguma podem ser responsabilizados pela mediocridade visceral de um time que não sabe defender, não sabe armar e não sabe atacar.

E não são, sobretudo, culpados por contratações estapafúrdias que, ao invés de reforçarem o conjunto, enfraqueceram-no ainda mais.

Sentar em cima do rabo para falar do rabo alheio é fácil. Não assumir as próprias responsabilidades é constrangedor!

Mas Kalil prefere se escorar em palavras nesse momento. Palavras totalmente dissociadas de ações efetivas.

Porém, quando esse mesmo time já estiver desclassificado na Copa do Brasil e com cadeira cativa na zona do rebaixamento do campeonato nacional, todos verão que foi um jogo de cena para defender o indefensável. Nós já vimos esse filme antes!

Quando palavras não são precedidas de ações concretas, tornam-se o que sempre foram: PALAVRAS OCAS, VÃS DESCULPAS DE QUEM NÃO ESTÁ CAPACITADO PARA ASSEGURAR SUCESSO AO CLUBE!

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Assista aos melhores momentos:

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TUPI 1 X 1 ATLÉTICO – E A DIRETORIA SEGUE EM COMA…

Começando por palavras que eu diria no final do texto: não importa se o Atlético for campeão mineiro. A verdade é que o time, da forma como está montado, é muito frágil e brigará para não cair no campeonato brasileiro.

Isso ficou claramente demonstrado na partida contra o Tupi.

O Galo é uma equipe com imensas dificuldades de concatenar jogadas de ataque e incapaz de sufocar o adversário em seu campo.

O gramado não dava mostras, à distância, de ser assim tão ruim e no entanto, a bola parecia quadrada.

Jogadores errando passes de 3 metros em jogadas elementares foi algo comum durante o embate.

E o técnico Cuca, ao invés de simplificar, complica ainda mais ao escalar Wesley no meio. Foi um tiro no próprio pé.

Wesley jogou mal, como mal jogou todas as partidas em que foi escalado.

Foi um dos piores em campo, mas não foi o único. Difícil é destacar alguém que tenha jogado o mínimo suportável para um boleiro profissional.

Contudo, Cuca precisa parar de inventar. Com um plantel limitado em termos de qualidade, fazer o feijão com arroz é a sacada mais inteligente.

Enquanto a equipe desfila seu raquítico futebolzinho pelos gramados, a diretoria segue em coma induzido na sede de Lourdes.

As duas contratações prometidas por Eduardo Maluf persistem sendo o que já são há muito tempo: apenas promessas furadas para esconder uma monumental imobilidade!

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Assista aos melhores momentos do jogo:

ATLÉTICO 4 X 1 TUPI. O DEDO DO TREINADOR ESTÁ NA FOTO!

Um time cheio de virtudes e defeitos.

Ainda nos falta compactação nos setores _ principalmente no meio de campo _ e maior número de jogadas em toques de primeira, fora outros fundamentos que estruturam um bom time de futebol.

O preparo físico ainda não é o ideal e hoje o time se cansou sob um sol de fritar moleira.

Em contra-partida, as virtudes são flagrantes. Nos primeiros 20 minutos de jogo, o Galo alugou o campo do Tupi e construiu inúmeras jogadas agudas em direção ao gol.

As enfiadas de bola que não vimos em nenhum momento de 2010 _ talvez porque o moleque do projeto oco implodiu tudo por aqui _ se vê hoje até com certa facilidade.

E o melhor:  nem sempre vindas do meio de campo, mas também de atacante para atacante.

Depois do instante inicial de muita agressividade, o time cadenciou o ritmo e acabou, por uma dessas fatalidades do futebol, levando um gol quando era senhor absoluto do jogo.

E Dorival Junior, nos vestiários, mostrou porque é considerado um dos melhores treinadores deste país.

Numa decisão temerária e surpreendente _ porque quebra paradigmas _ substituiu 2 defensores (Patric e Werley) por 2 atacantes (Mancini e Neto Berola).

Serginho foi para a lateral-direita e Richarlyson para a zaga. A dupla de volantes que iniciou o jogo foi desfeita. Ricardinho e Renan Oliveira recuaram e compuseram a proteção à zaga, muito bem auxiliados pelo batalhão de atacantes que o Galo tinha em campo, todos voltando para ocupar espaços defensivos.

Um time feito para virar o jogo contra um Tupi com 10 jogadores, uma vez que seu artilheiro tinha sido expulso injustamente.

E Berola incendiou a partida. Além do gol relâmpago, partiu para dentro da defesa interiorana.

Os zagueiros adversários souberam nesse instante que aquele sol do Saara não seria o único a queimar-lhes os miolos.

Neto Berola aterrorizou a todos que ousaram aparecer na sua frente. E atropelou, sem nenhum respeito, um por um. E com direito a um golaço ao final da partida, merecido com todas as honras.

Na minha opinião, apesar de considerar Réver como o melhor em campo, o bom baiano foi o fator fundamental para a virada.

Richarlyson foi expulso _ também injustamente _ e desfalca o Atlético contra o cruzeiro. Uma perda e tanto.

Mas Zé Luis entrou tão bem em campo que ouso dizer que não vamos sentir tanto assim a falta dele.

Devido às “malucas”, mas bem vindas, substituições promovidas por Dorival Junior no segundo tempo, a equipe teve uma característica estranha aos nossos olhos por causa da quantidade de jogadores atuando fora de suas posições de origem.

Mas, por incrível que pareça, manteve os posicionamentos bastante organizados nas quatro linhas e se tornou até um conjunto criativo.

Ter um técnico que entende do riscado e enxerga o jogo faz toda a diferença. Apesar do pouco tempo de trabalho, posso dizer que o Galo já mudou o seu DNA. Entretanto, ainda falta muito para atingir o ideal.

Os destaques positivos:

Réver – Absoluto em todas as jogadas defensivas, ainda encontrou tempo para ajudar o ataque.

Ricardinho – Talvez esteja jogando o que ainda não tinha jogado por aqui. É um comandante ali no meio. Os jogadores, a qualquer hora, vão acabar batendo continência para ele.

Neto Berola – A sua grande arma é a imprevisibilidade. Em cada jogada, um enredo diferente. Belíssima partida.

Magno Alves – Fez um péssimo primeiro tempo, mas se recuperou no segundo ao fazer 2 gols. Se bobear, ele mete para dentro da casinha mesmo!

Destaques negativos:

Serginho – Precisa urgentemente aprimorar os passes, pois se continuar assim, corre o risco de virar banco.

Mancini – Ainda está irreconhecível. Até tropeçar na bola ele tropeçou, embora tenha feito bons lançamentos. Mas está totalmente fora de ritmo.

Enfim, mais um jogo aonde pudemos detectar progressos. Só de ver a equipe atuar percebe-se o labor diário dos muitos treinamentos, inclusive aprimoramento de fundamentos, os quais normalmente não são aplicados no profissional.

O dedo do técnico está bastante nítido na foto!

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ATLÉTICO 3 X 2 TUPI. EVOLUÇÃO?

Eu vi um Atlético no primeiro tempo e outro no segundo.

O do primeiro andou em campo. De vez em quando, uma corridinha básica.

O do segundo tempo realmente correu muito em busca da vitória. Este Galo é o que eu quero ver jogar sempre.

Analisando de forma geral, o Atlético mostrou uma relativa evolução em seu jogo.

Mas o meio de campo continua dando espaços demais para as tramas adversárias. Ontem foi o Tupi, que não aproveitou. E se fosse um time da primeira linha do futebol nacional? O resultado teria sido o mesmo?

Ontem eu assisti a alguns jogos do campeonato paulista. Apesar de terem começado a temporada na mesma data que o Galo, estão mordendo em todos os lugares do campo. A pegada está afiada.

Então, esse marasmo na marcação só pode ser um vício deixado pelo antigo técnico e uma bactéria virulenta que se instalou em nosso time.

É bom o Luxa providenciar logo um antídoto eficiente para eliminá-la de uma vez por todas.

Fabiano, surpreendentemente, jogou muito adiantado, separado demais de Correa, que, sobrecarregado, teve de correr o que nunca correu na vida.

Ricardinho, já com o preparo físico um pouco melhor, começa a dar sinais de vida. E jogou numa linha mais defensiva que Fabiano.

Evandro ainda não. Quando saiu, o time melhorou muito. Continuo afirmando pela enésima vez: Evandro paralisa  as nossas ações ofensivas. Ele desenvolve o jogo em câmera lenta porque precisa de tempo para pensar a jogada. Não é instantâneo.

Tardelli tem muito crédito ainda, mas está variando jogadas excelentes com lances fracos demais para a sua categoria. Mas já foi melhor que no jogo contra o América. Sinal de evolução.

Carini não teve culpa nos gols e continuo preferindo-o em relação à Aranha.

Por incrível que pareça, um dos melhores em campo foi Werley. E ainda deu a assistência para o terceiro gol de Muriqui, este cada dia melhor.

Gostei também de Marques, outra vez. O maior ídolo da massa está se esforçando muito para ser útil e está sendo.

E que obra prima Coelho assinou!! Um golaço digno de Nelinho. Lá onde a coruja dorme.

Mas o melhor da partida foi o técnico. Mudou tudo no segundo tempo. Botou o time para a frente, quando tirou Evandro e Fabiano e colocou Marques e Renan Oliveira.

Fora a correção de posicionamento de vários jogadores, o que gerou um volume de jogo que envolveu o Tupi completamente. Há de se reconhecer: o homem enxerga o jogo como ninguém.

A equipe chegou a ter momentos fantásticos, como aquele, ao final do jogo, quando em toques de primeira de 5 ou 6 jogadores, a defesa do Tupi ficou na roda. E Junior na cara do gol. Pena que chutou meio sem equilíbrio.

Pouco a pouco, estamos evoluindo. O time, timidamente, começa a mudar a cara. Continuo preocupado com a falta de pegada, mas tenho certeza que Luxemburgo está projetando correções.

Com a chegada de Cáceres, o time terá mais consistência defensiva. E Zé Luis é um bom ladrão de bola.

Ah, para não dizer que não falei da torcida, a evolução também chegou às arquibancadas. A querida massa atleticana, apesar de alguns ensaios, não vaiou ninguém. Pelo contrário. Que bacana!

As coisas irão se encaixar em todos os níveis. Tenho certeza disso.

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DAQUI A POUCO, O ATLÉTICO ENFRENTA O TUPI…

Para encarar seu segundo compromisso pelo campeonato mineiro, o Galo entrará em campo com: Carini, Coelho, Werley, Jairo CAMpos e Leandro; Fabiano, Correa, Ricardinho e Evandro; Tardelli e Muriqui.

À beira do gramado, o técnico Vanderlei Luxemburgo fará de tudo para que o time não repita a marcação frouxa exercida contra o América. Nos treinos desta semana, a pegada no meio de campo foi exaustivamente treinada.

Então acredito que o time estará mais compacto desta vez.

Fabiano substituirá Jonilson, expulso injustamente no domingo passado. Contra o América, Fabiano foi o jogador que acabou decidindo o jogo, pois fez o gol de empate. Gosto deste atleta. Joga em quase todas as posições com uma performance bastante positiva.

Evandro continua no time, enquanto Obina não estreia, pois muito provavelmente Muriqui será recuado para o meio de campo, em seu lugar.

Aliás, não deveria continuar mesmo sem a estréia de Obina. Nunca vi um jogador que joga tão miudinho quanto ele. São passinhos de 3 metros que não rendem nada para o time.

E olha que ele joga um uma das posições mais importantes do time. Aquela posição que faz o ataque produzir. Depende do Evandro as tramas ofensivas. Pois é, meus amigos, esperem sentados!!

Werley novamente titular, embora eu, pessoalmente, prefira Benitez. Mas Benitez já está rifado por causa da contratação do quarto estrangeiro (Cáceres). Está apenas cumprindo o tempo de contrato.

E Luxemburgo não vai sacar Werley em prol de um jogador que, dentro de alguns meses, estará se despedindo melancolicamente da Cidade do Galo. Se Welton Felipe tivesse condições de jogo, certamente entraria. Mas não tem.

Ademais, Cáceres está chegando e será titular absoluto no lugar de Werley e ao lado do zagueirão Jairo CAMpos.

Então, é só rezar para que hoje ele não acerte a lua com aqueles chutões pavorosos e atue de forma segura.

No mais, o time que aí está é o time que ficará, salvo uma ou duas contratações para fortalecer o meio de campo. Zé Luis e Jonilson devem jogar juntos ou vão disputar a posição de cabeça de área. Depende do Luxa.

E, nas arquibancadas, mais de 10.000 atleticanos estarão incentivando a equipe, sem as vaias que caracterizaram a partida contra o América.

Afinal, nós não fazemos parte da torcida rival (argh!!), que ontem vaiou o time azulzinho desde o primeiro tempo do jogo contra o Ipatinga. E mesmo assim levou uma traulitada de perder o rumo.

O nosso DNA é outro. Nós torcemos contra o vento até o último minuto.

E continuamos torcendo até depois de mortos.

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